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quinta-feira, agosto 22, 2019

Mutações Quase Diárias...


As paredes do Ginjal são quase "terra sem lei", quem chega, munido de uma ou duas latas de spray, começa a fazer a sua "pintura de guerra", sem se preocupar (ou respeitar) com o trabalho e o "artista" anterior.

Às vezes até fica algo mais bonito, com mais cor ou sentido (como neste caso...). Outras nem por isso.

O mais curioso, é que alguns "artistas" que vêm de fora, podem nem sequer voltar uma segunda vez ao "local do crime"... 

Talvez essa seja a parte gira da coisa. Filma-se o "boneco", posta-se no instagram e já está.

A única coisa que me apetece dizer, é esta gente que "pinta paredes", está longe de ser recomendável, pelo menos no mundo das artes e dos artistas...

(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)

domingo, agosto 11, 2019

(Sem Palavras)


(Fotografia de Luís Eme - Arealva)

sábado, julho 13, 2019

Lisboa e Nuno Saraiva


Hoje, por um mero acaso, quando ia descer pelo elevador, perto do Largo do Caldas, para a Baixa, descubro uma exposição de Nuno Saraiva (num edifício da Junta de Freguesia...), com alguns dos seus "bonecos", a maioria sobre Lisboa.

E como tem sido boa a sua parceria com a Capital, com os folhetos com a programação das Festas dos Santos Populares a parecerem quase catálogos artísticos.

O Saraiva até estava presente e tudo (talvez a inauguração tivesse acontecido algum tempo antes...), a conversar com amigos.

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

quinta-feira, maio 23, 2019

As Paredes Gostam de Coisas Bonitas


Quando olhei este retrato pintado (fica próximo do Cais do Sodré, à beira rio), pensei que não deve haver por aí, parede que resista a uma pintura bonita...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

domingo, maio 12, 2019

«A colecção de arte não volta para as suas mãos»


Um amigo, mais entendido que eu em leis, assegurava-me há alguns meses, que a Colecção Berardo, que está no Museu com o mesmo nome, no CCB, já não saía das mãos do Estado. Falou-me inclusive da tentativa frustrada dos representantes do "dono" de levarem para fora algumas das sua obras mais valiosas, para serem leiloadas.

Depois do espectáculo protagonizado pelo "comendador" na Assembleia da República (onde até tem por lá uma sobrinha...), não sei se será assim...

Joe Berardo, bem acompanhado por um "advogado-ponto", disse  apenas o que quis, sem perder a oportunidade de se rir na cara dos deputados da comissão que o recebeu, sempre que lhe foi possível.

Claro que nada disto é novidade, já passaram pelo Parlamento, vários "berardos", que se limitaram a brincar com coisas sérias, sem que os deputados corem de vergonha ou façam alguma coisa, para alterar este estado de coisas.

(Fotografia de Luís Eme - Alcântara - 45 anos depois de Abril, ainda não conseguimos resolver este problema, continuamos a ser nós, os pobres, a pagar a "crise"...)

sexta-feira, abril 26, 2019

Dia 26 Continua Abril em Almada...


As escolas do Concelho nos últimos anos têm comemorado o 25 de Abril com arte e engenho, através de uma exposição artística colectiva, patente na Oficina de Cultura de Almada.


Eu passei por lá hoje, e como de costume, gostei do que vi...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

domingo, abril 07, 2019

O Cinema Português com Nomes Próprios


Não é piada, mas é no mínimo curioso que dois títulos de filmes de cinema estreados recentemente tenham nomes de pessoas. Um é o "Gabriel" e o outro é o "Diamantino".

Abordam ambos o fenómeno desportivo (o boxe e o futebol...), entre outras coisas. Sim, a "vidinha" está lá. De um lado com a cor de pele, do outro com a cor do dinheiro...

Como não vi nenhum dos filmes, é melhor ser parco nos meus comentários.

Sei que o último tem feito mais furor, porque ganhou um prémio em Cannes, e segundo as críticas, tenta explorar em jeito de comédia o "lado Cristiano Ronaldo" do futebol, cheio de tostões. Embora os realizadores (são dois...), digam que se tratou apenas uma feliz coincidência... (que calha sempre bom ao negócio).

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)

quinta-feira, março 28, 2019

O Testemunho de um Homem do Teatro...


Ontem festejou-se o Teatro, mas o que me ficou deste dia foi a entrevista que Jorge Silva Melo deu ao "DN". Provavelmente, por ele ter tido a coragem de colocar o dedo "numa das feridas"...

