A Dança foi festejada ontem, em muitos palcos e até nas ruas, por corpos mexidos pela música, que não foi a de hoje.
A de hoje é especial, é o Jazz, que continua a gostar de ser pintada em tons escuros e que vive sobretudo do improviso, que não se consegue esconder daquilo que entendo por arte instrumental.
As Palavras, essas são festejadas todos os dias. São de tal forma importantes, que conseguem iluminar os corpos que dançam sem parar ou ampliar os sons mágicos de uma "multidão" de instrumentos, que gostam de se afirmar pela e em Liberdade.
O óleo é de Johanna Perdu.
