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segunda-feira, julho 15, 2019

Algo que Fica Depois do Bom Gosto e do Bom Senso...


Reparei nas pequenas notas que tinha num papel, com coisas que aconteceram e outras imaginadas. A única coisa que tinham em comum, era não "caberem" num blogue (pelo menos nos meus...). 

Isso fez com que pensasse na palavra "auto-censura", que se usa por tudo e por nada, vá lá saber-se porquê. Senti logo que era demasiado forte. Há muitas coisas que se dizem ou escrevem, que sabemos logo que ficam algures depois do bom gosto e do bom senso, quase numa rua escura, suja e mal cheirosa.

E estava aberto o caminho para falar da historiadora mais famosa do país - por umas semanas, diga-se de passagem, que popularizou de novo os "bonifácios"... Mas  o bom gosto diz-me que não. Muito mais que o bom senso. E sabem que mais, neste pequeno caso a auto-censura, nem sequer espreitou à esquina.

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

quarta-feira, julho 10, 2019

Repetimo-nos Mais Vezes do que Pensamos...


Eu sabia que me repetia de vez em quando por aqui, mas nunca pensei que fosse tanto (andei à procura de algo que escrevera e descobri coisas, que se me dissessem, não acreditava às primeiras...).

Talvez o problema seja esta mania de escrever praticamente todos os dias, utilizar o "Largo" não só como diário, mas também como "máquina de jogos de palavras". E como já são mais de doze anos, acaba por me levar, invariavelmente, para as "repetições", até porque não mudamos de opinião, de um dia para o outro, isso é mais para os "comentadores televisivos"...

Com as imagens passa-se a mesma coisa. De vez em quando lá repito uma fotografia, sem me aperceber...

(Fotografia de Luís Eme  - Ginjal)

terça-feira, julho 09, 2019

A Tranquilidade e o Tejo...


O Tejo é especial, por todas as razões, e mais algumas, que ainda não descobri.

Quando escrevi o caderno poético, "Almoço de Poetas no Ginjal", enriqueci a minha colecção de transcrições de textos e poemas que abraçavam o "melhor rio do mundo".

Pensei logo que devia criar um blogue, mas por saber que o tempo é bom conselheiro, fui esperando uma qualquer maré... Maré que acabou por chegar no começo deste ano. E foi assim que nasceu o Olha o Tejo...

Queria que fosse um espaço onde se respirasse tranquilidade, na companhia de palavras e imagens bonitas (todas minhas, ao contrário das palavras...), que de alguma forma ilustrassem o amor que se pode ter por um rio, a várias vozes.

Não é de longe nem de perto o meu blogue mais visitado, mas é o único onde me consigo imaginar a passear rente ao seu leito e a sentir o vento agradável no cabelo, no rosto e no corpo...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, julho 05, 2019

Olhar e não Ficar em Silêncio...


Sim, no fundo é isto: olhar e não ficar em silêncio.

Quando gostamos de olhar e de escrever, é mais fácil "denunciar", aquilo que achamos que está mal. 

E se tivermos um blogue, a coisa ainda se torna mais fácil. Sei que nos jornais nem sempre escrevemos o que queremos, há demasiados editores com "torções no nariz", sim, daqueles que até poderiam andar  pela redacção com um lápis azul na orelha.

(esta foi a minha resposta a alguém que acha que sou demasiado crítico no "Casario do Ginjal", e que acrescentou, com um sorriso, que Almada merece mais amor...)

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

segunda-feira, julho 01, 2019

Lugares-Comuns e Relações Profissionais e Humanas (dentro dos nossos "Largos"...)


Já há tempos que pensei em escrever por aqui algumas linhas sobre as relações duradouras que se estabelecem com algumas pessoas, que nos prestam serviços. Lembrei-me por exemplo do meu barbeiro e do meu dentista, que visito há largos anos. Eu sei que eles não são os "melhores técnicos do mundo", da mesma forma que sei que são boas pessoas, com quem foi possível estabelecer uma relação humana e falarmos de nós e do mundo que nos cerca, para além da "conversa gasta" sobre futebol ou política.

Sei que há quem dê primazia à parte técnica, pague para ter os "melhores", sem querer ter qualquer tipo de ligação pessoal. E se souber que há alguém no "mercado" melhor, muda de "barbeiro" ou "dentista", sem qualquer hesitação. 

Penso que são estas pequenas diferenças que nos definem como seres humanos...

Estas questões também me fizeram pensar que quando partilhamos coisas neste "mundo virtual", mostramos sempre mais de nós, do que o que julgamos. E acabamos, inevitavelmente, por encher os blogues de "lugares-comuns" (aliás, eu encho... principalmente aqui o "Largo"), porque quando escrevemos coisas, quase todos os dias, o blogue  também acaba por ter uma função "diaristíca".

