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domingo, maio 13, 2018

O Dia da Espiga pode Ser Quando nos Apetecer...


Sei que os puristas não vão concordar, mas tal como acontece com a maior parte das coisas, que agora têm um dia para festejar, acredito que o Dia da Espiga, pode ser quando nos apetecer, na bonita Primavera...

(Fotografia de Luís Eme)

sábado, abril 28, 2018

Abril nos Campos...


Não é novidade nenhuma dizer que Abril e Maio são os meses mais bonitos do ano.

Este ano, graças a toda esta água que tem descido dos céus, ainda se encontram mais floridos.

Por termos a memória curta, até nos apetece dizer "não me lembro de passar por aqui nesta estrada e ver as bermas com tantas flores", mesmo sabendo que é quase assim todos os anos.

Claro que quando chove menos, os "jardins selvagens" ficam um pouco mais pobres, porque as plantas são iguais a todos os seres vivos, há algumas de maior sensibilidade, que precisam mais de água que outras...

(Fotografia de Luís Eme)

sexta-feira, março 30, 2018

Que Bem que se Está no Campo...


Como de costume, estamos a passar estes dias de mini férias de Páscoa, numa pequena aldeia beirã, saboreando as maravilhas dos campos.

Felizmente os incêndios não passaram por aqui e o verde predomina, alindado com os salpicos coloridos das flores silvestres...

(Óleo de Ferdinand Hodler)

quarta-feira, março 21, 2018

Um Dia Mais Bonito que os Outros...


Hoje é um dia mais bonito que os outros, não apenas pela chegada da prima Vera, que é realmente um poço de virtudes e de beleza. Mas também por se festejarem as Árvores, que nos dão tantas coisas boas, desde os frutos, à frescura das suas sombras, aos cheiros, até ao "alojamento" de tantas aves, que até as escolhem como "maternidade". Mas é também o dia da Poesia e dos Poetas. 

Sim, hoje é que se festejam as palavras bonitas, através do Dia Mundial da Poesia, e não ontem ou antes de ontem.

E é por isso que vos deixo aqui um poema dos meus...

A Folha em Branco

Quando olhas a folha em branco
Desvias o olhar e tentas esquecer
O que antes era quase encanto
E chamavas  razão de viver

Queres tanto um poema
Uma história com ou sem amor
Ou até um guião de cinema,
Para que a folha ganhe cor

É por isso que espero meu Amigo,
Que quando voltares a descer a rua
Encontres um poema à tua procura
Dos que até podem ter vindo da Lua

Quero que sejas o homem da bruma
Que descobriu as palavras no passeio
E as apanhou e abraçou, uma a uma,
Voltando a sorrir sem qualquer receio.

Luís [Alves] Milheiro


(Fotografia de Luís Eme)