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terça-feira, julho 09, 2019

A Tranquilidade e o Tejo...


O Tejo é especial, por todas as razões, e mais algumas, que ainda não descobri.

Quando escrevi o caderno poético, "Almoço de Poetas no Ginjal", enriqueci a minha colecção de transcrições de textos e poemas que abraçavam o "melhor rio do mundo".

Pensei logo que devia criar um blogue, mas por saber que o tempo é bom conselheiro, fui esperando uma qualquer maré... Maré que acabou por chegar no começo deste ano. E foi assim que nasceu o Olha o Tejo...

Queria que fosse um espaço onde se respirasse tranquilidade, na companhia de palavras e imagens bonitas (todas minhas, ao contrário das palavras...), que de alguma forma ilustrassem o amor que se pode ter por um rio, a várias vozes.

Não é de longe nem de perto o meu blogue mais visitado, mas é o único onde me consigo imaginar a passear rente ao seu leito e a sentir o vento agradável no cabelo, no rosto e no corpo...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, maio 10, 2019

Escreve-se Porque Sim e Também Porque Não...


Herberto Helder cruzou-se hoje comigo, em dois textos e uma conversa. A única ligação entre estes três acontecimentos foi a sua vocação de recusa, a sua caminhada livre e solitária, para bem longe das capelinhas e dos "capelistas"...

Ou seja, ele foi o que mais ninguém consegue (e quer) ser...

Pelo meio ainda assisti, em silêncio, a uma discussão quase parva, entre dois meninos que dizem ser poetas, dos bons. O com menos cabelo disse que logo que publicassem 10 linhas sobre um livro do outro, no "Jornal de Letras" ou na revista "Ler", ele em vez de destilar ódio e inveja pela "dúzia" de escritores que eram cortejados, mesmo quando os seus livros eram péssimos (a palavra dita cheirava pior...), passava a lamber os "cus" (já tinha reparado que as "botas" tinham sido substituídas nesta velha expressão...) dos críticos.

Quando vinha para casa, voltei a pensar em Herberto e questionei-me por que razão escrevo. Até que me lembrei, que era por que gostava (e também por que precisava, poupando-me dinheiro em qualquer médico de "maluquinhos"...). ponto final.

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 22, 2019

Um Poema no Dia Vinte e Dois...



Não


Tentei agarrar a tua mão e tu fugiste
afastando o corpo.

Foi apenas mais uma forma de me dizeres não...

Fui ficando para trás
agarrado ao coração
preocupado, não fosse ele cair
e ficar, despedaçado, no chão...


Luís [Alves] Milheiro


(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

quinta-feira, março 21, 2019

Festejar a Poesia Quase sem Palavras...




(Fotografias de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, março 15, 2019

Um Café com um Livro de Poesia (Fechado) em Cima da Mesa e a Conversa Boa com um Amigo Professor...


Hoje antes do almoço encontrei casualmente um amigo professor, que me tinha enviado na véspera um e-mail para bebermos um café e conversarmos, ao mesmo tempo que me oferecia o seu último livro de poemas.

Não tinha lido o e-mail, porque ainda continuo a fazer esta leitura apenas no computador (o meu telemóvel continua a ser apenas telefone...) e não passei pela caixa de correio electrónica na noite anterior, muito menos de manhã, porque saí cedo de casa.

Como ele ia dar uma aula na escola que fica a algumas centenas de metros da minha casa, houve a possibilidade de bebermos o tal café e conversarmos um pouco sobre o mundo que nos cerca (e quase nada do livro que me ofereceu...). Convidou-me para assistir à aula. Declinei o convite, mas fiz-lhe companhia quase até à sala de aulas. Pelo caminho cruzámo-nos com uma professora de biologia que andava com os seus alunos a "catalogar" as árvores existentes no interior da escola (colocando placas de madeira com os seus nomes e origem...), com um entusiasmo digno de se ver. Curiosamente ela também escrevia poesia.

Quando me vinha embora, voltei a ver a professora e os miúdos de quinze e dezasseis anos, alegres e entusiasmados com a tarefa, junto às áreas verdes da escola. A minha primeira observação interior foi, "é cada vez mais difícil encontrar uma professora assim..."

Mas depois voltei à realidade, a estes tempos avessos ao voluntarismo, por mil e uma razões, não fosse a profissão de professor uma das mais exigentes (e incompreendidas) da actualidade. 

Além do desgaste emocional, cada vez maior, das estranhas exigências burocráticas de que são vitimas, também foram perderam a aura de respeito que existiu noutros tempos na própria sociedade...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, março 08, 2019

Porque Sim...


Porque hoje é um dia diferente...


