Mostrar mensagens com a etiqueta Publicidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Publicidade. Mostrar todas as mensagens
domingo, agosto 18, 2019
"Todos os Dias Pensamos em Si"
Etiquetas:
Fotografia,
Gente do Mundo,
Mentiras,
Olhares,
Publicidade
sexta-feira, agosto 16, 2019
quarta-feira, junho 19, 2019
Um Olhar Pelos Sorrisos dos Bastidores
Não sabia exactamente qual era o objectivo de todo aquele treino colectivo ao espelho. Eram só miúdas. Tanto podia ser um filme, uma telenovela ou um simples anúncio de publicidade.
Eu é que passei à hora errada naquele corredor e vi aquelas raparigas giras a construir o melhor sorriso e a melhor pose, para qualquer coisa, que se iria passar nos minutos seguintes.
Continuei a andar até chegar ao fim do corredor, satisfeito, porque os sorrisos, mesmo ensaiados, sabem bem...
(Fotografia de Luís Eme - Corroios)
Etiquetas:
Mulheres,
Olhares,
Pequenos Prazeres,
Publicidade,
Televisão
segunda-feira, junho 10, 2019
Olhar a Publicidade como um Mero Artifício Social
Sempre olhei a publicidade como um mero artifício social, como algo que faz parte do nosso dia-a-dia, e que quando tem qualidade, consegue acrescentar cor, imaginação e graça aos nossos dias.
Sei que actualmente é quase impossível manter este olhar "inocente", pelo menos fora das ruas. Na televisão, por exemplo, a publicidade há já algum tempo que deixou de se limitar aos largos minutos publicitários entre programas, entra dentro dos filmes, das novelas e dos programas de entretenimento, de uma forma cada vez mais descarada. Mas nos cinema passa-se a mesma coisa, há grandes planos a focar a marca de uma bebida (tabaco nem por isso, porque quase que foi banido dos filmes...), um carro, um perfume ou um computador.
Há três ou quatro anos participei numa exposição e pediram-me duas fotografias para o folheto. Uma das escolhidas (a que ilustra este texto...), fazia publicidade a um banco, porque a instituição bancária ficava no final da praça e "apagar" o seu nome seria falsificar a história. Antes de me chamarem a atenção, nem sequer ligara ao pormenor, por que para mim era natural a sua existência. Mas o mais curioso, é que não se limitaram a chamar-me a atenção, cortaram a "publicidade" da fotografia nas provas do folheto, fazendo com que ela perdesse alguma da profundidade que tinha. Claro que não autorizei o "corte" e substitui a fotografia da Praça da Fruta das Caldas por outra...
(Fotografia de Luís Eme - Caldas da Rainha)
Etiquetas:
Cinema,
Explicação dos Pássaros,
Exposições,
Fotografia,
Olhares,
Publicidade,
Televisão
quinta-feira, novembro 01, 2018
A Boa da Sabedoria Popular...
A sabedoria popular ajuda-nos, não a encontrar explicações para o inexplicável, mas a relativizar o nosso quotidiano, quase sempre de uma forma irónica e metafórica.
Claro que quando diz que "não há mal que sempre dure", esquece-se de muita gente, que vive "num autêntico calvário" diário, gente que nem sequer consegue fingir-se feliz, se esquecermos esse turbilhão a que chamam Natal (nesta quadra surgem sempre uns milhares de beneméritos, inesperados, inclusive as senhoras das revistas, que colocam aventais para a fotografia e para a televisão, quando estão a "cozinhar" ou a "servir" os pobrezinhos...).
Natal que já anda por aí nas montras, nos anúncios publicitários e nas cabecinhas de muitas pessoas...
(Fotografia de Luís Eme)
Etiquetas:
Abandonos,
Cidades,
Misérias,
Natal,
Olhares,
Palavras dos Outros,
Publicidade
domingo, setembro 23, 2018
Sexo Coloca Serralves em Alta
O Museu de Serralves está em alta graças à exposição de Robert Mapplethorpe, um fotógrafo inglês, excêntrico, que podemos considerar produto do movimento "hippie" e das tendências artísticas que se lhe seguiram, em que a diferença, o choque e a polémica, passaram a ser mais importantes que a chamada "beleza artística".
Muitas das suas fotografias são autobiográficas e exploram a sua vivência homossexual (fotografou amantes, focando os seus órgãos sexuais e também publicitou cenas de sadomasoquismo e bondage). Se hoje continua a não ser um autor consensual, imaginem na época... Sim, ainda há quem fale de pornografia, quando olha para os seus retratos, embora isso seja nitidamente outra coisa.
Mas vamos lá regressar ao Museu de Serralves e às 159 fotografias de Mapplethorpe...
