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terça-feira, março 26, 2019

A Velocidade dos Relógios que Temos Dentro de Nós...


Sempre tive a sensação de que os relógios não rodavam com a mesma velocidade, que os minutos não tinham sessenta segundos para todas as pessoas. Agora quase que me apetece dizer que tenho a certeza. Até consigo desculpar as pessoas que andam sempre atrasadas, que andam sempre numa correria atrás do tempo. Elas são as mais prejudicadas, são as que têm relógios com os segundos mais rápidos...

Claro que estou a brincar. Embora não tenha qualquer dúvida, que nem todos temos a ligeireza de trocar as voltas ao "tempo"...

E não estou a falar deste "tipo chato", por falta de assunto. É mesmo por sentir que estou a perder a tal ligeireza, que me fazia ter tempo para fazer mais duas ou três coisas, que agora me começam a escapar.

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

segunda-feira, março 25, 2019

"O Homem Pikante - Diálogos Kom Pimenta" (um título mais que prometedor...)


As pessoas que gostam de literatura conhecem Alberto Pimenta, nem que seja pela sua irreverência e pelo seu querer, de ser único, imune a imitações.

Edgar Pêra, provavelmente por estes motivos, resolveu fazer um documentário sobre esta "peça" rara, que é professor universitário e poeta (sim, e desses, dos malucos, com éme grande...).

O documentário (que quero ver...) vai estar muito pouco tempo nos cinemas (e penso que só no Porto e em Lisboa, e depois, com sorte, em alguns auditórios menos comerciais, que existem de Norte a Sul...). O título é todo ele um tratado de humor e um bom chamariz, para quem ainda não conhece este homem de baixa estatura, mas capaz de "cair com estrondo", em qualquer lugar. Sim, "O Homem Pikante - Diálogos Kom Pimenta", só por si, dispensa apresentações (grande Pêra...).

Não estou à espera de uma "biografia", mas sim de um documentário onde o Alberto Pimenta se deve recriar, no seu melhor. Até porque se trata de um filme com imagens de vários tempos, de várias performances do "artista" Pimenta, onde o humor e a diferença estão sempre presentes. Talvez até seja capaz de se sentir melhor em frente à câmara que um peixinho a nadar no interior de um lago cheio de delícias e tentações...

(Fotografia de autor desconhecido)

segunda-feira, dezembro 31, 2018

«Tudo é possível, até o impossível»


Este ano de 2018, que se está quase a despedir, foi um ano curioso, para não lhe chamar outra coisa.

Aconteceu um pouco de tudo. Houve dois ou três episódios, que não só me ajudaram a seguir outros rumos, como fizeram com que percebesse, ainda melhor, a natureza humana (vi com mais nitidez o que as pessoas são capazes de fazer, para se manterem no poder - por mais pequeno que ele seja...).

Uma das coisas mais positivas, foi ter conseguido mais tempo para mim, para fazer coisas que me dão prazer. 

Andei mais, por aqui e ali, a descobrir coisas. Li muito. Nunca tinha lido tantos livros num só ano (quarenta e nove...). E claro que também escrevi bastante. Até aqui no "Largo" (foi o ano que escrevi mais textos, 314, com este de despedida de 2018). E para não variar, fotografei, exageradamente, muitas vezes apenas por que sim (deve ter sido por isso que utilizei tantas fotografias da minha autoria nos meus blogues. 273 no "Largo", 76 no "Casario" e 31 nas "Viagens", nada mais nada menos que 380 imagens).

É também por isso que espero por 2019, com grande tranquilidade. Embora esteja envolvido em meia-dúzia de projectos, colectivos e individuais, não há nenhum que seja decisivo, para o que quer que seja. São apenas, para desenvolver, sem pressões, sem prazos. O que é muito bom. Pois todos eles têm tempo suficiente para respirar e para decidirem "o que querem mesmo fazer da vidinha"...

Para terminar, desejo um bom ano de 2019, também tranquilo e inspirador, para todos os visitantes do "Largo".

(Fotografia de Luís Eme - O cartaz do "Regresso da Mary Poppins", não aparece aqui por acaso, ele diz-nos que «tudo é possível, até o impossível)

sábado, dezembro 08, 2018

Fotografia, Razões e Emoções no Chiado


Hoje estive no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, para ver a exposição "Carlos Relvas (1838 - 1894) Vistas Inéditas de Portugal" e para participar na sessão de retratos em cenário de época, através do processo fotográfico do século XIX, realizado pelo Silverbox Studio.

Não menos agradável foi visitar a exposição, "Arte Portuguesa, Razões e Emoções", que faz uma viagem pelas artes plásticas dos últimos 150 anos, com mais de 200 obras de quase 100 artistas.


