Mostrar mensagens com a etiqueta Acidentes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Acidentes. Mostrar todas as mensagens

domingo, agosto 04, 2019

A Caça aos "Fantasmas" (também pode ser às "bruxas") no Jornalismo...


Sei que devo estar errado, embora não consiga ver nenhum "homem a morder um cão", nesta vontade que a comunicação social tem em caçar fantasmas, muitas vezes onde eles não existem...

Vou dar o exemplo de duas notícias que me deixaram a pensar nas férias. Uma foi o caso do ferido que perdeu a vida durante o transporte de helicóptero do INEM para um hospital. A preocupação de quase toda a comunicação social, foi o porquê do transporte aéreo não ter aterrado nos dois primeiros pontos de encontro. Embora não tenha descoberto o porquê (mas acredito que isso aconteceu apenas por questões de segurança da aeronave e dos seus tripulantes...). Não vi ninguém a referir-se ao estado físico do homem, que deve ter sido agredido de uma forma brutal - por isso não resistiu -, muito menos a apontarem o dedo ao agressor, o verdadeiro "assassino".

A outra notícia é recorrente, agora que estamos na época dos incêndios. Quase toda a gente procura encontrar falhas na acção dos bombeiros e da protecção civil, fingindo não perceber que mais de noventa por cento dos incêndios são provocados pela mão humana, e quase sempre de forma maléfica. Quase todos se voltam e apontam o dedo a quem procura "apagar fogos", esquecendo os incendiários...

(Fotografia de Luís Eme - Pinhal do Cabeço)

domingo, agosto 21, 2016

As Medalhas não Caem do Céu

Os Jogos do Rio estão a chegar ao fim e nós mais uma vez vimos os resultados dos nossos atletas espelhados na nossa realidade desportiva. 

Somos um país sem desporto escolar e com cada vez menos praticantes - se exceptuarmos as escolas de futebol - nas chamadas modalidades amadoras.

Se analisarmos com rigor o historial das nossas participações, deparamos com um fosso enorme entre  os atletas medalhados e os outros. E se formos honestos, registamos que são os nossos heróis olímpicos que estão fora do contexto desportivo e social do nosso país. Ou seja, as medalhas que conquistaram, devem-se sobretudo ao seu talento natural e a algum apoio técnico de excepção - como foi o caso do professor Moniz Pereira.

É natural que o país que se coloque em bicos de pés quando o talento de um Carlos Lopes ou de um Nelson Évora, fazem a diferença, porque a ignorância sempre foi atrevida. Menos natural é o papel desempenhado pelos jornalistas e políticos, pois muitas vezes são os primeiros a exigirem o impossível... quando conhecem bem - ou deviam conhecer - a nossa realidade.

A única modalidade que se percebeu que fez um óptimo trabalho e que estava preparada para entrar na "guerra das medalhas", foi a canoagem. O quarto, o quinto e o sexto lugar alcançados dizem tudo. Estivemos lá, mesmo rente ao pódio. E o nosso melhor atleta desta modalidade  explicou que passou duzentos dias em estágio no último ano, longe da família e dos amigos...

As medalhas não caem do céu. É preciso muito trabalho e muito apoio. 

(Fotografia de autor desconhecido) 

quarta-feira, dezembro 31, 2014

O Meu Companheiro Está de Volta


Ontem, ao fim do dia, o meu "Acer" voltou para casa, com um disco novo.

Ainda estou a instalar algumas coisas, mas é delicioso perceber que no essencial não se perdeu nada.

Depois de um ano com vários percalços, é bom entrar o ano de uma forma animadora.

Aproveito para vos desejar um melhor 2015 (em relação aos últimos anos...), com mais motivos para sorrirem e para se sentirem felizes neste pedaço de mundo, que desejo que passe a ser melhor frequentado. E claro, com muita inspiração.