Quando se soube que tinha sido colocada uma área restrita (com acesso apenas a maiores de 18 anos, com as tais as imagens com órgãos sexuais e de sadomasoquismo), houve logo um coro de indignados a falar de uma "decisão censória" da instituição, inclusive o anterior director artístico de Serralves (eu diria que não havia necessidade)...
Talvez tenha sido por isso que o primeiro a "abandonar o barco" foi o actual director artístico, João Ribas (demissão ainda cheia de "nuvens", embora ele tenha sido o principal alvo de todas as críticas...).
O Conselho de Administração da Fundação de Serralves (onde também "mora" Pacheco Pereira, um dos nossos "paladinos da liberdade") divulgou um comunicado, em que diz praticamente nada, embora tente "lavar as mãos" e dizer que tudo o que aconteceu estava previsto, não proibiu, nem mandou retirar nada, as 159 fotografias foram todas escolhidas por João Ribas, que também é o curador da exposição.
O Conselho de Administração da Fundação de Serralves (onde também "mora" Pacheco Pereira, um dos nossos "paladinos da liberdade") divulgou um comunicado, em que diz praticamente nada, embora tente "lavar as mãos" e dizer que tudo o que aconteceu estava previsto, não proibiu, nem mandou retirar nada, as 159 fotografias foram todas escolhidas por João Ribas, que também é o curador da exposição.
Claro que nos próximos dias deverão surgir mais explicações, de parte a parte. A não ser que Ribas opte pelo silêncio e acabe por ser "réu e vítima" de todo este processo.
O título que coloquei nesta posta, além de ser provocatório, não deixa de ser verdade. A polémica e o objecto desta exposição - especialmente as duas salas onde o acesso é restrito a maiores de 18 anos -, vão levar muita gente curiosa a Serralves, e ainda bem. Vão ficar agradadas com o Museu, com os jardins e por que não, com a exposição, com e sem sexo?
Etiquetas:
Artes,
Artistas,
Diferenças,
Exposições,
Lugares,
Museus,
Publicidade,
Sexo
sábado, junho 02, 2018
Distraídos do Óbvio...
Há sempre coisas óbvias que não reparamos, ou simplesmente, não ligamos...
Foi preciso ouvir aquelas duas mulheres quase jovens, indignadas, a contarem que era normal ver homens feios com mulheres bonitas, já o contrário, uma raridade...
Estava a beber café sozinho, na mesa atrás. Olhei-as com a discrição possível. Percebi que qualquer das duas estava longe de parar o trânsito. Mas tinham razão.
Talvez as coisas agora mudem, com os ventos de "Holywood" embora a publicidade não ajude muito e continue a usar e abusar da beleza feminina...
(Fotografia de Luís Eme)
Etiquetas:
Cafés,
Conversas,
Curiosidades,
Mulheres,
Publicidade
terça-feira, outubro 31, 2017
O Meu "Passeio Mágico com Romeu Correia"
Sei que devo estar a ser um pouco repetitivo, pelo menos para quem visita todos os meus blogues.
Mas a hora é mesmo do Romeu Correia e do livro que escrevi em sua homenagem, que será apresentado no próximo sábado na Biblioteca Municipal de Almada (Sala Pablo Neruda).
Livro que está escrito em forma de entrevista e dividido em 15 capítulos temáticos. Não estavam previstos tantos. Mas surgiram algumas frases do Romeu, que pediram para ter algum realce. Vou dar apenas um exemplo.
Criei um capítulo sobre o "Contador de Histórias" apenas por encontrar uma verdadeira "pérola", numa entrevista que ele deu ao "Diário de Lisboa" em 1982:
«Se tivesse nascido há mil anos, não teria sido cobrador no banco, seria um contador de histórias.
E sentir-me-ia muito honrado em andar de terra em terra, de povo em povo.»
(Fotografia - Romeu Correia na "Almada Velha", durante uma das muitas visitas guiadas que fez - de autor desconhecido)
Etiquetas:
Almada,
História,
Jornalismo,
Livros,
Pequenos Prazeres,
Publicidade,
Romeu Correia
quarta-feira, julho 12, 2017
A Publicidade Feliz
Há cartazes de publicidade que me deixam parado a olhar.
Este é um deles. Só que ainda não me tinha cruzado com a sua versão mínima de "táxi"... e também gostei.
Sei que a publicidade é muito sexista. Mas também sei que não há nada melhor que uma mulher bonita para fazer com que o trânsito rode mais devagar...