Gostei particularmente da forma como as obras estão expostas, quase em módulos (sete): "Espelho de Almas";  "O Poder da Imagem"; "Uma Cultura Moderna"; "Cuidado com a Pintura!"; "Formas de Comunicação e Contestação"; "Linguagens e  Experimentação" e "Pós Moderno".

Apetece-me destacar as obras de Tomás da Anunciação (merecido pela sua qualidade e por se comemorar este ano o bicentenário do seu nascimento). Almada Negreiros também é especial, assim como Jorge Vieira, cujas esculturas são únicas. 


Deixo para o fim uma curiosidade, também está em exposição uma obra do poeta Alexandre O'Neill (um desenho a tinta da china com colagem, dos seus tempos surrealistas).

(Fotografias de Luís Eme)

sexta-feira, novembro 23, 2018

A Barca Quase Perdida no Tejo...


Sem a reportagem de Ricardo J. Rodrigues no DN, não ficaria a saber que a "barca" quase grande (um petroleiro...) , da fotografia, está ancorada no Tejo desde 24 de Julho de 2017, juntamente com uma tripulação, mínima, de 16 homens. 

Está "presa" aqui no Rio há um ano e quatro meses, porque foi arrestada, por dívidas (coisas do petróleo e da Venezuela...).

O mais curioso é o Rio Arauca ser quase um "navio invisível". está lá todos os dias (no Mar da Palha...), mas nós que atravessamos o rio, diariamente,  pensamos que é outro, pois estão sempre a chegar e a partir, "barcas", ao melhor rio do mundo...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, setembro 06, 2018

Efeitos (quase) Especiais...


Um dia destes cruzei-me lá por Lisboa, com um "homem de duas cabeças" (e mais difícil ainda, "duas cores"...), que noutros tempos, poderia ter feito carreira no circo, numa daquelas jaulas que exibiam seres humanos quase raros, que faziam parte dos célebres "fenómenos do entroncamento"...

Brincando um pouco menos, a "ilusão de óptica" tem coisas quase do caraças...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, agosto 30, 2018

A Aldeia Mais Florida de Portugal...


Entre o acaso e a curiosidade visitámos a "Aldeia mais Florida de Portugal", Pereiro, no Concelho de Mação...

E de facto, toda a aldeia estava com as ruas cobertas de flores (trabalho artesanal admirável feito com sacos de plástico). E foi assim entre 23 e 26 de Agosto.


Esta rua deve ser de simpatizantes do Benfica, que ontem honrou no nosso país na Europa do futebol.


E esta foi uma das ruas que achámos mais curiosas, pela cor e pelo bom gosto. 

Acabámos por ficar rendidos a este Pereiro florido, entre o Ribatejo e a Beira Baixa, pela beleza ocasional da povoação e pelo labor dos seus habitantes...

(Fotografias de Luís Eme)

sábado, agosto 18, 2018

O Regresso das Sombrinhas...


Nesta Lisboa pejada de turistas, encontra-se muita "gente de fora" protegida por "sombrinhas", especialmente senhoras da Ásia, que nos olham com olhos desenhados "quase em bico"...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, agosto 17, 2018

Em Exposição Pública...


Hoje atravessei o Rio e depois de uma reunião de trabalho, decidi regressar  a pé, quase de Alcântara ao Cais do Sodré.

No miradouro rente ao Museu de Arte Antiga descobri uma imagem gigante, entre o curioso e o medonho, de Jorge Molder, o homem que faz arte consigo próprio, ou seja faz, auto-retratos, e segundo os críticos, é um grande artista.

Apesar de vivermos num tempo em que "tudo é arte", continuo a pensar que há coisas bem mais interessantes que utilizar o espelho e a nossa "carantona" para fazermos arte e nos tornarmos artistas...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, junho 30, 2018

Um Outro "Cine Futebol Clube"...


Através de Miguel  Carvalho e da "Visão", tomei conhecimento da realização na cidade do Porto da terceira edição do "Cine Futebol Clube" (ontem e hoje).

O Miguel explica-nos que este é: «Um festival de estádio cheio onde o jogo é apenas o pretexto para ler as máscaras feridas, laços e imaginários que atravessam o planeta.»

Escolhemos as palavras que escreveu sobre Bagdah Messi, que foi filmado em cenário de guerra por Sahim Omar Kalifa. Filme que já venceu 12 prémios internacionais e foi seleccionado para os Óscares (é exibido hoje à noite no "Hard Club"):

«No Iraque devastado, o pequeno Hamoudi tem apenas uma perna, mas dois sonhos, jogar futebol e conseguir ver, pela televisão, a final da Liga dos Campeões entre o Barcelona de Messi e o Mancester United de Cristiano Ronaldo.»

