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quinta-feira, agosto 15, 2019

O 15 de Agosto...


O feriado de 15 de Agosto ainda continua associado à Feira Anual  das Caldas da Rainha (que ainda se realiza, apesar de ter perdido o brilho de outros tempos...), pelo menos na minha cabeça.

Feira que fez parte da minha meninice, com o circo, o poço da morte, os carrinhos de choque, os carroceis, 0 algodão doce, as barracas de farturas e até os vendedores de quinquilharias...

(Fotografia de Luís Eme - Manta Rota)

domingo, junho 30, 2019

«A cultura de massas é uma treta!»


O meu amigo Gui continua a ser um libertário, em praticamente tudo na vida.

Da última vez que conversámos, a minha Cidade acabou por vir à baila, assim como a nova gestão do PS e PSD (que continua praticamente invisível, no seu pior sentido, quase a caminho do vazio...).

Mas do que mais falámos foi de cultura, do passado comunista, dos males do "centralismo democrático". Houve uma parte da conversa em que ele se exaltou mesmo e quase gritou: «A cultura de massas é uma treta! Só resulta num batatal e mesmo assim este tem de ser muito cuidado, não pode faltar água e estrume, e nas medidas certas.»

Não que eu precisasse de ser convencido do que quer que seja, mas tentei fazer ver-lhe que havia uma vontade maior de fazer cultura numa cidade como Almada, que nas Caldas da Rainha (eu sei que recorro sempre aos mesmos exemplos, mas são as melhores realidades que conheço, ainda por cima, completamente antagónicas...). Disse-lhe que em Almada havia centenas de escritores, poetas, artistas plásticos, actores, que tinham "bebido" de todo o trabalho realizado através de exposições, acções de formação, peças de teatro, colóquios, etc.

Disse-me que não. E acrescentou: «O que há em Almada é muita gente que tem a mania que é escritor, pintor, actor, escultor, poeta ou realizador. Gente que pensa que basta escrever um livro ou pintar um quadro, para serem reconhecidos como artistas.»

Voltou à cultura de massas para dizer que ela gera sobretudo muita mediocridade. Ainda contra-argumentei que da quantidade é mais fácil surgir a qualidade. Respondeu-me só com uma palavra: «Balelas.» Palavra que voltou a repetir mais duas vezes.

Quando nos despedimos estava longe de estar convencido. Mas à medida que caminhava para o cacilheiro, sabia que estava mais confuso...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

quinta-feira, junho 06, 2019

O Meu Amigo, Filho do "Belarmino"...


Estive com um amigo que não via há mais de uma dúzia de anos.

Acabámos por falar sobretudo da nossa juventude. Do nosso bairro, das nossas "patifarias" de adolescentes, dos nossos amigos e também da nossa família, dos nossos irmãos e pais. A Foz do Arelho também não faltou, não fosse ela a praia da nossa vida...

Ou seja, falámos sobretudo do passado. Não dissemos uma palavra sobre os nossos filhos e companheiras. Só quando vinha de cacilheiro para a Outra Banda é que pensei no assunto. 

Pois, o presente é outra coisa, onde só nos encontramos por acaso...

Os nossos pais já partiram, sobram as mães, que são amigas, apesar da distância geográfica que as separa (penso que continuam a falar ao telefone...). Quando lhe falei no pai e das confusões que gostava de armar quando bebia mais que a conta (o seu lado texano de gostar de virar homens e bares de pernas para o ar...), ele continuava a não se sentir nada orgulhoso, desse lado quase negro paterno. Recordei que na época nós delirávamos quando sabíamos o que acontecera na noite anterior na tasca do Alfredo, ele nem por isso... O pai só se "curou" destas aventuras (que chegavam a meter polícia e tudo...) quando conseguiu deixar de beber.

Mas a sua lenda continua viva. Não deve haver ninguém do nosso antigo bairro que não conheça o poder dos punhos do "Belarmino" (não fazemos ideia de quem lhe ofereceu esta alcunha, que deve ter tudo a ver com o filme de Fernando Lopes...). 

A componente mítica é de tal forma forte, que hoje até há quem associe todas estas aventuras ao "herói" do filme do bom do Lopes, e não ao pai do meu amigo, mesmo que Belarmino Fragoso nunca tenha passado pelas Caldas...

