Mostrar mensagens com a etiqueta Beira Baixa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Beira Baixa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, agosto 26, 2019

Hoje é o dia da Procissão...


Há missa, foguetes no ar, gente quase em fila, à frente, ao lado e atrás dos santos e das bandeiras.

E claro, alguns aviões no ar, não fosse a Senhora do Loreto, a padroeira da aviação...

(Luís Eme - Alcafozes)

segunda-feira, abril 22, 2019

Uma Páscoa Curta...


Desta vez os dias passados na Beira souberam mesmo a pouco...

Como de costume andamos por aqui e ali.

Coisa quase rara foi encontrar o ponto mais alto de Portugal Continental com Sol (e ainda com gelo...).

(Fotografia de Luís Eme - Serra da Estrela)

sábado, abril 20, 2019

"Que bem que se está no campo"...


Ainda não foi desta, que o "clube dos terceiros" (esse grupo enorme, que receberam a companhia dos "petrolinos modernos"...) conseguiram desviar-me da Beira-Baixa, lugar de descanso (mesmo por apenas três dias...) e de evasão...

E a Cidade cada vez é mais cansativa. O lugar comum "que bem que se está no campo", faz cada vez mais sentido...

(Fotografia de Luís Eme - Idanha-a-Velha)

domingo, outubro 28, 2018

(Memórias & Invenções Sobre a Beira Baixa)


Deixo hoje mais algumas transcrições do conto que escrevi, para a antologia, "Contos do Portugal Profundo", onde as memórias abraçam a imaginação... E onde se descobrem pequenas coisas deste nosso Portugal, quase esquecido...

«[...] Quando olhou para o Olival, que quase se perdia de vista, recordou-se que o pai guardava sempre uma semana de férias no mês de Outubro para voltar à Beira. Antes da chegada do Inverno vinha ajudar os tios na apanha da azeitona. Nunca falaram sobre isso, nem sobre tantas outras coisas… Poderia gostar de sentir o tempo a arrefecer perto da Serra, como acontecia na sua meninice, ou então, de continuar preso à tradição familiar do fabrico do azeite. Provavelmente eram as duas coisas…
Tinha saudades dele. Dos seus silêncios, do seu sorriso suave e sobretudo da força que transmitia, apenas com o olhar. Nunca falara disso com ninguém, nem mesmo com o irmão, muito menos com a mãe.[...]»

«[...] Sentia que a pequena localidade tinha regredido muito, tal como acontecera com tantas terras do interior, nas últimas décadas. A taberna, que agora era apenas café, tinha perdido o atractivo de ter a seu lado a mercearia, onde se podia comprar um pouco de tudo, como ainda acontece nos bairros… O facto de antes ter dois mil habitantes e agora ter menos de quinhentos não pode explicar tudo. Até porque o meu milhar de pessoas que mantêm viva a aldeia, além de estar mais envelhecido e limitado de movimentos, continua a ter de comer todos os dias… [...]»

«[...] Quando voltou para dentro aproveitou para se espreguiçar, ao mesmo tempo que olhava à sua volta. A cozinha tinha apenas a mobilia indispensável, assim como a sala e os quartos. Gostava daquela ausência de inutilidades que vamos juntando ao longo da vida. Era bom a casa não ser de ninguém em especial, pertencer sobretudo a quem chegava, que trazia os seus livros, os seus discos e as suas roupas, que depois levava de volta… [...]»