(Fotografia de Luís Eme)
Etiquetas:
Fotografia,
Lisboa,
Mulheres,
Olhares,
Pequenos Prazeres,
Publicidade,
Ruas,
Transportes
quinta-feira, junho 22, 2017
Publicidade Obscena
Quando vi esta página de publicidade (paga) no maior jornal português ("Expresso"), pensei logo em guardá-la. Achei-a tão pertinente como polémica, por ser notoriamente mais um produto da "pós-verdade".
Compreendo que a Celpa (Associação da Indústria Papeleira) faça o seu papel e defenda os interesses dos seus associados. Já não compreendo que ninguém questione o conteúdo da publicidade, até por ser "enganosa", para não lhe chamar outra coisa. Muito menos que eles se assumam como "a economia portuguesa"...
Nem vou sequer abordar o facto da indústria da celulose ser o sector que retira mais dividendos dos incêndios (a par dos vendedores de equipamentos para bombeiros e das empresas que alugam helicópteros e aviões...). Vou sim questionar: como é possível um país pequeno e sem grandes recursos, gastar todos os anos milhões de euros no combate aos incêndios (muitas vezes mais do que gastaria em prevenção...), com a complacência de todos os partidos com assento parlamentar e até da Europa.
É por isso que espero que o que aconteceu às 64 vítimas do maior incêndio de que se tem memória no nosso país, signifique finalmente um ponto de viragem na política seguida pelos nossos governos, quer no ordenamento do território, quer num melhor aproveitamento dos solos agrícolas e florestais de Norte a Sul.
Etiquetas:
Ambiente,
Capitalismo,
Dinheiro,
Indústria,
Mentiras,
Portugal,
Publicidade,
Tragédias
quinta-feira, junho 15, 2017
Ai que Saudades da Frescura do Oeste...
Não há muitos sítios que nos permitam escapar a esta "febre marroquina", que quer transformar a Península Ibérica quase numa espécie de "áfrica europeia", por muito que isso possa agradar a alguns turistas que adoram torrar a pele, sem precisar de visitar as praias de mar.
Tenho saudades do meu Oeste, do microclima que faz das Caldas da Rainha um lugar um pouco mais ameno e de a Foz do Arelho uma praia fresca, mesmo no Verão...
E sem precisar de ir tão longe, nas redondezas de Sintra também é possível escapar das temperaturas altas...
É caso para dizer: benditas Serras de Sintra e de Montejunto.
(Fotografia de Luís Eme - se o tempo continuar assim, vai haver mais moçoilas de biquini pela cidade...)
Etiquetas:
Abandonos,
África,
Caldas da Rainha,
Foz do Arelho,
Oeste,
Pensamentos,
Publicidade,
Turismo,
Verão
domingo, setembro 18, 2016
Passear e Fotografar Lisboa
Hoje andei a passear por Lisboa na parte de manhã.
E embora tenha passado por ruas que me são familiares, descobri vários motivos de interesse como a casa do "Manel Barbeiro" (na zona da Bica), com um horário muito peculiar, muito virado para os clientes da "vida artística"...
E não levem a loura a sério, porque é uma "Marylin" a brincar...
(Fotografia de Luís Eme)
domingo, dezembro 06, 2015
A Beleza Feminina
Estava na paragem do metro e não pude deixar de olhar para este cartaz publicitário e pensar que a beleza continua a ser fundamental, para quase tudo.
Também acho que não vem daí mal nenhum ao mundo.
Embora desta vez as mulheres estivessem, não só vestidas mas também bem vestidas. Pensei que quando se diz que as mulheres põem-se bonitas para agradar aos homens, esquece-se o seu amor próprio, o sentirem-se bem com a sua pele, sentirem-se deslumbrantes por onde passam e levantam olhares.
E isso continua a ser muito importante para todos nós, especialmente para as mulheres. Não fosse todo aquele belo conjunto ideal para deslumbrar, segundo o publicitário...
Etiquetas:
A Beleza dos Campos,
Mulheres,
Olhares,
Publicidade,
Ruas,
Sociedade
quinta-feira, dezembro 03, 2015
Uma Montanha à Frente do Cinema Português
A imagem do cartaz da primeira longa metragem do jovem cineasta português, João Salaviza (com quase todos os seus filmes anteriores premiados internacionalmente), é usada quase como uma metáfora (ou até paradoxo), para falar da crítica e dos preconceitos que existem em redor da maioria dos filmes portugueses.
Tenho acompanhado a troca de argumentos entre alguns críticos de cinema e o realizador Leonel Vieira, que não aceita que os seus filmes seguem o mesmo modelo das obras em que se baseou (pelo menos no título e no nome da maior parte das personagens...), com as habituais graçolas fáceis e a quase transformação das personagens em figuras de anedotas. Atira para cima dos críticos com o seu recorde de espectadores, mais de 600 mil, como se isso fosse reflexo de qualidade artística e cinematográfica.