Mas os "Largos" das nossas vidas não pretendem ser mais que simples "lugares-comuns", por onde passamos todos os dias...

(Fotografia de Luís Eme - Alcochete)

segunda-feira, junho 24, 2019

A Estranheza do Regresso...


Sempre que estou uns dias sem escrever nos blogues, o regresso torna-se estranho.

Não só me faltam as palavras, como também me falta a vontade de voltar ao ritmo habitual.

Como em tudo na vida, a disciplina, o hábito, ou para ser mais directo, a "normalidade", precisam de exercício diário...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, junho 21, 2019

À Procura de Espaço...


Ontem não estive e hoje também não estou cá. Quer dizer, acabo por estar (porque podemos agendar "postas"...), mesmo que não esteja.

São só quatro dias, em que ando por aí, ao encontro de novas paragens, aproveitando para esvaziar a cabeça de algumas coisas, para arranjar espaço para outras...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)

quarta-feira, abril 17, 2019

A Liberdade de Dizer Não...


Hoje fiz uma pequena reflexão pessoal sobre a utilização da palavra "não", num dos meus outros blogues (o "Casario"...). Reflexão que não foi feita por acaso, pois reparei que fiz muito mais uso dela nos dois últimos anos, que nos dez anteriores...

Expliquei por que razão é que isso aconteceu (algum cansaço pessoal misturado com o efeito da "repetição"...).

Mas o mais curioso de tudo isto, foi a principal conclusão a que cheguei.

Não tive qualquer dúvida de que o uso da palavra não, fez-me sentir muito mais livre...

(Fotografia de Luís Eme - Trafaria)

sexta-feira, abril 05, 2019

Não Necessariamente...


Há pequenas coisas que me fazem perceber que não pertenço ao reino dos "fundamentalistas", do que quer que seja.

Acho que isso tem a ver sobretudo com aquela parte, de se gostar de liberdade, da nossa e da dos outros.

Não falo quase nada sobre blogues e ainda menos sobre as "verdadeiras" redes sociais. Não que tenha alguma coisa contra, mas como não as frequento (sim, continuo sem facebook, twiter ou instagram, e sem lhes sentir falta), não emito opiniões sobre elas.

Mas de vez em quanto lá sou quase obrigado a falar... 

Falava-se de notícias falsas, mas um sujeito resolveu dar uma de "intelectual" e dizer que quem não sabe escrever não se devia meter nestas coisas dos blogues, para não cair no ridículo. Ao perguntar-me a opinião (por saber que tinha blogues...), disse-lhe que o que era ridículo, era ele achar que os blogues deviam ser só para "escritores". 

Torceu ligeiramente o nariz mas continuou a zurzir contra os "analfabetos" da blogosfera e também do facebook.

Expliquei-lhe que nem sequer era preciso saber escrever para se ter um blogue. Há quem só publique fotografias, há também quem só transcreva textos e poemas dos outros. Tudo com gosto e qualidade.

Já em relação ao facebook, não contou com o meu contraditório.

(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)

quinta-feira, janeiro 31, 2019

Olha o Tejo... (ali ao lado)


Antes que o Janeiro fosse embora, criei mais um blogue. É o  "prometido" Olha o Tejo

Com um ar simples, terá como fonte de inspiração e pano de fundo, o Tejo, que continua a ser o melhor Rio do Mundo...

Publico aqui no Largo a primeira fotografia deste meu novo blogue (que explica o título escolhido...), tirada o ano passado no passeio ribeirinho lisboeta, já quase no Cais Sodré...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

sexta-feira, janeiro 18, 2019

Este Rio de Mil Encantos...


A minha ligação ao Tejo, cada vez mais profunda, fez com que  hoje pensasse seriamente em o homenagear com um blogue (mais um...).

Sem aprofundar muito o assunto, pensei que  seria ilustrado com fotografias minhas (só minhas...) e com palavras dos outros, sempre sobre este Rio, que abraça o Mar, ainda em Almada e em Lisboa...

Tudo isto porque hoje olhei-o (e fotografei-o...) em lugares onde ainda nunca tinha estado.

O mais curioso, é que o nome do blogue que sou capaz de escolher, provavelmente será o mesmo de uma exposição de fotografia, que também tenho em preparação...

(Fotografia de Luís Eme - Tejo)

segunda-feira, dezembro 31, 2018

«Tudo é possível, até o impossível»


Este ano de 2018, que se está quase a despedir, foi um ano curioso, para não lhe chamar outra coisa.

