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domingo, março 25, 2018
quinta-feira, dezembro 08, 2016
O Prazer de Almoçar à Beira do Tejo...
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quarta-feira, dezembro 07, 2016
Uma Escolha de Última Hora...
Para escolher as 50 fotografias com a Ponte Sobre o Tejo para a minha exposição que será inaugurada na sexta-feira, tive como ponto de partida 120 imagens. Depois umas foram desaparecendo, ao mesmo tempo que surgiam outras novas do lado de lá (notei que tinha muito mais fotografias da Margem Sul que da Margem Norte...).
O mais curioso foi ter ido buscar uma fotografia que estava de fora para o cartaz... que acabou por entrar à última hora na exposição.
É a fotografia que ilustra estas palavras, e foi escolhida pelas pessoas, embora a maioria das imagens da exposição estejam limpas de gente. Elas próprias parecem estar a ver a "exposição", foi isso que pesou na escolha e não a sua qualidade...
(Fotografia de Luís Eme)
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sábado, agosto 06, 2016
A Ponte (não) é uma Miragem...
A ponte deixou de ser uma miragem no final de 1962, quando se iniciaram as obras do projecto público mais arrojado até então: a construção de uma ponte que unisse as duas margens do Tejo, junto à Capital (havia projectos desta travessia com quase um século...).
Mas as coisas até correrem bem, menos de quatro anos depois foi possível fazer a festa da sua inauguração, há exactamente 50 anos...
Este poema que aqui publico foi escrito para ilustrar com palavras uma exposição que fiz ("A Ponte é uma Miragem"), cheia de pontes e de Tejo, da qual também faz parte a fotografia publicada.
A Ponte é uma Miragem
a ponte é uma miragem
que ultrapassa a
exposição
pois é também uma
viagem
do olhar e dos sentidos
que buscam inspiração
e querem que a ponte
seja mais
que uma simples
passagem.
olhar que se cruza
com um Rio de “visões”
tanto a norte como a
sul
e que se deixa levar
em todas as direcções
sentidos explorados
pelo som que se
confunde com o vento
de um tabuleiro povoado
de carros
suspenso pelos cabos do
tempo
sentidos encantados
pelas cores de um Tejo
radiante
que pinta toda a paisagem
de uma forma
contagiante
e transforma a ponte na
tal miragem
Luís Milheiro
(Fotografia de Luís Eme)
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sexta-feira, agosto 05, 2016
Um Olhar da Ponte (Diferente) à Escolha...
Devo ter mais de uma centena de fotografias com a Ponte Sobre o Tejo.
Até já fiz uma exposição individual com o título "A Ponte é uma Miragem".
E como hoje não tinha nada para dizer (há dias assim...), andei à procura de uma fotografia que fugisse do habitual, que oferecesse uma perspectiva diferente.
E calhou esta...
E calhou esta...
(Fotografia de Luis Eme)
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segunda-feira, dezembro 26, 2011
As Estradas, os Carros e as Pessoas
Não esperava encontrar tanta gente nas estradas no dia de Natal. À hora de almoço havia mais confusão junto à Ponte, que num dia da semana. Talvez uma boa parte dos filhos tenham decidido ir almoçar com os pais, como foi o meu caso.
Eu sei que a estrada não é definitivamente um lugar de paz, nem mesmo num dia que devia apelar ao amor e à compreensão, mas...
Se uma boa parte das pessoas quer chegar o mais rapidamente aos seus destinos, outros nem por isso. Isso explica-se pelas oscilações de velocidade que podem ir dos sessenta aos duzentos.
O mais estranho é que as pessoas que conduzem a menos velocidade, são quase sempre as que têm comportamentos mais perigosos nas auto-estradas. São as que ensaiam ultrapassagens a menos de oitenta, quando estamos próximos, obrigando-nos a travar (e a dizer uma série de palavrões pouco dignos da quadra...), que não sabem a bênção que representam os sinais de mudança de direcção (quantos acidentes se evitariam com este simples gesto...), etc.
Todos lhe chamamos condutores de fim de semana (realmente fazem-se notar mais aos sábados, domingos e feriados...), mas eu diria que são pessoas inábeis para a tarefa e que não deviam conduzir automóveis.
O óleo é de Mark Lague.
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sexta-feira, junho 04, 2010
O Feriado foi Assim...
A "blogosfera" tem muitos motivos de interesse, o maior de todos é a liberdade de se discutir tudo, de todos os ângulos e perspectivas, o que raramente se consegue fazer nos jornais, quanto mais não seja pelo respeito que nos deve merecer o verdadeiro serviço informativo.
Este feriado, por ser religioso ou por outra coisa qualquer, foi alvo apetecido de muitos puristas que se colocaram em cima de um banco para dizerem que temos feriados a mais. Eu acho que não, temos sim muitas pontes (eu sei, algumas em mau estado, mas...), e claro, um grande aproveitamento - especialmente no sector público - dos feriados para se fazer mini-férias.
Penso que é nestas alturas que os funcionários públicos são mais invejados, já que por norma se repartem em dois grupos, passando cada um a sua ponte.
Eu não fiz ponte mas aproveitei o feriado para ir até ao Sul, ao interior. Passei por Avis, Arraiolos e Montemor-o-Novo.