(Fotografia de autor desconhecido do pequeno Hamoudi, que por razões óbvias deve ter sido "empurrado" para a baliza - retirada da "Visão")

segunda-feira, junho 11, 2018

«Sei que escreve coisas...»


«Sei que escreve coisas...» 

Ela com esta frase curta sintetizou da melhor maneira a minha carreira literária.

Foi fazendo perguntas que eu respondia economizando as palavras, porque era um daqueles dias mais para pensar que para falar...

E se me fez pensar. Talvez  estivesse tudo errado... 

E claro que era vaidoso, por muito que me fingisse um simplório. 

Se fosse mesmo esse gajo simples que gosto de fingir que sou, limitava-se a escrever coisas em cadernos pretos ou sebentas, sem pensar nos outros. 

Cadernos que poderiam dar jeito para acender a lareira no Inverno, quando nos escasseiam os jornais na casa da Beira...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, junho 02, 2018

Distraídos do Óbvio...


Há sempre coisas óbvias que não reparamos, ou simplesmente, não ligamos...

Foi preciso ouvir aquelas duas mulheres quase jovens, indignadas, a contarem que era normal ver homens feios com mulheres bonitas, já o contrário, uma raridade...

Estava a beber café sozinho, na mesa atrás. Olhei-as com a discrição possível. Percebi que qualquer das duas estava longe de parar o trânsito. Mas tinham razão.

Talvez as coisas agora mudem, com os ventos de "Holywood" embora a publicidade não ajude muito e continue a usar e abusar da beleza feminina...

(Fotografia de Luís Eme)

terça-feira, maio 29, 2018

Aquela Gente, Parada no Tempo...


O mundo continua a ter mais que uma velocidade, tal como o nosso país... ainda tão desigual, apesar de todas as modernices. Achei curioso, que num tempo em que quase toda a gente se delicia com o facebook, mesmo em lugares quase remotos, haja algumas coisas que não mudam, provavelmente por conveniência de ambas as partes...

Senti aquela pequena cidade de província como quase uma aldeia. Claro que aqueles velhos hábitos podiam ser vividos só naquela rua, naquele bairro. Mas mesmo assim senti-me mais surpreendido que deslocado, ao perceber que naquele café, praticamente só com homens, que usavam todas as palavras,  com mais ou menos sujidade, animadamente, enquanto acalmavam o estômago com tremoços, amendoins  e minis. Só o tema de conversa era demasiado previsível, o Sporting, que era vivido com demasiada paixão por aqueles lados.

O meu "guia" ao perceber a minha surpresa por viajar no tempo, de regresso ao século XX, perguntou-me se queria visitar o salão de chá, onde estava a outra "metade" do bairro, Teve o cuidado de me informar que por lá a conversa era outra, não menos interessante. Sim, as mulheres falavam  dos episódios das telenovelas, e sobretudo, da vidinha interessante das "ausentes"...

Disse-lhe que não, enquanto também refrescava a garganta com uma imperial e ouvia os palpites sofridos daqueles homens, aparentemente com "corações de leão".

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, maio 21, 2018

A Deusa Deitada...


Um dia destes ao passar pelos jardins da Gulbenkian, descobri um conjunto de esculturas que estavam no chão, numa zona que não é tão pública como as outras (embora não precisasse de saltar muros ou ultrapassar sentidos proibidos...).

Claro que tirei uma fotografia, até pelo insólito daquela "Deusa deitada", que não deixava de ter algo de belo.

Pensei ainda que os artistas plásticos - de outros séculos - foram uns autênticos visionários (felizmente com a permissividade de muitos reis e rainhas...), despindo as suas musas de pedra ou bronze ou os modelos dos seus óleos.

E nesses tempos não mereciam qualquer reprovação, porque na "Arte" quase tudo era permitido... até despir quem se vestia do tornozelo ao pescoço...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 16, 2018

Paredes do Ginjal em Constante Mudança...


As paredes dos velhos armazéns e dos muros do Ginjal sofrem mudanças, mais constantes do que é habitual, tanto nas tonalidades como nos desenhos, que lhes são oferecidos por artistas, de todos os gostos e talentos.


Pensava que existia alguma "solidariedade" e "respeito" entre os adeptos da arte urbana, mas pelos exemplos a que vou assistindo no Ginjal, são uma "treta", tal como o "fair-play" nos estádios de futebol... Ou seja, o "pintar por cima", é a norma vigente.

(Fotografias de Luís Eme)

sexta-feira, fevereiro 23, 2018

Um Novo Animal Doméstico...


As gaivotas estão cada vez mais próximas de nós.

Parecem querer ter o mesmo estatuto dos pombos e transformarem-se em aves urbanas e não marítimas.