Aconteceu um pouco de tudo. Houve dois ou três episódios, que não só me ajudaram a seguir outros rumos, como fizeram com que percebesse, ainda melhor, a natureza humana (vi com mais nitidez o que as pessoas são capazes de fazer, para se manterem no poder - por mais pequeno que ele seja...).

Uma das coisas mais positivas, foi ter conseguido mais tempo para mim, para fazer coisas que me dão prazer. 

Andei mais, por aqui e ali, a descobrir coisas. Li muito. Nunca tinha lido tantos livros num só ano (quarenta e nove...). E claro que também escrevi bastante. Até aqui no "Largo" (foi o ano que escrevi mais textos, 314, com este de despedida de 2018). E para não variar, fotografei, exageradamente, muitas vezes apenas por que sim (deve ter sido por isso que utilizei tantas fotografias da minha autoria nos meus blogues. 273 no "Largo", 76 no "Casario" e 31 nas "Viagens", nada mais nada menos que 380 imagens).

É também por isso que espero por 2019, com grande tranquilidade. Embora esteja envolvido em meia-dúzia de projectos, colectivos e individuais, não há nenhum que seja decisivo, para o que quer que seja. São apenas, para desenvolver, sem pressões, sem prazos. O que é muito bom. Pois todos eles têm tempo suficiente para respirar e para decidirem "o que querem mesmo fazer da vidinha"...

Para terminar, desejo um bom ano de 2019, também tranquilo e inspirador, para todos os visitantes do "Largo".

(Fotografia de Luís Eme - O cartaz do "Regresso da Mary Poppins", não aparece aqui por acaso, ele diz-nos que «tudo é possível, até o impossível)

quinta-feira, novembro 15, 2018

O Tempo das Frases (curtas de preferência)...


Acho que já quase toda a gente percebeu que não se lê menos que no século passado, lê-se sim de uma outra forma.

É o tempo do efémero, do curto, do pequeno, do banal, do suave e de outras tantas ligeirezas.

A forma de comunicar é diferente. A China ou a Austrália estão logo ali ao virar da esquina (deste que a "net" que usamos não seja da "idade da pedra"...). A velocidade com que giramos pelo mundo é tal que vamos encurtando palavras, frases e textos.


Isso explica em parte que as pequenas frases estejam a "ganhar" às crónicas, aos contos, aos romances e ensaios...

Mas não se lê menos. Lê-se de uma forma diferente. Lê-se mais dentro das "máquinas" e menos dentro dos jornais e livros...

(Fotografias de Luís Eme)

domingo, outubro 21, 2018

Contos do Portugal Profundo


Escrevi assim na minha "Carroça":

«A blogosfera tem bastantes coisas boas. Uma delas é a interacção entre pessoas, que gostam das mesmas coisas que nós.
Alguns dos comentadores do blogue literário, "Horas Extraordinárias", de Maria do Rosário Pedreira (poeta e editora), pensaram (penso que a ideia inicial foi da Cristina Torrão...) na possibilidade de  se editar uma colectânea de contos, aberta a todos os "comentadores-escritores", interessados em fazer parte activa da obra.
O mote foi "Portugal Profundo", segundo a visão de cada um de nós.
Aceitaram o desafio: António Breda Carvalho, António Luiz Pacheco, Cláudia da Silva Tomazi, Cristina Torrão, João  J. A. Madeira, José C. Catarino, Luís Alves Milheiro, Maria do Rosário Pedreira e Pedro A. Sande.
E o livro já anda por aí e pode ser adquirido na Amazon.»

Posso acrescentar que o meu conto tem como título, "Despedidas à Francesa num Outro Portugal", onde misturo memórias reais da Beira Baixa com alguma ficção, como foram os dois encontros inesperados, que tiveram despedidas à francesa...

segunda-feira, outubro 08, 2018

A Escolha de Fotografias...


A minha escolha da fotografia de ontem, não tinha um duplo sentido (pelo menos era o que eu pensava...), como posteriormente lhe foi dado.

Mas isso já aconteceu mais vezes. Embora as mil palavras sejam um exagero,  uma imagem pode e e e deve merecer várias interpretações, com muitas palavras e frases, mesmo sem chegar ao exagero do milhar.

Se por vezes uma frase escrita por nós pode ser interpretada de várias maneiras (não é nada raro que os outros nos queiram ensinar, o sentido das palavras que escrevemos... já me aconteceu mais que uma vez...).

Uma voz amiga relatou-me via telemóvel, a opinião sobre o que escrevera, sem se esquecer de me felicitar pela ideia feliz de colocar a fotografia, com os homens no primeiro andar, presos ao sete e as mulheres no rés de chão, deliciadas com as cuecas do rapaz...

