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domingo, setembro 04, 2011

Passeio pelo Interior Norte


Depois de termos passado o fim de semana no nosso refúgio da Beira Baixa, resolvemos partir à aventura, durante quatro dias, pela Beira Alta e pelo começo de Trás-os-Montes.


Havia dois momentos especiais no passeio: a visita ao Museu e às Gravuras Rupestres de Vila Nova de Foz Côa e um passeio de barco pelo Douro.

Pelo caminho fomos passando por várias localidades bonitas e agradáveis, umas desconhecidas e outras que já não visitavámos há bastante tempo (Guarda, Pinhel, Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Pocinho, Torre de Moncorvo, Pinhão, Régua, Vila Real, Lamego, Trancoso - um belo acaso...-, Celorico da Beira, Alpedrinha, Castelo Branco, etc).

Só na quinta-feira é que apanhámos alguma chuva, mas nada de muito preocupante...

Uma bela viagem pelo nosso Portugal mais escondido.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Mourinho Tem Toda a Razão

Houve muito boa gente que não gostou que Mourinho dissesse a verdade, quando disse que não havia qualquer comparação entre ele e André Villas-Boas, inclusive na forma como chegaram ao F.C.Porto, como treinadores.

Os jornalistas e comentaristas com falhas de memória, para não lhes chamar outra coisa, chamaram-lhe "infeliz", invocando mais ou menos o mesmo número de jogos disputados por ambos como treinadores, esquecendo o essencial: Mourinho antes de treinar o F.C.Porto, treinou um grande de Lisboa, o Benfica, que abandonou depois de ter vencido o "derby" lisboeta por três a zero e que na época seguinte quando deixou o U. Leiria, para treinar o F.C.Porto, este estava no terceiro lugar da 1ª Liga.

André Villas-Boas limitou-se a fazer uma época incompleta na Académica (a partir de Outubro de 2009), terminando o campeonato profissional num modesto 11º lugar...
Sei que depois de vencer o Benfica, o jovem técnico passou a ser o maior e fartou-se de levar palmadinhas nas costas. Embora o André possa ser um gajo bestial, não vale a pena "fintar" a realidade.

Foi assim, não foi Francisco?

quinta-feira, outubro 25, 2007

Apanhar Boleia no Tempo de Táxi


Uma das capas mais felizes do "boom" do rock português foi a do primeiro álbum dos "Táxi", com o quarteto (João Grande, Rui Taborda, Henrique Oliveira e Rodrigo Freitas) nortenho dentro de uma espécie de táxi, um Mercedes 180 D, daqueles bonitos, verdes e pretos...