«O Estado permite que haja teatro em condições cada vez mais fechadas para os espectadores, com espectáculos que fazem três/ quatro récitas. É uma coisa inadmissível, porque é o mesmo que dizer "não venham cá", levar os empresários teatrais institucionais a não acreditarem nos espectáculos que só têm dois/ três dias porque têm a certeza que os primos, os namorados e os irmãos irão ver mas não acreditam na capacidade de se tornarem acontecimentos. São pequenas festas entre amigos e é isso que tem acontecido lamentavelmente. Nos últimos cinco anos o teatro é insultuoso para os espectadores, pois estão a dizer 'vocês não são da profissão e nós só estamos a trabalhar para os profissionais da profissão'. A maior parte dos teatros institucionais têm o seu público entre aspirantes a pessoas que fazem teatro e reformados de pessoas que fazem teatro, portanto são festas de primos em vez de abrangerem a sociedade. O teatro que eu pensei ser possível também em Portugal seria o teatro cívico, ou seja, para a sociedade numa cidade grande como foi Lisboa antes de ficar esvaziada. Qual é o lugar do teatro?»

É uma boa pergunta... Este não será, com toda a certeza.

É raro vermos alguém "do meio" a fazer um retrato tão lúcido de uma Arte (e infelizmente não é a única...), que se está a deixar  levar "pela onda", para não perder os subsídios atribuídos...

Mas é uma pena que a gente do teatro puxe cada vez menos  pela imaginação, aceitando as "regras do jogo", institucionais, sem perceber que aos poucos e poucos, vai perdendo  a independência e a liberdade, elementos-chave para que este espectáculo seja único...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

sexta-feira, fevereiro 22, 2019

Uma Galeria Diferente...


Há já alguns dias que era para falar das Carpintarias de São Lázaro (ao cima da rua com o mesmo nome, depois do Martim Moniz), que foram transformadas em galeria de arte (género XL...), que pode ser muitas coisas.

Neste momento acolhe a exposição de Jorge Molder ("Jogo de 54 cartas"). Eu que até nem aprecio muito o género, verifiquei que até nem fica nada mal ali, graças ao espaço.

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

quarta-feira, fevereiro 13, 2019

A Importância do "Eu" na Imagem...


Já tinha pensado falar por aqui sobre a forma como se entende a fotografia hoje (já o devo ter feito a espaços, os blogues, tal como os diários, acabam por ser "máquinas de repetição"...), muito graças à facilidade, e até banalidade, com que se usa e abusa da  imagem, especialmente da nossa...

Penso mesmo que se fez um "desvio" no entendimento que se fazia da fotografia, no nosso quotidiano.

Durante muitos anos a fotografia para o cidadão comum, servia sobretudo para fixar na memória as pessoas, especialmente os familiares. Antes ou depois da festa, fazia-se sempre a fotografia de grupo.

Quem queria ir mais longe, quem gostava de fixar a paisagem, de preferência sem gente, não era olhado com normalidade. Entrava no grupo da "malandragem" que se dedicava a essa coisa estranha, que chamavam arte...

Hoje, a paisagem continua a ser o caminho da diferença. As pessoas continuam a ser os principais actores da imagem fotográfica, mas com uma novidade: querem estar sempre dentro das fotografias, ser os seus actores principais. As redes sociais influenciaram muito este novo "olhar", com as famosas "selfies", que têm a importância de transmitir coisas como: «eu estou aqui», «eu fui ali», ou ainda, «olha quem está aqui comigo».

Eu tenho alguma curiosidade em saber o que é que a Cindy Sherman ou o Jorge Molder (a Helena Almeida já não é possível...), por exemplo, pensam desta nova fase da fotografia, em que o "eu" é o "actor principal", tal como acontece nas suas imagens artísticas...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, fevereiro 08, 2019

Olhar e Sorrir (sem pensar muito no assunto)


Embora sejamos melhores a rir-nos dos outros que de nós próprios, não deixa de ter graça, a forma escolhida por alguns "artistas de rua", para alegrar a cidade de Setúbal...


E as ruas ficaram bem mais coloridas com os "érres" do Sado...

(Fotografias de Luís Eme - Setúbal)

domingo, fevereiro 03, 2019

A Tolerância Milenar em Relação ao Nu Artístico...


Os artistas plásticos, pelo menos num aspecto, podem considerar-se uns privilegiados, ao longo dos séculos. Sempre puderam trabalhar o nu, na pintura e na escultura, sem grandes censuras, mesmo da parte da toda poderosa igreja católica.

Falei sobre isso com um amigo um pintor, entre outras coisas, mas ele não foi capaz de me dar uma resposta convincente. Talvez por nunca ter pensado seriamente no assunto. Refugiou-se na existência de inúmeras estátuas inspiradas nos corpos masculinos e e femininos, sem qualquer peça de roupa,  desde as civilizações mais antigas, principalmente a Grega e a Romana. 

Ou seja, não havia volta a dar. "Era Arte".

E felizmente continuou a ser Arte pelos séculos fora...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

segunda-feira, janeiro 07, 2019

A Quase Natural Ilusão Óptica...