Talvez seja uma questão de sobrevivência. Um bom exemplo é esta imagem que registei hoje em Almada...

(Fotografias de Luís Eme)

quarta-feira, janeiro 24, 2018

Preocupações Estranhas sobre Amores Estranhos...


Hoje no blogue "Horas Extraordinárias" comentou-se a possibilidade de Fernando Pessoa ter uma segunda namorada (uma rival para a Ofélia...), segundo novas leituras de alguns poemas de amor com dedicatória.

O mais curioso é que muitos dos estudiosos da obra do "Senhor Poetas" fingem não perceber que muitos poemas são escritos dentro dos sonhos (e até das sombras...), às vezes agarrados a mais que um rosto, a mais que um corpo...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, novembro 02, 2017

Uma Comparação Leve e Eficaz...

Pode não ter sido feliz a comparação que a Rita fez, entre o tabaco e o facebook, mas pelo menos foi eficaz.

A primeira pessoa que se manifestou foi o "Carlinhos Batata", que entre sorrisos, disse que o facebook era a melhor coisa do mundo, e sem qualquer ironia.

Quase que nos roubou as palavras, mas mesmo assim lá fomos tentando desmontar aquele "mar de maravilhas"...

O Ruca foi o primeiro a manifestar-se e acha perfeitamente normal que num país em que Toni Carreira e José Rodrigues dos Santos são o músico e escritor de maior sucesso (e este último até já colocou na contracapa do seu último livro a pérola: "É considerado pelos portugueses o melhor escritor nacional"), em que as pessoas prefiram ver os programas do Goucha e do Baião ao "Governo Sombra" (ambos de divertimento), que o facebook seja o máximo.

Eu não quis falar muito, até por não conhecer muito bem o "funcionamento da coisa". Disse apenas que me desagradava a interacção quase instantânea entre as pessoas, algo que nos leva tantas vezes a dizer coisas sem pensar (e o Carlinhos disse logo que isso era uma das coisas que mais gostava...).

A Rita continuou a brincar com a malta e disse que aquilo ainda era mais viciante que o tabaco, e que infelizmente ainda não vendiam pastilhas para "matar o vício".

O Jorge explicou este  sucesso por outro ângulo, pelo interesse especial que dedicamos à vida dos outros, ali podemos espreitar a "janela da vizinha", sem sermos apanhados a mexer nos cortinados. Mesmo que de vez enquanto os apanhemos numa mentirinha (afinal não foram a Londres no outro fim de semana, ele cruzou-se com eles meia-dúzia de vezes na rua...).

Não queríamos chegar a conclusão nenhuma. Queríamos apenas "atirar umas bocas para o ar". Ficámos surpreendidos pela sinceridade do Carlinhos e pelo silêncio da Sara (outra fã...). Até por sabermos, que como quase tudo na vida, o gostar e o não gostar depende muito do que somos, um  pouco do que gostávamos de ser, e outro pouco do que andamos à procura e queremos da vidinha...

(Fotografia de Irving Penn)

domingo, outubro 22, 2017

Um Festival de Bandas Almadense (e Centenário)...


Há já alguns anos que a Incrível Almadense organiza o seu Festival de Bandas Filarmónicas, que é sempre uma boa oportunidade para quem gosta deste género musical e também para recordar memórias, de quando esta era a única música possível em muitos lugares deste país...

O Festival que está quase a começar (estou a escrever antes de passar por lá...), este ano tem uma particularidade bastante importante e singular. As três bandas que a Incrível convidou são as suas congéneres do Concelho de Almada, S.F.U.A. Piedense, Academia Almadense, e Musical Trafariense, todas elas centenárias, tal como a "Mãe" do Associativismo Almadense...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, outubro 12, 2017

Tão Diferentes e tão Iguais...


A complexidade feminina não é muito diferente da complexidade masculina.

A mulher de cabelos brancos, sabia que o seu género não era muito de gostar de gente boa, dava quase sempre preferência a quem fosse capaz de quase lhe "fritar" o sangue.

Foi buscar um exemplo dos piores, a fadista que morava no antigo palacete dos Mantas, que já não ia para nova e continuava a coleccionar "filhos da puta", homens capazes de viverem à sua custa e como "prova de amor", ainda a tratavam mal e andavam com outras.

Mas também os homens não podiam nem queriam ter muita rédea solta, pois eram capazes de ir até ao fim do mundo, atrás de uma das chamadas "mulheres fatais"... 

Parece que ninguém gosta de gente boa, homens e mulheres preferem sempre um bom desafio, alguém que lhes dê luta e que não lhe faça a vida parecer um "mar chão"...

(Fotografia de Édouard Boubat)