Ela pediu-me para lhe escrever uma carta, que trouxesse dentro uma história, por muito pequena que fosse. Usou como argumento o facto de não receber cartas pessoais há mais de uma década.
Disse-lhe que sim, desde que ela ilustrasse a minha história.
«Está bem» foi a sua resposta e a carta lá seguiu.
Passaram-se dois meses e a resposta tarda em chegar.
Embora eu já soubesse, ela confirmou-me esta semana, que é muito melhor receber que enviar notícias...
O óleo é de Taner Ceylan.
.jpg)