Eu não sou dessas mulheres
  
Eu não sou dessas mulheres
incapazes de amor e ternura.
Eu sei o que é coragem e sangue,
embora odeie o sacrifício e me repugne
a vaidade que nasce da violência.
Quero ser mulher de um mercenário,
de um poeta ou de um mártir, é igual.
Eu sei fitar os olhos dos homens,
sei quem merece a minha ternura.


Amalia Bautista


(Fotografia de Luís Eme - uma mulher bonita, livre e anónima, hoje no cacilheiro - Tejo)

segunda-feira, dezembro 24, 2018

"Natal à Beira-Rio"


Natal à Beira-Rio

É o braço do abeto a bater na vidraça?
E o ponteiro pequeno a caminho da meta!
Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,
A trazer-me da água a infância ressurecta.
Da casa onde nasci via-se perto o rio.
Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!
E o menino nascia a bordo de um navio
que ficava, no cais, à noite iluminado...
É noite de Natal, que travo a maresia!
Depois fui não sei quem se perdeu na terra.
E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.
Vem tu, Poesia, vem agora conduzir-me
à Beira deste cais onde Jesus nascia...
Serei dos que afinal, errando em terra firme,
Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?

David Mourão-Ferreira

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, novembro 16, 2018

O Pescador sem Anzol...


Ao ler a crónica de hoje de Nuno Camarneiro no "Diário de Notícias" lembrei-me de um homem singular que cirandou pelas margens do Tejo, à procura de poemas, disfarçado de pescador.

Só os amigos chegados é que sabiam que ele não usava anzol na ponta da linha, apenas uma chumbada, para se exercitar de vez enquanto, a fazer lançamentos para o meio do rio...

E era uma alegria para ele voltar para casa aparentemente sem pesca, mas com um ou outro poema...

Quando era confrontado com a sua alma de "fingidor", acrescentava com alguma lata: «Eu até nem gosto de peixe...»

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, setembro 15, 2018

Um Dia de (aparente) Mudança ...


Há momentos únicos, umas vezes por razões que a razão desconhece, outras por que a espontaneidade e o sentimento colectivo podem surpreender o mais incrédulo. Foi assim no dia 15 de Setembro de 2012, que obrigou Passos Coelho a mudar ligeiramente de rumo...

Hoje as coisas estão mais complicadas, porque temos um primeiro-ministro desarmante, que até consegue deixar quase sem palavras de protesto o "rei dos sindicalistas"...

Mas o meu propósito é deixar aqui o poema que escrevi sobre este dia exaltante, com tanta gente na rua a dar vivas à Liberdade, à Democracia e à Unidade... (poema que faz parte da "3.ª Exposição de Poesia Ilustrada da SCALA, patente na sede /galeria desta associação almadense).


15 de Setembro de 2012 

Não sei quantos éramos
Não perdi tempo a contar
Sei apenas que éramos muitos
Os que estávamos ali a caminhar.
Queríamos um outro país
Ainda com espaço para sonhar.

Mas sabíamos que não íamos lá
Apenas pelo sonho.

Era preciso lutar!

E de punho erguido
O povo voltou a gritar
Que se estivesse unido
Jamais seria vencido
Mas mais importante
que aquele grito
Era acreditar.

Sabíamos que não íamos lá
Apenas pelo sonho.

Era preciso lutar!


Luís [Alves] Milheiro

quarta-feira, junho 13, 2018

A Capacidade de Dizer Muito com Poucas Palavras...


Sempre gostei da capacidade de síntese dos poetas, de como são capazes de dizer tanto, utilizando poucas palavras.

Uma das nossas poetizas mais brilhantes, Sophia de Melo Breyner Andresen, tem poemas curtos, únicos, mesmo que  ela não pensasse na "poupança" que fazia das palavras, enquanto desenhava os poemas na sua cabeça...

Eu sei que há quem não concorde com este meu gosto. Ainda há pouco tempo tive de esgrimir argumentos com um quase "erudito das palavras bonitas", sem que chegássemos a qualquer conclusão. 

O que mais retive foi a importância que ele dava à "repetição", como se os poemas se resumissem a canções e precisassem de "reforços" para ficar a cirandar junto dos ouvidos das pessoas...

Felizmente os gostos podem-se discutir (ao contrário do que se diz por aí), mas não é por isso que mudam...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, junho 09, 2018

As Minhas Visitas à Feira do Livro...


Este ano fui duas vezes à Feira do Livro, e como de costume, trouxe mais livros do que tinha planeado, inicialmente.

Da primeira vez fui lá quase de propósito à procura do livro de fotografias de Paulo Nozolino o segundo número da colecção Ph (publicado pela Imprensa Nacional).