O óleo é de Cristopher Stott. 


sábado, dezembro 20, 2014

As Avarias das Máquinas que Já Fazem Parte da Nossa Vida


O meu computador resolveu meter "baixa", pelo que nos próximos tempos vou estar mais afastado do que tinha pensado, da blogosfera. Ou seja, estou com umas férias natalícias antecipadas destes jogos de palavras e de algum convívio, mesmo virtual.
 
Como costuma acontecer nestas coisas, estão por lá muitas coisas importantes, que não guardei no disco externo, porque pensamos que o nosso computador é "eterno". Espero que consigam resistir a esta "imtempéride" e que voltem a respirar, com alegria (principalmente para minha alegria, estão lá três livros inacabados...).
 
 É mais um "balde de água fria" para me despedir serm grandes saudades de 2014.
 
O óleo é de Javad Azarmehr.
 

segunda-feira, novembro 24, 2014

Obras em Casa...


Quando temos de fazer obras em casa, quase nunca sonhamos onde nos estamos a meter. Mesmo que não seja a primeira vez...

O pó que se aloja em todo o lado, por muitos plásticos que se usem para tapar as coisas...

O ruído ensurdecedor (que apesar de tudo, incomoda sempre mais os vizinhos) que não dá paz nas redondezas. Os pássaros que de vez enquanto poisam à janela emigraram para outra rua, com toda a certeza. Assim como os gatos da vizinhança...

E o pior de tudo é deixarmos de ter a nossa casa...

Felizmente a minha sogra mora perto e dá-nos guarida, caso contrário era um problema ainda maior.

E tudo por causa de um maldito cano...

O óleo é de Alan Albegov.

quinta-feira, outubro 23, 2014

A Estranha Forma de Vida de Hollywood


Gosto bastante desta fotografia de Montgomery Clift, por estar à janela e por aparentemente estar a beber uma bebida quente (chá ou café). Embora saiba que não seria o primeiro a beber álcool numa caneca com asas, mas...

Antes de saber o que lhe aconteceu em 1956, já tinha percebido que existiam dois actores diferentes: um jovem talentoso com bom ar e misterioso; e um homem mais maduro, mas com um ar demasiado neurótico e inseguro à frente das câmaras.

Esta mudança aconteceu no dia 12 de Maio de 1956, quando um poste telefónico se atravessou à frente do seu Chevrolet e o deixou demasiado marcado (física e psicologicamente...), não conseguindo ser o "Monty" dos primeiros tempos. 

A bebida e as drogas passaram a ser uma companhia permanente, para suportar as dores no corpo e na alma. Este inferno durou dez longos anos, até ser encontrado sem vida no seu apartamento em Nova Iorque. Houve mesmo quem apelidasse  o seu drama pessoal como o «suicídio mais longo vivido em Hollywood».

A sua homossexualidade foi outro problema (durante algum tempo foi disfarçada com a bissexualidade) que o perseguiu, nunca se conseguiu libertar do sentimento de culpa que sentia...

Apesar de todos estes dramas, "Monty" continua a ser considerado um dos melhores actores da sua geração. Foi protagonista de grandes filmes ("Rio Vermelho" (1948), "Anjos Marcados" (1948), "Um Lugar ao Sol" (1951), "A um Passo da Eternidade" (1953), "Os Deuses Vencidos (1958) e deu-se ao luxo de recusar papeis de outras fitas que acabaram por ser um sucesso ("Crepúsculo dos Deuses" (1950); "A Leste do Paraíso" (1955), "Sublime Tentação" (1956) ou "Rio Bravo" (1958).

domingo, dezembro 22, 2013

Olhar e Ouvir o Mar


O Mar quando resolve falar mais alto, deve ser escutado com respeito e até admiração.

Sinto que ele quando está mais violento, quer sobretudo espaço, sentir-se completamente livre...

Muitos de nós fingimos que ainda não o compreendemos, outras vezes não o levamos a sério e não lhe damos o tal espaço que ele quer. E ele fica furioso, quase indomável,  e não nos perdoa não respeitarmos a sua vontade. Grande parte das vezes só escapamos da sua brutalidade por "milagre".