Tantas vezes que olhamos para as coisas, e vá-se lá saber porquê, num primeiro olhar vislumbramos coisas que, depois de sermos levados pela razão, descobrimos que "são outras coisas"...

Talvez sejam os nossos olhos que se gostam de iludir, ao ponto de conseguirem ver coisas que vão muito mais longe que qualquer fotografia.

Sei que eles não agem isoladamente, são quase sempre cúmplices da "nossa caixa de mecanismos", que só não manda muito no coração, que curiosamente, também é rapaz para se iludir com uma grande facilidade.

Penso que só mesmo os pintores adeptos do "realismo mágico" (não, não é apenas um género literário...) é que conseguem ir tão longe. Os surrealistas? Nem por isso, eles não gostam nada da realidade, fazem tudo para a virar de pernas para o ar...

Escrevi estas linhas depois de olhar a janela do cacilheiro, que quase que jurava pertencer uma carruagem de comboio...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, dezembro 31, 2018

«Tudo é possível, até o impossível»


Este ano de 2018, que se está quase a despedir, foi um ano curioso, para não lhe chamar outra coisa.

Aconteceu um pouco de tudo. Houve dois ou três episódios, que não só me ajudaram a seguir outros rumos, como fizeram com que percebesse, ainda melhor, a natureza humana (vi com mais nitidez o que as pessoas são capazes de fazer, para se manterem no poder - por mais pequeno que ele seja...).

Uma das coisas mais positivas, foi ter conseguido mais tempo para mim, para fazer coisas que me dão prazer. 

Andei mais, por aqui e ali, a descobrir coisas. Li muito. Nunca tinha lido tantos livros num só ano (quarenta e nove...). E claro que também escrevi bastante. Até aqui no "Largo" (foi o ano que escrevi mais textos, 314, com este de despedida de 2018). E para não variar, fotografei, exageradamente, muitas vezes apenas por que sim (deve ter sido por isso que utilizei tantas fotografias da minha autoria nos meus blogues. 273 no "Largo", 76 no "Casario" e 31 nas "Viagens", nada mais nada menos que 380 imagens).

É também por isso que espero por 2019, com grande tranquilidade. Embora esteja envolvido em meia-dúzia de projectos, colectivos e individuais, não há nenhum que seja decisivo, para o que quer que seja. São apenas, para desenvolver, sem pressões, sem prazos. O que é muito bom. Pois todos eles têm tempo suficiente para respirar e para decidirem "o que querem mesmo fazer da vidinha"...

Para terminar, desejo um bom ano de 2019, também tranquilo e inspirador, para todos os visitantes do "Largo".

(Fotografia de Luís Eme - O cartaz do "Regresso da Mary Poppins", não aparece aqui por acaso, ele diz-nos que «tudo é possível, até o impossível)

domingo, dezembro 09, 2018

Ir ao Circo e Sentir a Falta da Magia da Infância...


Hoje fui ao  circo, algo que não fazia há já alguns anos.

O mais curioso é sentir que aquilo que gostava mais na infância, é o que acabo por achar menos graça nos dias de hoje: os palhaços.

Na infância gostava de ir ao circo, com os meus pais e o meu mano, sobretudo por eles. Tudo o que faziam me fazia sorrir. Agora sinto que tudo o que transmitem no palco é demasiado vulgar e rabiscado...

Apesar de ter noção de que os animais deste espectáculo são retirados do seu habitat natural para serem explorados, e muitas vezes maltratados, também sei que foi graças ao "maior espectáculo do mundo", que muitas crianças viram pela primeira vez animais da selva...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, dezembro 08, 2018

Fotografia, Razões e Emoções no Chiado


Hoje estive no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, para ver a exposição "Carlos Relvas (1838 - 1894) Vistas Inéditas de Portugal" e para participar na sessão de retratos em cenário de época, através do processo fotográfico do século XIX, realizado pelo Silverbox Studio.

Não menos agradável foi visitar a exposição, "Arte Portuguesa, Razões e Emoções", que faz uma viagem pelas artes plásticas dos últimos 150 anos, com mais de 200 obras de quase 100 artistas.


Gostei particularmente da forma como as obras estão expostas, quase em módulos (sete): "Espelho de Almas";  "O Poder da Imagem"; "Uma Cultura Moderna"; "Cuidado com a Pintura!"; "Formas de Comunicação e Contestação"; "Linguagens e  Experimentação" e "Pós Moderno".

Apetece-me destacar as obras de Tomás da Anunciação (merecido pela sua qualidade e por se comemorar este ano o bicentenário do seu nascimento). Almada Negreiros também é especial, assim como Jorge Vieira, cujas esculturas são únicas. 


Deixo para o fim uma curiosidade, também está em exposição uma obra do poeta Alexandre O'Neill (um desenho a tinta da china com colagem, dos seus tempos surrealistas).

