quinta-feira, fevereiro 04, 2010

À Beira do Abismo

Há poucos meses, ninguém imaginaria que o nosso país estivesse como o título deste Chandler, isso mesmo, "À Beira do Abismo".

Olhando para todos os lados, fico com a sensação de que este país parece que não é para ninguém, se exceptuarmos a classe política (com os serventários e assessores incluídos), e claro, sucateiros, banqueiros, e outros pantomineiros...
Até quando vamos ser nós, a classe média (da alta à baixa...), a pagar todas as crises provocadas pela incompetência, pelo egoísmo e pela ganância?
A notícia boa, é que este policial veio de oferta, com a minha renovação da revista "Ler".

11 comentários:

  1. Meu amigo, até que essa classe se convença de que tem uma opinião e a força dela; melhor, quando souber romper com essa dos "brandos costumes". Um abraço.

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  2. Eu que sou uma optimista por natureza começo a ficar mesmo assustada... Apetece viver na completa ignorância, fazer como as avestruzes!

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  3. O comentário anterior fez-me recordar a frase: “Não quero pensar agora, pensarei amanhã...” – Scarlett O’Hara.
    Por vezes apetece fazer isso mesmo. Só que não resulta...
    Por tudo aquilo que se lê e se ouve na comunicação social parece que a correria em direção a esse abismo é imparável. Não haverá ninguém no governo português que tenha visões mais abrangentes, mais inteligentes, que consiga fazer uma inversão de marcha?

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  4. Ainda não está tudo explicado, creio que ainda vamos ter muitas surpresas...

    Bjs Luis M.

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  5. sem dúvida, Helena.

    mas ver os ministros de cabeça perdida, não ajuda nada...

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  6. é verdade, Rute, ler jornais e ver telejornais começa a fazer mal a todos nós...

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  7. boa questão, Catarina.

    parece que não, e com esta oposição, não se vislumbram grandes esperanças...

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  8. que sejam surpresas positivas, M. Maria Maio, apesar dos ventos soprarem o contrário...

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  9. nas escarpas já sobram poucas reentrâncias a que nos agarrarmos.

    eu já não me entusiasmo por policiais Luís. a minha filha sucedeu-me, mas muitíssimo mais voraz do que eu algum dia fui.

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    beijos

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  10. isto parece aquilo que chamamos "chinês", Maré...

    e continuo a gostar da literatura preta...

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