Há mais de uma década fiz uma reportagem sobre pescadores e percebi que nem todos pensam e sentem o mesmo pelo Mar.

Uma das pessoas que nunca esqueci, foi um homem que me contou a sua derradeira viagem pelo Mar dentro, quando pensou que ia mesmo ficar por lá, pois nunca apanhara ondas tão grandes nem nunca se sentira tão pequenino. Mas o mais estranho foi não ter sentido medo, ficou tão fascinado com aquela grandeza que encarou o destino com naturalidade, a possibilidade de ser engolido por uma daquelas ondas e ficar por lá, quase que lhe pareceu o canto de uma sereia.

Felizmente foi uma coisa de minutos. Só quando chegou a terra é que conseguiu ver o  que acontecera. O facto de não ter tido medo assustou-o de tal forma, que nunca mais conseguiu voltar ao Mar, ao contrário dos restantes companheiros da barca, que nos momentos de aflição deveriam continuar a rezar à Nossa Senhora e agarrarem-se a tudo que lhes parecesse sólido.

Ficou com a sensação que foi o único que conseguiu olhar todo aquele alvoroço, olhos nos olhos. E foi por isso que não voltou...

O óleo é de Derek Harrison.

terça-feira, janeiro 22, 2013

Quando as Árvores Decidem Morrer Deitadas


Um dos aspectos mais tenebrosos destes dias de vendaval, foram as muitas árvores que se deixaram derrotar e decidiram morrer deitadas, contrariando o velho hábito de se despedirem da vida de pé.

E tanto posso falar das árvores centenárias da Serra de Sintra, do Parque das Caldas da Rainha e de tantos outros lugares quase paradiziacos, como de árvores produtivas como as oliveiras, laranjeiras ou pereiros, que também não aguentaram as tropelias do tempo.

O óleo é de Z. Z. Wei.

quarta-feira, outubro 31, 2012

Sandy Abana a Cidade Maior


Sandy, uma daquelas raparigas que vão para todo o lado, mas nunca para o céu, como na canção, abanou as torres de Manhattan e transformou as ruas em autênticos rios.

Ao ver as imagens da tragédia pela televisão, lembrei-me de Lisboa e também desta Margem Esquerda do Tejo. Como resistiriam?

E lá fiz um desenho...

As ruas da Baixa não deviam ficar muito diferentes de Veneza, embora lhe faltasse o encanto das gondolas. Alguns prédios, com a marca pombalina, abraçavam a perigosa Sandy e deitavam-se ao seu ritmo. O mesmo devia acontecer aos velhos armazéns do Ginjal, fazendo jus às placas de aviso de derrocada, colocadas à "séculos" pelo Município e pelos "donos" do porto de Lisboa.

E nada seria como dantes. Em vez de semanas, precisávamos de largos meses para voltar à vida quase normal...

O óleo é de Deborah Beown.

terça-feira, outubro 16, 2012

Quando se Enchia a Barriga de Esmolas...


Há mais de vinte anos, quando ainda não tínhamos sido invadidos pelos romenos, nem havia tanta gente perdida pelos cantos das ruas, escrevi algo sobre os pedintes de Lisboa.

«Lisboa é Capital de tanta coisa, até de pedintes militantes. Na Baixa Lisboeta é rara a esquina que não tem alguém com a mão esticada ou com o boné no chão, quando as mãos estão ocupadas a dedilhar qualquer instrumento musical. Muitos exibem os defeitos de fabrico ou dos acidentes da vida, outros fazem o número do desgraçadinho e vão perdendo a vergonha, à medida que enchem a barriga de esmolas.»

Quando descobri estas palavras, percebi o quanto estavam desactualizadas.  Nestes tempos de crises, já nem aos ceguinhos que se passeiam pelas carruagens do metro, se dá esmola, quanto mais aos profissionais da Roménia, que alternam a pedinchice com a venda do "borda de água", e claro, com as  "ofertas" da gente distraída que se passeia pela Cidade...