(Fotografias de Luís Eme)

quarta-feira, novembro 21, 2018

A Cultura que não Enche Barriga...


Infelizmente as coisas não mudaram assim tanto, especialmente para os idealistas.

Não faltam por aí casos de gente ligada à cultura que passa mal, ou pelo menos que não se bate com regularidade com um bom bife carnudo, ou até com um pires de camarão, ainda que este se tem popularizado com o tempo...

Pensei nisto ao ver mais um episódio da excelente série portuguesa, "Três Mulheres", um bom retrato de época. Talvez não exista muita gente com a lata do Luiz Pacheco, sempre pronto a cravar "vinte paus" aos amigos e conhecidos, ou de Fernando Ribeiro de Mello (bem publicitado na série, que ia petiscar os célebres bifes do "Império", à conta da poeta Natália Correia...).

Talvez hoje existam mais exemplos, como o do pintor Manuel Ribeiro de Pavia, que escondia a pobreza em que vivia, até dos amigos, que apenas estranhavam a sua magreza, dia após dia... e nos abandonou com apenas 50 anos, vitima de pneumonia.

Isto acontece por que uma boa parte dos criadores têm dificuldade em vender o que fazem (e ainda mais em venderem-se...), pelo menos os idealistas.

(Fotografia de Luís Eme - mosaicos de um prédio da Graça)

segunda-feira, novembro 12, 2018

Os Novos (quase velhos) Artistas de Rua...


Os chamados artistas de rua eram normalmente pessoas com algum talento circense ou musical, que animavam (e ainda animam, felizmente...) as ruas.

Mas ontem o Gui resolveu oferecer-me uma nova versão (que nem sequer é nova...), com gente cujo único talento visível é a aposta na diferença, na originalidade. São artistas sobretudo pela forma como se vestem, se pintam e se penteiam e depois se inventam e popularizam no "instagram".

Claro que não concordei com o Gui. E até lhe dei como exemplo esta Lisboa turística, que está a ser um bom "maná" para todos aqueles que escolhem as ruas para o seu palco diário, onde oferecem a sua arte a troco de algumas moedas.

Talvez as pessoas  originais também sejam "artistas", mas estão numa arte diferente...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, novembro 09, 2018

«Lembrem-se sempre, que a cultura faz bem à alma»


As culturas e as artes quando se discutem, quase como o futebol, são mais problemáticas do que o que parece, por vezes só falta mesmo voarem as "cadeiras do costume".

Há quem pareça ter saudades do século XIX e da primeira metade do século XX, em que o mundo das artes estava ao alcance apenas de uma minoria instruída e cultivada, como o Rui.

Não valeu de nada dizer que o teatro amador já existia no século XIX, muitas vezes interpretado por homens e mulheres analfabetos, que decoravam os textos oralmente... Muito menos que as coisas da cultura sempre foram apelativas e que não foi agora que se "inventou" gente sem jeito, a querer ser o que não é...

O Ricardo falou do futebol do tempo do avô, que quase não tinha espectadores, porque o que toda a gente queria era jogar... e acrescentou, que daqui a uns tempos os "saramagos, os "pomares" e os "cintras" se iam cansar, de escrever, de pintar ou de teatrar.

Nenhum de nós acreditou muito nisso. 

Percebe-se que estamos a passar por um retrocesso civilizacional na sociedade, além da falta de sentido estético e crítico, há sobretudo falta de rigor e de pudor.  Foi por isso que o Gui disse, que nunca se viveu tanto na "mentira" como hoje (sem  falar em "trumpadas"...). E foi ainda mais longe que qualquer um de nós: «já repararam que nunca foi tão fácil copiar e roubar o trabalho dos outros? Vai-se à internet e rouba-se um texto alheio e finge-se que é nosso com a maior das descontracções. Sem sequer ter de se escrever nada, é só copiar e colar.»

Foi quando o João acalmou a mesa: «lembrem-se sempre, que a cultura faz bem à alma.»

O mais curioso, é que depois desta conversa, atravessei o rio e já no centro de Almada, descobri a exposição de que falei ontem. 

E todos aqueles trabalhos artísticos, feitos por pessoas com deficiência, têm de ser entendidos como uma coisa boa (sem pensar em ética e estética...). O João tem toda a razão: a Cultura faz bem à Alma...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, outubro 17, 2018

A Inesquecível Rita Hayworth...


A inesquecível Rita Hayworth faz hoje cem anos.

Embora tenha tinha uma vida demasiado agitada e problemática, fora dos palcos e grandes ecrãs (como costuma acontecer com as belas actrizes...), Rita continua a ser uma das figuras femininas mais memoráveis da história do cinema mundial. 

Só a sua presença em cena fazia magia...

(Fotografia de autor desconhecido)