«[...] As fotografias e os nomes foram lhe recordando pequenos episódios, quase sempre positivos. Percebeu que estavam por ali várias pessoas que tinham acabado os seus dias nas cidades, mas por tradição, ou por outra coisa qualquer, quiseram que os seus corpos desaparecessem no mesmo lugar onde tinham nascido, rente aos campos da Beira.
Havia tios e primos que nunca conhecera fisicamente, mas de quem sabia várias coisas das suas vidas, algumas de forma quase lendária, como o Tio Firmino, que morrera novo e diziam ser o maior jogador do pau das redondezas, um autêntico “malhadinhas” do Aquilino. Era comum virem à aldeia desafiá-lo e normalmente saiam de Alcobar, derrotados e cabisbaixos.
Recordou o tio João, um homem alto e bonito, o único que tinha olhos azuis da família, vá-se lá saber porquê. Tinha algo de imperial, como se tivesse existido na família qualquer mistura de “sangue azulado”.
A última morada do bisavô Francisco elevava-se um pouco acima das outras, provavelmente, como reconhecimento da aldeia pelo seu papel activo na defesa da comunidade, ao exteriorizar com tanta energia a importância da água para todos.
Estupidamente lembrava-se mais dos homens que das mulheres da família. Foi por isso que quando descobriu o retrato da tia Isabel, que lhe oferecia uns bolinhos secos deliciosos, reviu-a com gosto. Sorriu ao recordar a sua figura anafada, brejeira e com um andar quase dançante. Agora achava piada ela enchê-lo de beijos quando se víam, na altura nem por isso. Sorriu ao recordar que os beijos lambuzados, eram uma especialidade de quase todas as mulheres da aldeia, especialmente as de mais idade, que o abraçavam e chamavam “filho da minha alma”… [...]»

«[...] Sempre achou graça à diferenciação de sexos assumida na aldeia, até pelo padre e pela igreja. Elas iam rezar para a missa e eles beber do corpo de cristo na taberna do Alfredo.
As coisas não mudaram assim tanto, na actualidade o café continua a ser sobretudo dos homens. As mulheres passam por lá mas quase que não param. Bebem o café e vão para casa. São eles que passam ali as tardes de sábado e domingo a jogar às cartas e a beber minis. [...]»

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, outubro 26, 2018

(A Primeira Despedida à Francesa)


Como expliquei na resposta a um comentário, o conto que escrevi para o livro, "Contos do Portugal Profundo", é grandito. Mesmo assim resolvi ir ao encontro de duas frequentadores dilectas do "Largo", que mostraram interesse em ler a história, publico aqui os dois momentos que acabaram por contribuir para o título da ficção ("Despedidas à Francesa num Outro Portugal"). Um hoje. E outro amanhã...