O óleo é de David Dalla Venezia.

sexta-feira, maio 11, 2012

A Alice do Bernardo...


Ainda ontem estive a ouvir a banda sonora do filme, "Alice", um original de Bernardo Sassetti, porque me apeteceu ouvir apenas música.

As poucas vezes que o vi, ele estava no palco e eu na plateia, motivo mais que suficiente para dizer que era um músico de excepção.


Embora seja normal toda a gente dizer bem do Bernardo, hoje e amanhã, ao olhar para a notícia do "Público", não pude deixar de parar nas palavras de Pedro Costa, editor discográfico, que  disse que com ele nunca falou de dinheiro, acrescentando que o Bernardo era a pessoa mais generosa que conheceu.

É uma estupidez partir assim, com apenas 41 anos, com tanto para criar, ainda por cima de uma forma  completamente solitária, numa falésia a tirar retratos (fiquei a pensar que também eu já tenho corrido riscos, sem me aperceber, por causa de uma ou outra fotografia)...

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Correr à Procura de Tudo e de Nada

Há menos de uma hora assisti a um acidente completamente estúpido, a poucos metros de mim, numa das zonas centrais da cidade.
Um aprendiz de "fitipaldi" resolveu dar uma curva apertada em apenas duas rodas, acabando por chocar contra um carro estacionado, mesmo ao meu lado, enquanto seguia no passeio.
Gente amiga que tinha deixado segundos antes, em frente da "Incrível", veio logo a correr, assim que ouviu a chiadeira do carro e o barulho do choque, com medo que eu tivesse atravessado a passadeira colocada mesmo na curva ( se o tivesse feito teria sido levado pelo ar à frente do carro...).
O condutor devia ter perto de quarenta anos, estava longe de ser um jovem inconsciente.
O senhor do carro estacionado assim que ouviu o barulho desceu logo de casa e foi mesmo ele o "contemplado", com a amolgadela e os plásticos do farol detrás partidos. Abanou a cabeça e lá foi fazer a declaração amigável.
Claro que o "fitipladi" não merecia tanta simpatia, devido ao excesso de velocidade e à sua condução perigosa. Mas cada vez se chama menos a polícia, neste e noutros casos...
O óleo é de Alex Colville.

quarta-feira, maio 26, 2010

«Pelo Menos Agora, Poupas Dinheiro nos Sapatos»

Todos os dias descobrimos pelo menos uma história, que nos diz que a "filha da putice" não tem limites...

E quando ela se passa ao nosso lado, nem é bom falar...
Um homem antes de chegar as sessenta, teve de ser amputado da perna direita, devido a umas complicações surgidas com diabetes.
Ficou por casa vários meses, deprimido. Só saía quando era necessário, em cadeira de rodas. A primeira vez que nos cruzámos percebi a dificuldade que tinha em aceitar a sua nova situação. Uns tempos depois falei com ele, confessou-me que se sentia um peso para a família, um inútil. À boa maneira portuguesa, disse-lhe que ainda tinha uma perna e com uma prótese, poderia ganhar autonomia e deixar de ser o tal peso, para a família.
Foi por isso que gostei de o ver de muletas, a caminhar sozinho na rua.
Só não achei piada nenhuma ao velho estúpido que se cruzou com ele e disse: «pelo menos agora poupas dinheiro nos sapatos, só precisas de um.»
Ele piscou-me o olho, para não ligar, que o velho era ché-ché. Claro que se havia coisa que ele não era, era maluco. Era sim um daqueles fulanos sem graça que pensa ter piada, e com uma notória incapacidade de camuflar a "filha de putice".

O óleo é de Leonid Afromov.

segunda-feira, abril 19, 2010

Bendita Nuvem

Temos a mania que só os portugueses é que são bons a tirar partido das situações, mas acho que é universal, faz parte da natureza humana.