(Fotografia de Luís Eme - Foz do Arelho)

domingo, maio 05, 2019

"Por Teu Livre Pensamento"


Hoje não visitei o Oeste apenas por ser "Dia da Mãe".


Antes de almoçar com a minha Mãe e com o meu Irmão, nas Caldas, passei por Peniche, onde visitei o agora Museu Nacional da Resistência e Liberdade. 

Museu que combina muito melhor com o velho Forte de Peniche, que uma qualquer Pousada de luxo... 

E de alguma forma também homenageei o meu avô paterno,  neste visita, pois ele é um dos 2510 prisioneiros que são evocados no paredão metálico, com a gravação dos seus nomes...

(Fotografias de Luís Eme - Peniche)

terça-feira, fevereiro 19, 2019

Quando os Lugares nos Absorvem...


Ao ler uma crónica, escrita por alguém, que dizia poder viver em qualquer lugar, porque a cidade onde vivia não lhe dizia nada, pensei que sentia o contrário em relação a Almada.

E sei por que razão isso acontece.

À medida que fui entrando no coração da Cidade, tive a sorte de conhecer pessoas que a amavam de uma forma livre e desprendida. Sabiam que Almada não era bela nem tinha uma qualidade de vida invejável, mas tinha outras coisas, não menos importantes, a sua história de resistência (desde a Revolução de 1383, passando pela Restauração de 1640, sem esquecer a Revolução Liberal que  foi a 23 de Julho ou a implantação da República a 4 de Outubro...), de liberdade e de humanismo.

E podia falar também dos seus "heróis" anónimos, desde o primeiro mártir do Tarrafal, que foi um almadense (Pedro de Matos Filipe), às mulheres que encabeçaram as greves da indústria corticeira nos anos da Segunda Guerra Mundial...

É por tudo isso que - embora tenha vivido nas Caldas da Rainha desde o meu nascimento até à idade maior - me sinto cada vez mais Almadense...

(Fotografia de Luís Eme - Setúbal)

domingo, janeiro 27, 2019

Olhar para Dentro e para Fora dos Estádios...


Os campos de futebol sempre foram lugares especiais. Antes da Revolução de Abril, eram os únicos lugares onde se podia insultar quem quer que seja, sem sofrer qualquer tipo de represália.

Sei do que falo, porque visitei o velho Campo da Mata, das Caldas da Rainha com seis anos, de mão dada com o meu pai (1968, 1969...). Nunca antes tinha assistido a um espectáculo do género. Algumas pessoas até eram capazes de pensar que fazia parte do bilhete de ingresso, encher o campo de insultos e palavras feias, a partir das bancadas, dirigidas quase sempre para o árbitro, fiscais de linha e os jogadores adversários.

Felizmente o meu pai fazia parte de outro filme, talvez por ser mais de interiorizar que de exteriorizar as emoções. E eu segui o seu exemplo. Posso dizer com algum orgulho, que nunca fui a um estádio para insultar quem quer que fosse...

Quando ia ao futebol, ia à procura de algo que raramente encontrava, o chamado "futebol espectáculo", com beleza e emoção. Senti essa emoção sobretudo durante a adolescência (o período em que acompanhei mais os jogos de futebol do Caldas e fazia quase "claque" com os meus amigos...) e nos chamados jogos grandes no Estádio da Luz, em que o Terceiro Anel tanto abanava como tremia (abanava mesmo com o bater de pés dos sócios e também  ficava mais pequeno quando o Benfica perdia...).

O jornalismo desportivo roubou o adepto  fez com que assistisse aos jogos com outro olhar (o mais curioso, é que isto aconteceu naturalmente...). E depois deixei mesmo de visitar os estádios (nos últimos vinte anos devo ter assistido ao vivo a três ou quatro jogos de futebol, o último dos quais foi muito bom, quando na época passada voltei ao Campo da Mata, na companhia do meu irmão, para ver o meu Caldas passar às meias-finais da Taça de Portugal...). Embora também deva confessar, que não consigo estar muito atento aos jogos de futebol nos estádios. As reacções das pessoas (até mesmo as insultuosas...) distraem-me com grande facilidade e perco-me mais pelas bancadas que pelo relvado...