«[…] Na Vila perdeu-se um pouco pelas ruelas, quase desertas, até que entrou num café, decidido a petiscar qualquer coisa. Um dos pratos do dia era ervilhas com ovos escalfados, algo que não comia há muito tempo. Não pensou duas vezes na escolha da ementa.
No final, quando saboreava o café, foi surpreendido pelo olhar vivo de uma mulher da sua geração, cujas rugas indiciavam que poderia ter um ou dois anos a mais que ele. Mas ela não se limitou a olhar, foi-se aproximando e fez-se mesmo convidada para um café, como se estivessem numa daquelas casas onde os homens pagam bebidas às mulheres.
Ao perceber que ele não estava com muita vontade de falar, fingiu não se preocupar e fez quase todas as despesas da conversa. Esperta, começou por o provocar e fazer sorrir, quando tentou certificar se o gato da vizinha Aurora também lhe comera a língua.
Disse ser uma Eva e quis saber quem era ele. Ofereceu-lhe o segundo nome, Manel, o que foi aproveitado para ela misturar logo um pincel na conversa, em mais uma tentativa de deixar mais à vontade.
Naquele momento não sabia muito bem o que pensar da mulher, com o tal nome original que alguns homens fingem acreditar, que foi uma criação por Deus… Mas era impossível passar ao lado da sua lata…
E ela lá continuou a falar sem parar. Queria saber coisas do homem que se ia tornando um mistério, por não lhe dizer praticamente nada do que lhe apetecia ouvir. Foi quando Eva lhe explicou que podia mentir, inventar uma vida, acrescentando que às vezes era uma boa maneira de se sonhar acordado. E sem deixar que a interrompesse afirmou que todos mentimos, todos escondemos alguma coisa. Foi quando ele sorriu de novo, por ser verdade e também por ter à frente uma mulher que parecia não desistir às primeiras às segunda e às terceiras.
Talvez fosse professora de filosofia, ou então psicóloga, daquelas que fartas de ouvirem as histórias dos outros, se resolvem libertar nos lugares mais insólitos e oferecer quase todas as palavras do mundo a desconhecidos.
Ela insistiu e foi ainda mais longe na descodificação que fazia da natureza humana. Falou do medo, da impotência, da solidão, da perda… Metia-se com ele, talvez por sentir que ele fingia não ser grande adversário, E era verdade. Naquele momento estava ali sentado, com a mesma sensação de estar a assistir a uma peça de teatro ou a um filme. E como sabia que o silêncio era de ouro nos momentos em que a arte se confundia com a vida, não perturbava nem um pouco o “monólogo” da Eva…
Numa última tentativa de lhe arrancar alguma coisa dos bolsos de dentro, onde se escondem os sonhos e pesadelos, Eva contou algo que, segundo as suas palavras, nunca tinha dito a ninguém. Pensava cada vez mais vezes que talvez tivesse sido melhor ter uma vida calma, de ser apenas mãe e dona de casa. Ter uma vida mais parecida com a da avó que com a da mãe, que também teve de trabalhar a vida quase toda fora de casa… E foi ainda mais longe. Olhou para outra mesa mais distante, com dois adultos e duas crianças, e falou-lhe de uma família, que poderia muito bem ser a sua, se…
 Foi o único momento em que se sentiu quase obrigado a dizer alguma coisa. Com um sorriso leve afirmou que adoramos desculpas, quando todos estamos sempre a tempo de mudar. Sem se deixar interromper, disse que a vida tem o condão de nos oferecer mais que um caminho, tanto podemos dar um passo em frente, dois para o lado ou um para trás.
Depois das suas palavras apareceu o silêncio. Os segundos que se seguiram pareceram minutos. Foi como se ele quebrasse a magia do “monólogo” anterior.
Foi neste momento que Eva fingiu ir à casa de banho e desapareceu.
Só dez minutos depois é que percebeu que ela não ia voltar… Ainda ficou por ali a pensar, pelo menos outros dez minutos, novamente com a máquina do tempo a fazer marcha atrás, e sem grande esperança de a voltar a olhar.
O mais curioso foi ter gostado de a conhecer, mesmo que soubesse que era provável nunca mais se encontrarem, em qualquer parte incerta, porque como lhe confessou, quando ensaiou a despedida, estava ali apenas de passagem. Depois ela desculpou-se, quase à homem, que ia fazer uma “mija” e já voltava.
Mas desapareceu…
Talvez fossem as suas palavras que quebraram a magia da conversa, comandada pela mulher, do início ao fim.
Foi acordado nas suas deambulações pelo olhar de uma outra mulher, que entrou à procura de alguém e saiu. Sorriu novamente, mais pelo presente que pelo passado, porque há muito que não o olhavam de uma forma estranha, e muito menos se faziam convidados para a sua mesa. [...]»

 (Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, agosto 30, 2018

A Aldeia Mais Florida de Portugal...


Entre o acaso e a curiosidade visitámos a "Aldeia mais Florida de Portugal", Pereiro, no Concelho de Mação...

E de facto, toda a aldeia estava com as ruas cobertas de flores (trabalho artesanal admirável feito com sacos de plástico). E foi assim entre 23 e 26 de Agosto.


Esta rua deve ser de simpatizantes do Benfica, que ontem honrou no nosso país na Europa do futebol.


E esta foi uma das ruas que achámos mais curiosas, pela cor e pelo bom gosto. 

Acabámos por ficar rendidos a este Pereiro florido, entre o Ribatejo e a Beira Baixa, pela beleza ocasional da povoação e pelo labor dos seus habitantes...

