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sábado, junho 08, 2019

«Somos o País das escolhas erradas. E tudo começa nas pessoas...»


Não sei se é coisa com mais de quarenta anos, mas acho que sim. Até por que já ouvi histórias sobre as escolhas e nomeações de ministros e secretários de estado dos governos provisórios  - nem vale a pena falar de outros cargos menores -, que cabem que nem uma luva no anedotário nacional. Do género de telefonaram para a casa de alguém às duas da manhã a perguntarem se queriam ser isto e aquilo, e que tinham de dar uma resposta às nove da manhã (muitas vezes eram cargos com pastas sobre as quais não tinham perdido mais de cinco minutos da vida...). A maioria refugiava-se na tese de que "era a oportunidade de uma vida" e não queriam saber de mais nada...

Sei sim, que foram raros os homens e mulheres que tiveram a coragem de dizer, não, por saberem que não "cabiam naqueles fatos"...

Infelizmente esta história não se ficou pelo "país provisório" do Verão Quente, continuou a repetir-se até actualidade. 

A coisa mais fácil de fazer na política é uma lista de ministros, secretários de estado, presidentes de câmaras, e vereadores, medíocres e incompetentes (alguns ainda acrescentaram ao currículo adjectivos ainda menos abonatórios, e só não estão na prisão porque a nossa justiça é o que é...).

Do que não faço ideia, é se essas pessoas alguma vez se questionam, sobre o mal que fazem ao país, quando deixam que os seus interesses pessoais, do partido e dos amigos,  se sobreponham aos interesses de todos nós...

Comecei a escrever e como de costume fui andando... quando na conversa que tive com dois amigos, apenas falámos dos ministros da administração interna, da educação e da saúde.

E o Pedro numa frase disse tudo: «Somos o País das escolhas erradas. E tudo começa nas pessoas...»

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

segunda-feira, abril 08, 2019

As Lixeiras Urbanas...


Faz-me muita confusão esta nossa capacidade de criar lixeiras. Basta encontrar um lugar meio escondido, e é logo utilizado para deitar todo o género de porcarias que já não nos fazem volta.

Embora reconheça que algumas delas sejam criadas por romenos (como a da fotografia), mendigos profissionais, facilmente reconhecidos pela sua falta de higiene e por viverem de mão estendida à porta de superfícies comerciais.

A roupa que usam é quase sempre retirada dos recolectores de instituições, espalhados pelas cidades. Roupa que depois de usada, é deitada fora, a poucos metros de casas abandonadas, em ruínas, que vão transformando em habitações provisórias de curta duração...

Do que eu não tenho dúvidas, é que se as Câmaras  e as Juntas de Freguesia estivessem mais atentas, limpando estes espaços, assim que começam a ser utilizados da pior forma, eliminavam-se muitas destas lixeiras a céu aberto...

(Fotografia de Luís Eme - Cova da Piedade)

quinta-feira, abril 04, 2019

«Que se lixe o turismo, venha a chuva!»


Ontem começaste a falar de um cheiro que se sentia nas redondezas. Andámos mais uns metros pela rua e o cheiro manteve-se. Não é nada de muito anormal, se nos lembrarmos dos cãozinhos que espalham o seu chichi pelos passeios ou das pessoas que deitam o lixo para o chão, mesmo que os contentores estejam vazios...

No regresso a casa consegui convencer-te a fazermos o caminho mais longo.

Acabámos por passar pelo Ginjal e reparámos que as esplanadas estavam vazias, numa fuga ao vento desagradável e às nuvens que se limitavam a ameaçar chuva.

Foi quando desabafaste: «Que se lixe o turismo, venha a chuva!» Até lembraste um samba que falava de chuva durante dez dias sem parar. Podia ser chato para nós, mas era bom para os rios e os campos (e ruas, claro...).

Hoje o panorama é um pouco diferente. Aqui perto de casa, já se sente o cheiro a terra molhada... Embora a água caia com alguma timidez...

(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)

quinta-feira, janeiro 10, 2019

Os "Amigos" do Tejo...


Sei que lá para os lados de Vila Velha de Rodão o Tejo está cheio de amigos, que o gostam de pintar de cores escuras.

Sei que em Cacilhas as coisas são muito diferentes, mas mesmo assim encontrei um empregado de restaurante a deitar a porcaria que tinha numa caixa de plástico para o Rio. 

Disse-lhe que o Tejo já deixara de ser caixote do lixo, há algum tempo. Embaraçado, respondeu que não estava a deitar fora lixo. Talvez achasse que estava a dar de comer aos peixes com os restos de comida...

Quando eu já em encontrava afastado, chamou-me palhaço, entre outras coisas. Contei até cinco e continuei a minha marcha, sem voltar a olhar para trás...

(Fotografia de Luís Eme - Ginjal)

segunda-feira, outubro 30, 2017

Uma "Tribo" Especial do Tejo...

No domingo de manhã o Ginjal estava cheio de pescadores (sem contar com o concurso de pesca do "Liberdade"...). Mesmo o Rio estava com mais pequenas embarcações do que é normal, lá para o meio. Provavelmente era dia de "peixe"...

Fui andando e já no cais do Olho de Boi deparei com uma cena digna de ser filmada. Um casal de meia idade estava à pesca e quando passei o homem estava entretido a "limpar" a beira do cais. Ia chamando nomes aos colegas que deixavam por ali bocados de trapos velhos, garrafas e sapos de plástico, ao mesmo tempo que ia empurrando lixo com as botas, para as águas do Tejo.

