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quarta-feira, setembro 26, 2012

Lisboa Amarga e Doce


Hoje passei pelos Paços do Concelho de Lisboa e vi a exposição, "Lisboa Amarga e Doce" (1975/ 2010), de Eduardo Gageiro, a continuação da sua exposição, "Lisboa no Cais da Memória (1954/1974).

Tal como comprei o primeiro álbum, também quero comprar este segundo, mais uma vez muito bem acompanhado pela poesia de Ary dos Santos e de Fernando Pessoa.

Não tenho dúvidas que o Eduardo é um dos homens que melhor tem retratado Lisboa.

quinta-feira, junho 26, 2008

Cartas de Desamor...

As cartas entraram mesmo em desuso.

As únicas cartas que recebemos são de contas, extractos bancários, etc. Tudo coisas que nos irritam e fazem coçar a cabeça.
E por isso mesmo, só podem ser cartas de desamor...
Esta fotografia de Eduardo Gageiro, da Mouraria, de 1958, retirada do excelente álbum "Lisboa no Cais da Memória", tem todo o simbolismo e a preocupação de quem não recebeu uma boa notícia...

segunda-feira, março 10, 2008

Música da Boa

Já tinha pensado escrever sobre a banda (gosto mais que orquestra...), da qual faço parte e onde estou a aprender os "acordes desafinados" de um dos instrumentos mais populares do nosso país, o acordeon.

Tudo graças ao talento e à imaginação de uma grande poetisa do norte, Alice Macedo Campos, que além dos seus talentos poéticos, é a maestrina da banda mais versátil e também mais incomum, da blogosfera.
Alice, eles não sabem, mas é impossível apagar, "A Tradução da Memória"...
A fotografia do bailarico lisboeta dos anos sessenta, animado por acordeon, é do Eduardo Gageiro.

quinta-feira, janeiro 17, 2008

A Paciência de Chinês


Esta fotografia de Eduardo Gageiro, datada de 1958, mostra-nos um chinês paciente, a vender nas ruas lisboetas, rente ao Martim Moniz, com a ajuda de uma alcofa, onde guardava as suas bijutarias...
Cinquenta anos depois, pode-se dizer que valeu o esforço e a paciência desde quase "explorador urbano", a abrir caminhos, como nós fizemos quinhentos anos antes...
Hoje percebe-se que o seu povo veio mesmo para ficar...

sábado, novembro 24, 2007

Uma Outra Lisboa

Os amoladores quase que desapareceram das ruas de Lisboa e de qualquer outra cidade, porque as pessoas aburguesaram-se, deixaram de colocar varetas nos chapéus vitimas dos vendavais ou afiar as facas de cozinha e as tesouras de costura...
Recordo também que eles apareciam com as mudanças de tempo, quase a anunciar chuva...

A fotografia é do Eduardo Gageiro, a "dica" da Sininho...