(Fotografias de Luís Eme)

quarta-feira, agosto 29, 2018

As Nossas Belas Praias Fluviais


Em mais um período curto de férias, entre outras coisas, foi possível conhecer meia-dúzia de praias fluviais da Beira Baixa.

A que mais gostei foi a praia do Moinho, em Benquerença, no concelho de Penamacor.

Pelo espaço, pelas sombras, pela qualidade da água e pela beleza natural.

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, agosto 26, 2018

Postal da Beira...


Esta é a nossa praia da Beira, a Barragem de Idanha-a-Nova...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, agosto 25, 2018

Um Regresso Anunciado...


Volto à Beira Baixa, pouco dias depois de ter andado por lá, numa "visita quase de médico"...

Desta vez a motivação é diferente assim, como a companhia e o lugar.

Fui com o meu irmão e agora vou com a minha companheira e os meus filhos.

Não vou saber tanto em tão pouco tempo sobre os meus avós paternos, com quem mantive uma ligação afastada. A única explicação não é o facto de há cinquenta e quarenta anos atrás o país parecer maior... Pelo menos as estradas eram mais estreitas e mais longas. Viagens que se fazem hoje em pouco mais de duas horas, demoravam sete e oito...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, agosto 16, 2018

A Descoberta de uma Nossa Senhora Singular


No dia 15 de Agosto assisti a uma procissão cuja padroeira é a Nossa Senhora da Cabeça.

Segundo algumas vozes que fui escutando, a Senhora protege os crentes das doenças da cabeça... 

Achei a imagem desta Nossa Senhora bonita, apesar da particularidade de trazer numa das mãos uma bandeja com uma cabeça...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, abril 02, 2018

Três Bilhetes Postais da Beira


Por ser segunda-feira, por ter estado uns dias sem aparecer no Largo, não me apetece muito escrever.

E quando isso acontece, podemos sempre socorrer-nos das imagens.

Sim, da vista, mesmo a alguns quilómetros, desse "milagre humano" que se chama Monsanto, que em tempos chamaram a aldeia mais portuguesa do nosso país...


Ou da Idanha-a-Velha, outro caso surpreendente, de uma vila romana, plantada quase no meio do nada, que continua a ser um lugar agradável para se percorrer.


Esta ponte também se diz (ou dizem...) romana. Não sei se será assim tão antiga. Talvez existam vestígios, e tenha sido objecto de várias melhorias ao longo dos tempos, para continuar a ser uma passagem para a outra margem...

(Fotografias de Luís Eme)

sexta-feira, março 30, 2018

Que Bem que se Está no Campo...


Como de costume, estamos a passar estes dias de mini férias de Páscoa, numa pequena aldeia beirã, saboreando as maravilhas dos campos.

Felizmente os incêndios não passaram por aqui e o verde predomina, alindado com os salpicos coloridos das flores silvestres...

(Óleo de Ferdinand Hodler)

segunda-feira, fevereiro 05, 2018

A Beleza do "Pior Tejo"...

Apesar de o Tejo continuar a ser tão maltratado na região, as chamadas "portas de Rodão", são sempre belas, em qualquer estação...

Só por isso, merecia que os humanos fossem mais humanos...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, agosto 29, 2017

A Natureza é Cá uma Coisa...

As piores perspectivas concretizaram-se... Não me lembro de ver a Barragem da Idanha-a-Nova com tão pouca água, como neste Agosto maldito.

Nesta fotografia (que é quase no mesmo lugar onde tirei a outra... a paisagem estava de tal forma alterada, que tive dificuldade em fazer o registo no mesmo local), onde agora está o carro, em Abril, ficaria submerso...

Em quatro meses tanta coisa que mudou. A natureza é cá uma coisa...

sábado, agosto 26, 2017

De Abril a Agosto...

Em Abril encontrámos a barragem de Idanha-a-Nova com bastante água (mais que em 2016...).

Não estávamos a contar era com um Junho, um Julho e um Agosto, com temperatura acima da média, que acabam por ter influência na "evaporação" da água...