Na segunda vez fui em busca da poesia de Rosa Alice Branco e da Cláudia R. Sampaio. E lá vieram outras coisas, por acréscimo (aquelas coisas que chamamos "pechinchas" e acreditamos ler um dia destes...).

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, maio 12, 2018

Provavelmente o Problema é Meu...


Comecei a ler um livro de poemas, de um autor falecido recentemente, que está longe de ser um desconhecido (foi premiado e a obra era divulgada no "Jornal de Letras" e na imprensa generalista, o que já nem sei se é o melhor cartão de visita...) e experimentei a mesma estranheza que sinto com outros autores.

Provavelmente o problema é meu, não tenho sensibilidade suficiente para perceber o que ele quer transmitir. Mas na primeira dúzia de poemas que li tudo me pareceu vazio de sentido, palavras coladas sem alma, beleza e ainda menos, musicalidade...

Lembrei-me logo do teatro que não me faz pensar nem diverte e que me vai afastando das salas... das peças que sinto não chegarem à plateia, ficam paradas no umbigo do encenador (a minha dúvida é se também chegam aos actores...).

Felizmente estou a contar este desabafo no meu blogue, que continuo a pensar que é muito diferente de uma rede social, onde podia correr o risco de dizerem que só gosto de poesia e de teatro "pimba", entre outras coisas, se é que isso existe...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, abril 24, 2018

Pensar no 24 de Abril...


Infelizmente, não há muito tempo, estivemos mais próximos que nunca, do 24 de Abril. Foi quando tivemos um primeiro-ministro a mandar os nossos jovens para fora (e muitos tiveram mesmo que ir, para conseguir um trabalho...).

Eu escrevi um poema e tirei uma fotografia (encenada, em que o actor é o meu filho, que se as coisas não tivessem mudado para melhor, bem poderia também ter de partir), que fizeram parte da minha exposição de fotografia com poesia, "Cravos da Liberdade" de 2014...

Abril Floria


Fazias as malas
enquanto lá fora ABRIL FLORIA.
Sabias que não havia
lugar para ti neste país
onde se continua a fingir

que se vive em democracia…

Luís [Alves] Milheiro

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, março 21, 2018

Um Dia Mais Bonito que os Outros...


Hoje é um dia mais bonito que os outros, não apenas pela chegada da prima Vera, que é realmente um poço de virtudes e de beleza. Mas também por se festejarem as Árvores, que nos dão tantas coisas boas, desde os frutos, à frescura das suas sombras, aos cheiros, até ao "alojamento" de tantas aves, que até as escolhem como "maternidade". Mas é também o dia da Poesia e dos Poetas. 

Sim, hoje é que se festejam as palavras bonitas, através do Dia Mundial da Poesia, e não ontem ou antes de ontem.

E é por isso que vos deixo aqui um poema dos meus...

A Folha em Branco

Quando olhas a folha em branco
Desvias o olhar e tentas esquecer
O que antes era quase encanto
E chamavas  razão de viver

Queres tanto um poema
Uma história com ou sem amor
Ou até um guião de cinema,
Para que a folha ganhe cor

É por isso que espero meu Amigo,
Que quando voltares a descer a rua
Encontres um poema à tua procura
Dos que até podem ter vindo da Lua

Quero que sejas o homem da bruma
Que descobriu as palavras no passeio
E as apanhou e abraçou, uma a uma,
Voltando a sorrir sem qualquer receio.

Luís [Alves] Milheiro


(Fotografia de Luís Eme)

domingo, março 04, 2018

A Importância (ou não) dos Dias...


De há uns tempos para cá noto que algumas pessoas antecipam as datas de comemorações importantes, quase sempre apenas por conveniências próprias. Fico com a sensação de que estão com medo de que as suas iniciativas acabem por ser um fracasso, graças à provável "concorrência" nos dias festivos...

Um desses exemplos é comemoração do Dia Internacional da Mulher em Almada, pela União de Juntas Urbanas. Há pelo menos três anos que esta data é antecipada.

Este ano também reparo que se está a preparar uma homenagem a Alexandre Castanheira (por algumas associações almadenses, inclusive as a que pertenço...), que terá lugar a 17 de Março e onde se publicita o Dia Mundial da Poesia. 

Não sei de quem partiu a ideia, mas não me parece muito inteligente esta antecipação, porque uma coisa é o Dia Mundial da Poesia, outra é uma homenagem a Alexandre Castanheira, que nos deixou este ano, que entre outras coisas, foi um grande poeta de Almada.

Por este andar, e com esta nova filosofia, qualquer dia começamos a festejar os nossos aniversários, quando nos apetecer...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, fevereiro 18, 2018

"O Senhor Camões" (e "Camões")...