Mas não é apenas por isto que não vou aos estádios. Embora reconheça que os jogos do campeonato português são demasiado pobres, tanto em jogo jogado como em emoção. Foi o jornalismo que fez com que conhecesse o pior lado do futebol. O lado da "vigarice", da "batota" e da "violência". Escrevia no "Record" no tempo do famoso "Guarda Abel", que existiu mesmo, assim como as histórias que ainda se contam, aqui e ali,  sobre a figura e o bando armado que comandava, que infelizmente está ligado - da pior maneira - ao "reinado" do FC Porto no futebol dos anos noventa do século passado...

Acho que foi por conhecer este "lado negro" que, ao contrário do meu pai, não levei os meus filhos ao futebol pela mão. O meu filhote já devia ter uns dez anos quando entrou num estádio para ver um jogo de futebol. Foi a família toda, mais para satisfazer a sua curiosidade, que por outra coisa. Talvez por não ter muito jeito para jogar, nunca se deixou impressionar por tudo o que rodeia o futebol. E ainda bem. Ele a a irmã gostam do Sporting, porque a mãe fez alguma "publicidade enganosa" cá por casa, mas sem qualquer tipo de "doença".

(Fotografia de Luís Eme - Caldas da Rainha)

domingo, maio 06, 2018

A Minha Querida Mãe e o Feito do João...


Fui às Caldas almoçar com a minha Mãe e o meu Irmão, neste dia que devia ser especial para todas as mães.

Conversámos, conversámos... e quando olhei para o relógio, eram 17 horas e 10 minutos, hora de regresso a casa...

Como costuma acontecer na casa na minha Mãe, a televisão nem sequer se liga... e esqueci-me completamente da existência do "mundo lá de fora". 

Depois de uma viagem tranquila pela A8 (apesar do movimento...), já em Almada, liguei o computador. Numa primeira passagem por sites e blogues, visitei "A Bola", e fiquei extremamente feliz por saber da vitória do João Sousa na final do Estoril-Open. Um feito histórico.

(Fotografia de autor desconhecido - retirada do site de "A Bola")

terça-feira, março 06, 2018

Viagens entre Palavras e Afectos...


Aproveitei as tréguas dadas pelo "mau tempo" e fui até às Caldas, almoçar com a minha mãe e o meu irmão.

Os nossos almoços nunca são só a três, convocamos sempre mais gente, que nos abraça e sorri, nas várias viagens que fazemos pelo interior das nossas vidas...

E para não fugir à rotina, dei a volta do costume ao Parque. Os cisnes do lago foram as minhas testemunhas...

(Fotografia de Luís Eme) 

quarta-feira, janeiro 10, 2018

Quando a Amizade Vale "Ouro"...

Hoje fez-se história nas Caldas da Rainha, a bonita cidade onde cresci e onde volto sempre que posso, para abraçar a minha mãe e o meu irmão.

O seu clube mais emblemático, o centenário Caldas Sport Clube, venceu o Farense e "carimbou" a sua passagem para as meias-finais da Taça de Portugal, onde segundo consta vai defrontar o D. Aves.

O meu irmão depois de assistir à vitória do Caldas com a Académica, desafiou-me a marcar presença no jogo dos quartos de final, com o Farense. Eu disse logo que sim... Nem fazia ideia de há quantos anos não via um jogo de futebol no velho Campo da Mata, onde também joguei algumas partidas pelas equipas de iniciados e juvenis, no tempo do pelado...

Mas não há bela sem senão. Ou seja, acabámos por facilitar (pela tal falta de hábito de ir ao futebol, por ser um dia da semana e por estar "mau tempo no canal"...) e só pensamos adquirir os bilhetes no dia do jogo... E quando chegámos o aviso nas bilheteiras fechadas dizia tudo.


Falámos com alguns amigos para ver se havia alguma possibilidade de nos arranjarem algum bilhete... foi quando um velho amigo dos tempos de escola, que não via há uns bons trinta anos, foi em busca de outro amigo comum, ligado ao Caldas (que também não via desde o século passado...), que nos ofereceu dois convites... E fez com que valesse a pena vir de Almada até ao Oeste, para ver o Caldas...

E depois foi muito bom assistir a um excelente jogo de futebol, com as bancadas repletas de gente a vibrar, quase em sintonia com as duas equipas, que jogaram bem melhor que algumas da Primeira Liga...