Neste local onde tirei a fotografia, de certeza que está tudo seco e sem este "espelho"...

Só espero é que a vegetação se mantenha intacta, neste ano de tantos "assaltos" ao verde e ao mundo das árvores...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, abril 17, 2017

A Primavera e os Relógios que Ganham Mais Minutos...

Cheguei há poucas horas de um dos lugares onde sinto mais a Primavera... São as cores, os cheiros, e sobretudo, o canto das aves, que são cada vez mais rainhas dos campos, até por serem quase inexistentes nas nossas aldeias, os rapazolas que se entretinham a "inventar" armadilhas para as apanhar...

Mas o melhor de tudo é sentir que as horas têm mais minutos, que há tempo para fazer quase tudo...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, abril 16, 2017

Os Ares da Beira Baixa...

Na Páscoa vou sempre até à Beira Baixa.

Não existe qualquer sentimento de religiosidade nesta opção, embora o concelho onde estou (Idanha-a-Nova) tenha recriado algumas tradições da religião católica, nos últimos anos.

Há sim o aproveitar os três ou quatro dias para fazer coisas diferentes e para descansar do bulício da Cidade grande...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, agosto 31, 2016

A Nossa Senhora do Loreto de Alcafozes

É costume dizer-se que onde existe uma Nossa Senhora existe um milagre. Talvez Alcafozes e a Senhora do Loreto sejam a excepção que confirma a regra.

Há quem diga que a imagem da Santa foi abandonada pelas tropas napoleónicas e que posteriormente foi erguida uma Ermida no local. Sabemos apenas que depois da Senhora do Loreto ter sido declarada pelo papado em 1920 como Padroeira Universal da Aviação, alguém teve a feliz ideia de erguer um Santuário nesta aldeia da Beira Baixa.

E todos os anos, no final da festa em honra da Senhora do Loreto (que se realiza no último fim de semana de Agosto), na segunda-feira de manhã, se realiza uma procissão que conta com a participação e apoio da Força Aérea e de inúmeras companhias e tripulantes da aviação civil.

Nesta fotografia além da Nossa Senhora do Loreto é possível ver uma das aeronaves que deu vida aos famosos "Asas de Portugal" (T 37), que depois de deixar de voar e fazer acrobacias foi oferecida ao Santuário.

(Fotografia de Luís Eme) 

terça-feira, agosto 30, 2016

Um Exemplo de Profissionalismo


Fui passar mais um fim de semana à Beira Baixa, desta vez porque era tempo de "Festa" em Alcafozes, onde sou, e quero ser, pouco mais que um visitante anónimo.

Se excluirmos a procissão de segunda feira de manhã em honra a Nossa Senhora do Loreto, o momento alto dos festejos acabou por ser a noite de sábado com a visita dos GNR.

Talvez tenha sido a "crise" ou a "concorrência", cada vez mais feroz, neste "mundo" cheio de cantores e cantoras, de primeira, segunda, terceira e quarta categoria, que levou o Grupo do Novo Rock a esta pequena aldeia, quase perdida, no Concelho de Idanha-a-Nova.

Por uma ou outra razão, foi óptimo assistir ao concerto deste grupo mais dado a urbanidades, que actuou como se estivesse num dos "coliseus", com uma alegria e um profissionalismo pouco vistos, pelo menos nas "terras de ninguém".

E apesar dos anos passarem, o Reininho, o Toli, o Romão e companhia, continuam em excelente forma e são um dos poucos grupos que sabem mais que três canções diferentes. Ou seja, não passam os concertos a cantarem sempre a mesma canção...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, abril 26, 2016

Os Campos Verdejantes da Beira

Passei este fim de semana - que recebeu mais um dia de "borla" em nome da Liberdade -, na Beira Baixa.

Gostei de ver os campos floridos e cheios de água.

É bom sinal para a agricultura e para a pastorícia da região que  nos oferece, entre outras coisas, tão bons queijos de cabra e ovelha.

(Fotografia de Luís Eme)