Porque hoje é domingo, publico por aqui a fotografia "Camões" (do Largo dos Poetas - dividi a minha exposição "Arte com História e com Gente" em "cinco largos"...) e o poema "Senhor Camões" do caderno "Praça Miguel Bombarda".

o senhor camões

olham-no em desafio
perguntam-lhe pela pala
e também pela leonor
como se este fosse
o seu único amor

sem dizer uma palavra
volta ao quarto irritado

e quando regressa
além de trazer a pala
parece um autêntico “trinca fortes”
vestido de calções
com collans por baixo
e um casaco cheio de botões

e agora sim,
já podem começar o recital
que tanta alegria
transmite aos doentes
à praça e ao hospital

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, fevereiro 17, 2018

"O Senhor Amadeo" (e um "Convite" Especial...)

Hoje é dia da poesia e da fotografia nos meus blogues e na sede da SCALA, em Almada (a partir das 16 horas).

É também por isso que publico, com todo o gosto, um poema do meu caderno, "Praça Miguel Bombarda", e uma fotografia da minha exposição, "Arte com História e com Gente", no "Largo", no "Casario, "Nas Viagens" e na "Carroça" (aqui a fotografia foi substituída pela capa).

Por este ser o meu blogue mais mediático, escolhi uma fotografia, que pode entrar com facilidade na lista da "arte proibida" feita por pessoas que usam saias abaixo do joelho e cuecas de gola alta (homens e mulheres...) e que felizmente embeleza os museus de quase toda a parte (esta está no exterior do Museu do Chiado).

E foi a pensar na onde de puritanismo que nos rodeia que lhe dei o nome, "Convite"... E tem a companhia do poema "O Senhor Amadeo", que é uma homenagem a todos os artistas plásticos, de todos os tempos.


o senhor amadeo

escreve versos com cores
diz que é poeta de mão cheia
e de uns tantos amores

alguns dos companheiros
olham para os seus quadros
quase sempre espantados
não conseguem perceber
muito bem a sua linguagem
o que ele lhes quer dizer

amadeo não fica incomodado
diz apenas que é modernista
prefere a cor as formas
às fotografias pintadas
e se quiserem até lhe podem
chamar fantasista
ou até ilusionista

(Fotografia de Luís Eme)


sexta-feira, fevereiro 16, 2018

Ser Poeta é...

Eu sabia que esta coisa de se ser poeta, pode ser muitas coisas.

Há dias fiquei a saber que não era só o meu professor de português, desengonçado e balofo, que gostava de espalhar na sala de aulas a frase de que todas as mulheres são bonitas, armado em poeta. Pobre homem, que não sabia diferenciar um poeta de um mentiroso.

Assisti ao mesmo "filme", há alguns dias. Sorri pela lata do "poeta" que espalhava a mesma frase, talvez desta vez com um segundo interesse. Sim, podia andar em busca de alguma feia, que fosse dona de uma beleza interior estonteante...

Pensei que uma das coisas mais difíceis de definir, é de facto, o que é ser poeta. Acho que isso acontece por que há mais que uma forma de ser poeta e de escrever poesia.

E claro que não estou a pensar nos fulanos que insistem em não tomar banho e não mudar de roupa durante longas temporadas. Isso transforma-os mais em "porcos" que em poetas.

A poesia é quase sempre um jogo de palavras, e somos melhor ou piores poetas, pela nossa capacidade de de lhe oferecermos novos significados e significandos (sim, também há algo de matemático no jogo...), "amarrotando-as" ou "embelezando-as", fazendo com que sejam, pelo menos, uma coisa diferente, capaz de furar a banalidade dos nossos dias.

E sim, o poeta é capaz de ver, o que mais ninguém vê, e depois fazer a sua descrição...

(Fotografia de Paolo Bossi)

quarta-feira, janeiro 24, 2018

Preocupações Estranhas sobre Amores Estranhos...


Hoje no blogue "Horas Extraordinárias" comentou-se a possibilidade de Fernando Pessoa ter uma segunda namorada (uma rival para a Ofélia...), segundo novas leituras de alguns poemas de amor com dedicatória.

O mais curioso é que muitos dos estudiosos da obra do "Senhor Poetas" fingem não perceber que muitos poemas são escritos dentro dos sonhos (e até das sombras...), às vezes agarrados a mais que um rosto, a mais que um corpo...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, janeiro 16, 2018

A Pergunta Dele foi Simples...

Gosto de algumas frases curiosas que alguns "artistas" colam nas paredes...

São quase "pura poesia".

(Fotografia de Luís Eme)