Percebia-se que o Farense era uma equipa mais experiente e matreira, mas a juventude e irreverência do Caldas podia fazer miséria... E fez.



Esteve a perder um zero, dois a um, mas os seus jogadores nunca desistiram, tal como o público, e o três a dois, acabou por chegar no prolongamento, com justiça.

Desta vez não houve grandes penalidades, mas se houvesse, acredito que a vitória nos sorriria de novo...

E ficou mais uma vez provado que a amizade vale ouro e perdura no tempo...

(Fotografias de Luís Eme)

quinta-feira, setembro 14, 2017

Simbolismos...

Apeteceu-me voltar ao Museu Leopoldo de Almeida, no Centro das Artes de Caldas da Rainha, e a uma obra cheia de simbolismo.

A caravela diz quase tudo... mas os músculos do navegador, bem definidos, fazem lembrar Cristiano Ronaldo, provavelmente o grande "navegador" português do século XXI...

(Fotografia de Luís Eme)

quarta-feira, setembro 13, 2017

Um Centro de Artes Especial...

Passei pelas Caldas e quase sem dar por isso, entrei nos jardins povoados de esculturas do Centro de Artes, que apresentam os espaços museológicos de António Duarte, Barata-Feyo, João Fragoso, Leopoldo de Almeida e o Espaço da Concas (que estava fechado...).

Ainda não conhecia o Museu Leopoldo de Almeida e fiquei maravilhado com a arte deste grande escultor, que fez coisas extraordinárias como o Padrão dos Descobrimentos, entre centenas de obras históricas, que estão espalhadas pelo país.


Antes de partir, ainda entrei na "Casa de António Duarte", onde fiquei maravilhado com os gessos do quase atelier e com tantas outras preciosidades... Como as damas desta fotografia... e claro dos bustos, de tanta gente bonita.

(Fotografias de Luís Eme)

domingo, agosto 20, 2017

Ver Passar o Comboio...

Quando passo de carro ao lado da Linha do Oeste (não passo por ali todos os anos...), perto da casa dos meus pais, reparo que a estrada com passagem de nível, está vedada com rede metálica, impossibilitando a passagem para o outro lado. Mesmo que não seja nada de novo (está assim há já alguns anos), experimento a estranheza do costume...

Foi por isso que escolhi este óleo de José Malhoa, com a criançada alegre, a ver passar o comboio... algo que fiz muitas vezes na meninice, quando havia muito mais que um comboio por dia a circular na Linha do Oeste...

Sei que só um país com demasiados interesses obscuros, e muita gente apostada em ganhar dinheiro fácil, deixa destruir o transporte mais seguro e mais cómodo do mundo...

sexta-feira, julho 14, 2017

Eu Escolhia, "Indiferença"...


Este quadro do meu conterrâneo, José Malhoa, que me habituei a ver desde pequeno, representado em tamanho grande pela estátua que dá às boas vindas aos visitantes do seu Museu, no coração do Parque das Caldas da Rainha, tem "oficialmente" dois títulos.

Tanto pode ser o "Atelier do Artista" como "Descanso do Modelo". 

Mas eu preferia chamar-lhe "Indiferença". De um lado está o artista a fumar um cigarro e a ver o esboço, do outro está a modelo a olhar para outras telas, enquanto o tempo vai passando, sem se esquecer que é paga à hora... Por muito desconfortável que seja estar ali, apenas com um trapinho a fingir que esconde alguma coisa do seu corpo.

(Óleo de José Malhoa)

quinta-feira, julho 13, 2017

Que Bem que se Está no Oeste...


Saio de Almada, já depois das onze da manhã, com trinta e vários graus de temperatura.

Antes de me aproximar de Torres Vedras sinto que o tempo está a mudar... Não é apenas o céu que perde o seu azul vivo, a temperatura vai baixando (mesmo que o termómetro do carro não seja o mais fiável...).

Quando chego às Caldas sinto um vento delicioso no ar e uns não menos saborosos vinte e seis graus.

É mais que caso para se dizer: que bem que se está no Oeste...

(Fotografia de Luís Eme)

quinta-feira, junho 15, 2017

Ai que Saudades da Frescura do Oeste...

