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sábado, outubro 06, 2018

Equilíbrio...


Equilíbrio é o que me sugere esta fotografia (penso que já publiquei uma parecida...).

Algo que falta cada vez mais, um pouco por todo o lado. Nem é preciso falar das redes sociais (onde se usam cada vez mais os "megafones"...) ou das caixas de comentários dos jornais e blogues.

Basta andar por aí e mudar de rua nas passadeiras, para perceber que uma boa parte dos condutores olham para os peões com cara de "buldogue", apenas porque lhe interrompemos a marcha.

Do mundo nem é preciso falar. Os EUA passam o tempo a fazer o pino. Mas os exemplos da Venezuela e do Brasil na Latina-América, não são melhores. 

E depois temos a Europa, que gosta de ser paternalista e de fingir solidária, ao mesmo tempo que pisca o olho aos nacionalismos e populismos, que continuam a crescer, numa "ocupação quase silenciosa"...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, maio 09, 2014

Uma Sociedade Cada Vez Mais Violenta e Cobarde


É cada vez menos estranho encontrar por nas ruas, alguém de cabeça perdida, preparado para explodir, ao mínimo contratempo que lhe surge pela frente.

E se estão ao volante de um carro podem transfigurar-se e fazer-nos sentir que os automóveis são uma das armas mais perigosas que se usam nas cidades.

Quando alguém acelera à aproximação de uma passagem de peões e ainda grita insultos pela janela, explica apenas um pouco da confusão que deve ter tomado conta da chamada "caixa dos pirolitos"...

Mas o pior está guardado lá para casa, para a mulher e para os filhos, que normalmente oferecem menos resistência que o "mundo exterior"...

Não sei se há displicência dos tribunais e das polícias, sei que a violência está a tomar proporções anormais no nosso país.

O óleo é de Heiner Altmepen.

segunda-feira, dezembro 26, 2011

As Estradas, os Carros e as Pessoas

Não esperava encontrar tanta gente nas estradas no dia de Natal. À hora de almoço havia mais confusão junto à Ponte, que num dia da semana. Talvez uma boa parte dos filhos tenham decidido ir almoçar com os pais, como foi o meu caso.

Eu sei que a estrada não é definitivamente um lugar de paz, nem mesmo num dia que devia apelar ao amor e à compreensão, mas...

Se uma boa parte das pessoas quer chegar o mais rapidamente aos seus destinos, outros nem por isso. Isso explica-se pelas oscilações de velocidade que podem ir dos sessenta aos duzentos.


O mais estranho é que as pessoas que conduzem a menos velocidade, são quase sempre as que têm comportamentos mais perigosos nas auto-estradas. São as que ensaiam ultrapassagens a menos de oitenta, quando estamos próximos, obrigando-nos a travar (e a dizer uma série de palavrões pouco dignos da quadra...), que não sabem a bênção que representam os sinais de mudança de direcção (quantos acidentes se evitariam com este simples gesto...), etc. 

Todos lhe chamamos condutores de fim de semana (realmente fazem-se notar mais aos sábados, domingos e feriados...), mas eu diria que são pessoas inábeis para a tarefa e que não deviam conduzir automóveis.

O óleo é de Mark Lague.