A fotografia mostra a água onde nos refrescámos e a mesa onde fizemos um piquenique, tão ao gosto dos miúdos...
quarta-feira, janeiro 07, 2009
Não há Lados Certos Neste "Poligono" Chamado Janeiro
Nem sei por onde comece...
Talvez pelo fim, pelo adolescente que talvez nem tenha chegado a perceber, que afinal não era à prova de bala, por ainda se encontrar dentro de um filme de acção.
Morreu com apenas catorze anos, uma idade menor, quase de criança. Não sei se com muito ou pouco mundo à frente. A única coisa que foi divulgada foi que ele já tinha uma longa folha de serviços pelo lado de fora da lei.
À distância, parece-me que ele e os amigos foram os principais culpados do que sucedeu. Apesar das idades curtas, deviam ter corpo de grandes e adorarem desafiar o perigo, em cada esquina. É a explicação para a arma virada para os polícias.
Os agentes da lei, naquele momento já não tinham muitas alternativas: não podiam fingir-se cansados de repente e pararem; fugir também era demasiado arriscado, no momento em que tinham uma arma apontada. Só poderiam fazer aquilo que faz parte dos manuais da sua profissão, disparar de modo a neutralizar o inimigo, que se encontrava armado e tentava escapar, de qualquer maneira, colocando vidas em perigo...
Parece um filme, mas não deve estar muito distante da realidade.
Em relação ao conflito na Faxa de Gaza, perdi quase todas as palavras.
É demasiado óbvio que o Hamas estava a pedi-las, quando começou a lançar "rockets" para o interior de Israel. E se o fizeram para que os israelitas decidissem atacar a sério, para perceberem que não é possível dar o golpe de misericórdia, deixando-os ao mesmo tempo mal na fotografia, em relação ao Mundo?
Pensava que a experiência de anos de "guerra" dos israelitas, já os tinham feito perceber que a violência apenas gera mais violência. E que na contagem final de mais uma "batalha", a grande fatia de mortos, palestinianos, são as crianças, mulheres e velhos do costume...
Para acabar, completamente fora do contexto, Sócrates lá conseguiu dizer a palavra "mágica": recessão.
A foto, apesar de poder facilmente ser confundida com um cenário de guerra, é de uma janela no Ginjal...
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terça-feira, agosto 07, 2007
A Geografia dos Nomes
Ontem a Ponte Sobre o Tejo, entre Alcântara e o Pragal, comemorou mais um aniversário.
Curiosamente, ou talvez não, os baptismos da ponte continuam sem unanimidade. Primeiro foi Ponte Salazar, hoje é Ponte 25 de Abril. E amanhã poderá ser outra coisa, pois segundo os engenheiros esta obra é coisa para durar pelo menos um século. Pelo que até 2066 ainda tem tempo de sobra para receber novo baptismo...
Provavelmente o erro foi ter ficado inicialmente com o nome do ditador português e não de outra figura histórica mais abrangente, como por exemplo D. Afonso Henriques, D. João I ou II. Até porque ele ainda estava em funções, como presidente do conselho de ministros do império português, quando este cargo era o mais importante da nossa governação e o Presidente da República não passava, orgulhosamente, de um corta-fitas, ao qual juntava ainda algum humor, com os seus discursos pouco convencionais...
Claro que Salazar não passava de um falso simplório. Se por um lado, fazia o papel de pobre e humilde - não trocando de botas nem de fato - adorava estas coisas dos nomes, o poder ficar para a posteridade. Só lhe faltava a lata do ditador do Iraque e do Alcaide de Elvas, caso contrário não havia cidade portuguesa sem uma sua escultura num lugar bem visível e ainda um jardim, uma ponte ou avenida...
Curiosamente, ou talvez não, os baptismos da ponte continuam sem unanimidade. Primeiro foi Ponte Salazar, hoje é Ponte 25 de Abril. E amanhã poderá ser outra coisa, pois segundo os engenheiros esta obra é coisa para durar pelo menos um século. Pelo que até 2066 ainda tem tempo de sobra para receber novo baptismo...
Provavelmente o erro foi ter ficado inicialmente com o nome do ditador português e não de outra figura histórica mais abrangente, como por exemplo D. Afonso Henriques, D. João I ou II. Até porque ele ainda estava em funções, como presidente do conselho de ministros do império português, quando este cargo era o mais importante da nossa governação e o Presidente da República não passava, orgulhosamente, de um corta-fitas, ao qual juntava ainda algum humor, com os seus discursos pouco convencionais...
Claro que Salazar não passava de um falso simplório. Se por um lado, fazia o papel de pobre e humilde - não trocando de botas nem de fato - adorava estas coisas dos nomes, o poder ficar para a posteridade. Só lhe faltava a lata do ditador do Iraque e do Alcaide de Elvas, caso contrário não havia cidade portuguesa sem uma sua escultura num lugar bem visível e ainda um jardim, uma ponte ou avenida...
Fiquei ainda mais convencido desta "vaidade", quando descobri, há pouco tempo, que no concelho de Almada - na Cova da Piedade - já existia uma Rua António Oliveira Salazar em 1940...
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