Não há muitos sítios que nos permitam escapar a esta "febre marroquina", que quer transformar a Península Ibérica quase numa espécie de "áfrica europeia", por muito que isso possa agradar a alguns turistas que adoram torrar a pele, sem precisar de visitar as praias de mar.

Tenho saudades do meu Oeste, do microclima que faz das Caldas da Rainha um lugar um pouco mais ameno e de a Foz do Arelho uma praia fresca, mesmo no Verão...

E sem precisar de ir tão longe, nas redondezas de Sintra também é possível escapar das temperaturas altas...

É caso para dizer: benditas Serras de Sintra e de Montejunto.

(Fotografia de Luís Eme - se o tempo continuar assim, vai haver mais moçoilas de biquini pela cidade...)

sábado, outubro 22, 2016

Apesar do Aviso, Insisti...

O aviso pintado na parede (em duplicado) era claro, nada de "poblicidade".

E percebe-se, uma casa daquelas, à espera de mais um inverno, para se desfazer mais um pouco, queria lá publicidade (com um o...).

Eu é que me estive "marimbando" para o aviso e estacionei um pouco à frente e não resisti a tirar um "boneco", desta casa que ilustra uma das muitas rotundas das Caldas da Rainha. Obra de um Costa de má memória (embora ele se julgue o maior da "cantadeira", e com toda a certeza, se pudesse, voltava ao "poleiro"...), que é um dos principais responsáveis por a Cidade onde cresci ter deixado de ser uma das referências do nosso país nas termas e na cerâmica, com perdas irreparáveis para uma parte significativa do comércio local...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, outubro 21, 2016

Cores e Amores do Meu Oeste...

Este é o meu Mar.

Ontem estava belíssimo, pintado de um azul pouco habitual em Outubro...

Gostei de passear na minha praia, quase sem gente. Foi mais fácil e agradável escutar a música do Oceano...


Este é o meu Parque, um dos lugares mais paradisíacos da minha Cidade.

É sempre um lugar de passagem quando vou às Caldas, para distribuir olás, aos patos e também ao Rafael e ao Malhoa...

(Fotografias de Luís Eme)

sexta-feira, setembro 02, 2016

Uma das Frases que Escolhemos...

Eu e o Modesto Viegas escolhemos 18 frases sobre fotografia da autoria de gente grande ligada a esta arte, que também fazem parte da exposição, "Três Fotógrafos, Três Olhares" (estão coladas numa das paredes...). São "frases sobre fotografia para ler, sorrir e pensar..."

Vou deixar-vos uma das que gosto mais, ainda por cima é de um fotógrafo português, o Gerard Castello Lopes:

«A fotografia é uma forma de ficção. É ao mesmo tempo um registo da realidade e um auto-retrato, porque só o fotógrafo vê aquilo daquela maneira.»

Esta é uma das fotografias que gosto mais (se calhar por causa daquilo que o Gerard disse, só eu é que vejo aquilo daquela maneira...) e vai estar exposta amanhã, na Oficina de Cultura. Chama-se "Feira de Cores e Músicas" e foi tirada nas Caldas da Rainha.

(Fotografia de Luís Eme - da série "Blue & Yellow")

terça-feira, agosto 16, 2016

Passagem pelo Oeste

Aproveitei o fim de semana prolongado para regressar às origens.

Houve alguns momentos altos. Um deles terá sido o passeio que dei de bicicleta pela Lagoa de Óbidos menos conhecida, com o meu irmão e o meu filho.

Na noite de sábado fomos beber café à Foz do Arelho e vimos a temperatura descer para uns impensáveis 18 graus, depois de tantos dias acima dos 40...

Embora esta continue a ser a "Minha Praia", lamento a sujidade da areia da praia da Lagoa, ano após ano. 

Não sei se são as águas do Sul se é o facto de estar a caminhar para "velho", mas já não me consigo adaptar à temperatura de água da Foz...

(Fotografia de Luís Eme)

segunda-feira, agosto 15, 2016

Olhar o 15 de Agosto

O 15 de Agosto sempre foi um dia festivo na minha Cidade Natal.

Além da Feira anual havia também a tradicional tourada, que traziam muita gente às Caldas.

Sei que os tempos mudaram e já nada é igual, mas ainda continuo a gostar do meu querido "15 de Agosto"...

(Fotografia de Luís Eme - série "Blue & Yellow")