O problema é que não tive nenhuma ideia especial, queria apenas colocar uma imagem minha, como tem acontecido neste último ano (penso que mais de 80% das imagens são fotografias da minha autoria...).

Isso acontece por que nós humanos somos tramados, conseguimos tirar quase sempre algum proveito das coisas negativas.

Há mais de um ano, houve alguém que se queixou, anonimamente, ao "google" sobre os direitos de autor de uma imagem que tinha colocado (nunca percebi qual...). Isso fez com que começasse a ter cuidados redobrados, por um lado tentando colocar sempre o nome do autor da imagem, por outro, optando preferencialmente por fotografias da minha autoria.

Ou seja, o meu "Largo" passou a ser ainda mais personalizado.

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, agosto 23, 2018

Não. Não há Contradição...


Recebi um e-mail amigo, de alguém que não comenta em blogues, mas que resolveu fazer-me uma chamada de atenção pela minha aparente contradição, nos dois últimos textos que escrevi.

Disse-lhe que lhe respondia no "Largo".

E não, não há qualquer contradição.

O Eduardo nunca andou à procura de um segundo que fosse de fama. Aliás, quando alguém lhe falou de contar as suas histórias na televisão, sorriu e disse logo que não. Desculpou-se depois que os seus oitenta e alguns anos de vida, faziam com que baralhasse um pouco os países por onde andou e as histórias que viveu. Nem ele próprio sabia onde começava a ficção e acabava a realidade. E foi ainda mais longe, disse que às vezes contavam-lhe episódios da sua vida, que não se lembrava de os ter vivido...

Claro que o Eduardo continua a gostar de brincar, e é bastante salutar que ele mantenha o seu sentido de humor.

Aquilo que ele sabe, é que nunca irá entrar no jogo das pessoas que fazem fila para participar nos programas da manhã e da tarde, cheias de vontade de aparecer e de distorcer a realidade à sua vontade...

Lembrei-me também que há algumas pessoas estranhas (muito poucas, eu sei...) que nunca tiveram televisão, muito menos telemóvel, computador ou internet...

Cada vez me convenço mais que uma das melhores coisas que nos podem acontecer, é não nos levarmos demasiado a sério...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, janeiro 24, 2018

Preocupações Estranhas sobre Amores Estranhos...


Hoje no blogue "Horas Extraordinárias" comentou-se a possibilidade de Fernando Pessoa ter uma segunda namorada (uma rival para a Ofélia...), segundo novas leituras de alguns poemas de amor com dedicatória.

O mais curioso é que muitos dos estudiosos da obra do "Senhor Poetas" fingem não perceber que muitos poemas são escritos dentro dos sonhos (e até das sombras...), às vezes agarrados a mais que um rosto, a mais que um corpo...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, dezembro 23, 2017

Boas Festas para Todos

Desejo Boas Festas para todos os visitantes do "Largo da Memória" (diários, semanais, mensais ou anuais...). 

Agradeço a vossa companhia e as vossas palavras (as ditas e as que ficam por dizer...).

Fotografia de Luís Eme - Almada)

sexta-feira, setembro 22, 2017

Andar a Ver "Veleiros"...

Sempre que se aproximam as "vésperas" de lançar um livro, fico com a cabeça demasiada ocupada por insignificâncias, ao ponto de quase não ler, e também não sentir grande vontade de andar pelas ruas com a "cabeça no ar", em busca de palavras soltas que trazem coladas as histórias dos outros. 

É por isso que ando há uma série de dias a "escrever" quase só para as legendas de imagens...

Sei que "postar" não devia ser obrigação. Mas quando não há muita inspiração... pelo menos que vá aparecendo uma ou outra fotografia, para "desmontar"...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, junho 24, 2017

Gostar de Liberdade e Abominar a Censura...


Há algum tempo que não era confrontado com um comentário anónimo nos meus blogues. Aconteceu ontem.

Não tive muitas dúvidas no que fazer. Só há duas razões que me impedem de  publicar comentários anónimos: serem ofensivos ou estarem completamente fora do contexto do que se pede para ser comentado.

Para mim um "anónimo" é ninguém. É alguém que tem medo de ser livre, tem medo de assumir aquilo que lhe vai na alma.

E é isso que faz com que continue sem perceber por que razão as pessoas se refugiam na anonimato para expressarem os seus pontos de vista, mesmo que sejam diferentes dos nossos. E é também por isso que não respondo a comentários anónimos.

Isso chama-se liberdade de expressão e era muito bom que se praticasse mais no nosso país, com coragem e seriedade, sem este hábito "pequenino" de se encherem as caixas de comentários dos jornais, de blogues e das redes sociais de "lixo".

(Fotografia de Luís Eme)