A Ingrid foi apanhada em Estocolmo, no meio da nuvem do vulcão, com voos cancelados, e sem haver uma data disponível para o seu regresso ao nosso país, onde vive há oito anos.
Sabia que um casal amigo, com casa no Sul de Portugal andava há uns tempos a querer trazer para cá o velho Saab 9000, para as voltinhas. Como a viagem rodoviária é um pouco longa, coisa para três, quatro dias, no mínimo, acabavam sempre por dar preferência ao avião.
Como todo esta panorâmica quase dantesca pela Europa Central, Ingrid ofereceu-se para trazer o Saab, sem custos, para o nosso canto europeu, que escapou mais uma vez, de boa...
Quem me contou a história foi o Gui, seu companheiro há uma boa dúzia de anos. Disse-me também que ela não vem sozinha, trás uma amiga espanhola, jornalista, até Madrid, e ainda um casal de músicos brasileiros, até Lisboa.
Em vez dos quatro dias esforçados de estrada em estrada, vai ser uma viagem de pelo menos uma semana, com paragens turísticas em Malmoe, Berlim, Paris, Marselha, Barcelona, Madrid e Lisboa.
Um bom programa, calmo, económico, sem as especulações do costume, que começou hoje...
A fotografia é de Marcin Klepacki.

terça-feira, março 02, 2010

"Os Putos" do Haiti

A "enxurrada" de notícias trágicas que nos perseguem, acaba por trazer, com quase a mesma velocidade, a indiferença.

A Madeira, o Chile, não reduziram em nada os problemas sociais do Haiti, que estão a enfrentar agora as cheias...
Os órfãos talvez seja um dos problemas mais complicados de se resolver deste pequeno país. Graças à pedofilia, quem apenas quer ajudar as crianças, vai ser sempre olhado de lado...
[...] Em todos os campos de refugiados, e por toda a cidade, há bandos de miúdos sozinhos. Criam cumplicidades, como os do grupo do estádio, dormem juntos, roubam juntos. Mas também há os que não têm ninguém. Como o menino desesperado que avistei do carro ao abandonar Port-au-Prince, chorando em soluços, procurando um rosto conhecido no meio da multidão. Teria oito ou nove anos e fixou-me por instantes. «O que foi?», perguntei à distância, esperando que me conseguisse entender. Mas ele atravessou a rua, continuando a sua busca. O meu carro arrancou no sentido contrário e, mesmo sabendo que seria impossível cruzarmos a fronteira, o meu coração não parava de repetir: «Leva-o, leva-o.»
Este foi o final da reportagem da jornalista Patrícia Fonseca, publicada na "Visão" e no seu "Quiosque". Diz quase tudo.

O Haiti paradíziaco de Paul Gaugin, tão diferente da actualidade...

segunda-feira, outubro 05, 2009

O Preço Que se Paga Pela Proximidade do Paraíso...

Era para escrever sobre isto a semana passada, mas o tempo foi passando e...

Mas não consigo deixar de colar as "indisposições" da natureza, ao preço que somos "obrigados" a pagar pela beleza que nos é permitida desfrutar.
Os últimos acontecimentos em Samoa e Sumatra, fizeram com que pensasse nos Açores, no Fayal, a minha ilha especial, o lugar que encontrei mais próximo do paraíso (pelo menos para quem gosta do mar azul e dos campos verdes, quase sempre floridos...).
A vida é demasiado irónica, no seu todo. E a natureza, naturalmente, não foge a estes desígnios...

Esta fotografia mostra-nos o Farol e algumas casas soterradas, nos Capelinhos, durante a erupção vulcânica de 1957 e 1958, na ilha do Fayal.

domingo, novembro 18, 2007

Dia da Memória


Quase todos nós já perdemos alguém, próximo, nas estradas portuguesas, muitas vezes estupidamente...
Este Dia da Memória é para nos lembrarmos deles e também para interiorizarmos que as estradas não são um espaço de guerra, mas sim o caminho para nos levar ao lugar que escolhemos como destino...