Quando o "Pátio das Cantigas" esteve em exibição, não fiz qualquer juízo crítico aqui no "Largo", mas referi que nunca tinha visto uma campanha publicitária tão forte e intensa, sobre um filme português.
Não fui ver. Não me apeteceu. Como não irei ver o "Leão da Estrela". Posso estar a ser preconceituoso, nada que me incomode. As poucas vezes que vou ao cinema é para ver filmes que me façam pensar, que me ofereçam dúvidas e ideias, e claro, vontade de escrever sobre mil e uma coisas, por vezes distantes do filme.
E vou mais longe, se existe algum preconceito cinéfilo entre nós, é com os filmes de qualidade portugueses. É a explicação óbvia para que o primeiro volume das "Mil e Uma Noites" de Miguel Gomes só tenha tido 32 mil espectadores. O mesmo se irá passar cm a "Montanha", de João Salaviza, que só merecem a atenção dos críticos da especialidade, não nos invadem a casa, em todos os canais generalistas, como sucedeu com o "Pátio das Cantigas"...
Era bom que as pessoas de vez enquanto resolvessem pensar com a sua cabeça (também serve para isso...), porque a vida está longe de ser uma comédia. Embora saiba que a política social preferida de qualquer poder (local e nacional) é o "não-pensamento", porque os gajos que pensam são uns chatos do caraças, até implicam com a cor amarela do carro do vereador de qualquer coisa.
Etiquetas:
Artes,
Cinema,
Gente do Mundo,
Pensamentos,
Personagens,
Portugal,
Publicidade
quinta-feira, outubro 08, 2015
Publicidade Especial
Descobrirmos coisas velhas com sabor a novas, foi o que mais nos aconteceu depois de Abril de 1974.
E não foi apenas a Coca Cola, até coisas mais simples e saudáveis com os cereais "Corn Flakes", só apareceram por cá com a feliz abrilada proporcionada pelos "Capitães da Malta", cansados de lutar contra um inimigo cada vez mais forte, até por a razão se aproximar cada vez mais da sua causa...
Etiquetas:
A Beleza dos Campos,
Abril,
História,
Militar,
Publicidade
quarta-feira, agosto 05, 2015
Não Há Nada como um Bom Empurrão...
Não me lembro de ver um filme português tão publicitado na televisão. Nem sequer falhou os telejornais.
E os resultados estão à vista, "O Pátio das Cantigas" só no fim de semana de estreia conseguiu bater o recorde do filme português mais visto do ano.
Só espero que a "receita" se mantenha para outros filmes, outros actores e outros realizadores. Eu sei que é pedir muito, mas...
domingo, outubro 21, 2012
domingo, janeiro 15, 2012
O Tal Jornalismo de Referência...
Não sei o que dizer a esta publicidade.
A sorte do "Expresso" (e de outros que tais...) é não existirem "agências" a medirem o lixo que se oferece por aí, misturado com notícias...
Não tenho conhecimento de um jornal oferecer "vespas", direitinhas para velhos e novos "fura-greves" (grande incentivo)...
A sorte do "Expresso" (e de outros que tais...) é não existirem "agências" a medirem o lixo que se oferece por aí, misturado com notícias...
Etiquetas:
Capitalismo,
Carnaval,
Comércio,
Comunicação,
Dinheiro,
Jornalismo,
Publicidade
sábado, outubro 29, 2011
sábado, janeiro 15, 2011
A Beleza Feminina
Não sei se hoje há mais se há menos "ruídos", sobre a exploração do corpo feminino, que há vinte anos, por exemplo, na publicidade e afins.
E, sinceramente, não estou muito preocupado com isso. O que mudou com toda a certeza foi o o discurso e o gosto "feminista". Hoje as mulheres, mesmo as mais acérrimas defensoras da "superioridade feminina", deixaram de imitar o homem, especialmente no vestir. Não se incomodam de salientar os seus atributos físicos, utilizando-os muitas vezes mesmo como uma "arma".
Outra coisa que também se alterou, foi a forma de olhar para o corpo masculino. Aqui sim, numa aposta muito maior como veiculo publicitário, porque hoje o homem também é um consumidor de produtos de beleza, mesmo sem ser "metrossexual" (o meu amigo Necas tem uma definição óptima para estes "efebos", que só não a publico, para não ferir mentes mais susceptíveis...).
Mesmo assim, continuo a achar que o corpo feminino "vende" muito mais que o masculino, porque é, sem qualquer dúvida, mais belo, mais atraente e mais apelativo que o nosso.
O óleo é de John Nava.
Etiquetas:
Mulheres,
Publicidade,
Sexo,
Sociedade
Subscrever:
Mensagens (Atom)