Estive quase tentado a chamar-lhe a atenção, mas não quis estragar o passeio da manhã. Limitei-me a abanar a cabeça, sem deixar de sentir o olhar desconfiado da mulher do pescador cravado no meu rosto (não sei quem são, nem se pagam alguma renda para estarem ali, sei apenas que agem como se as imediações da antiga fábrica da Companhia Portuguesa de Pesca fossem sua propriedade).

Embora esteja longe de ser inédito, não gostei nada de ver mais um elemento da "tribo" - que devia estar na primeira fila para proteger o Rio -, a contribuir para a sua transformação em "esgoto"...

(Fotografia de Luís Eme)

domingo, fevereiro 19, 2017

O País dos Iluminados...


Não sei qual é o maior defeito dos portugueses. Sei apenas que dou cada vez mais razão ao meu amigo Orlando, por uma boa parte das pessoas se terem em grande conta e achar que são os melhores, não da rua, mas do bairro onde moram (alguns até da cidade ou do país...).

O exemplo dado por Cavaco Silva e José Sócrates esta semana, é apenas mais um, de dois seres "iluminados", que foram primeiros-ministros de Portugal e são tão bons, que a sua qualidade acaba por estar reflectida no rumo do nosso país, que como sabemos se tornou uma "potência europeia", graças às suas governações...

Mas nem precisamos de ir tão longe, podemos focar-nos (não na nossa rua, porque já quase ninguém perde tempo a falar com a vizinhança...) no nosso trabalho, onde existe sempre alguém que passa a vida a dar nas vistas, com a habitual "graxa" aos chefes, a valorizar o pouco que faz, ao mesmo tempo que - sempre que pode - se tenta apropriar dos louros alheios, com a maior naturalidade do mundo.

Talvez seja da idade, mas cada vez tenho menos paciência para lidar com os "cavacos" e "sócrates" que nos rodeiam... 

(Óleo de Giorgio de Chirico)

quinta-feira, setembro 22, 2016

Segredos que não são Segredos...

Todos nós sabemos coisas sobre os outros que se ficam pelas conversas entre amigos, nem sequer são para espalhar aos sete ventos, muito menos para serem soprados para jornais ou revistas. Pertencem a uma palavra que nos estão a querer roubar, de mil e uma maneira: a privacidade.

O problema é que a palavra privacidade não rima apenas com outra palavra, que ainda nos devia ser mais querida, a liberdade. Ambas têm um trajecto de vida em comum muito rico, mesmo que nem sempre se pense ou fale no assunto.

Poderia dar muitos exemplos, desde essa coisa ridícula que agora anda na moda, chamada "burquini", mas que não pode, nem deve ser proibida, muito menos no país da "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", aos telemóveis e à internet, que começam a saber quase mais do que nós, ao ponto de conseguirem transmitir a terceiros não só a nossa localização, mas também a nossa ocupação...

Todas estas mudanças na sociedade só deveriam valorizar a tal palavra, privacidade, que cada vez tem menos espaço na nossa vida (pelas "invasões" a que nos deixamos submeter diariamente...). É por isso que não consigo entender que alguém que foi director de jornais possa escrever um livro em que o tema principal é a vida privada dos outros, neste caso particular, políticos. Quando se dirige um jornal vive-se num clima de "guerra diária", entre o que se pode ou não publicar. Questionam-se muitas coisas; se a notícia "tem pernas para andar", se as fontes são credíveis, se foi feito o "contraditório" (algo que parece já não se usar...), etc.

É por isso que só entendo que alguém publique um livro do género por duas razões: para ganhar dinheiro (sim, o livro vai vender muito, as pessoas que normalmente dizem que não o vão ler, são as primeiras a irem às livrarias e a levarem-no para casa, à procura das páginas mais escabrosas...) e para ser notícia de jornal. Como não acredite que o senhor esteja "falido", só pode mesmo querer ver a fotografia nos jornais e revistas e ser falado e comentado  por milhões (mesmo que seja da pior maneira...) nas redes sociais.

(Fotografia de autor desconhecido)

quarta-feira, maio 06, 2015

O Lado de Fora do Embrulho


Embora ainda não seja muito famoso, não esconde que vive do negócio das telenovelas, com papeis medianos que vão dando para comer bife duas vezes por semana (a frase é dele...). Até ao momento ainda não sentiu necessidade de usar óculos escuros quando vai a mercearia da sua rua.

Apesar da aparente normalidade em que vive, distante das festas com croquetes e rissóis, houve alguém que descobriu uma fotografia em que está a falar ao ouvido de uma colega de trabalho e resolveu inventar uma história de amor, oferecendo a notícia a duas ou três revistas (que sempre são mais castanhas que cor de rosa...) que publicaram a imagem num canto. 

O resultado foi este: durante três dias o telemóvel tocou um pouco mais que a média, obrigando-o a inventar um papel, um Octávio qualquer que era taxista e não actor, que não fazia ideia do que estavam a falar. Parece que desistiram. Pelo menos desde ontem que não recebe chamadas a fazerem-lhe perguntas estranhas.

Foi a primeira vez que sentiu o perigo de ser apenas "o lado de fora do embrulho".

A ilustração é de T. Corbell.

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Tantos Pedaços de Papel Guardados


Tantos pedaços de papel guardados para quase nada, num envelope. Mesmo sabendo isso não os deito fora.

Talvez por saber que quando foram escritos, tudo parecia fazer sentido. As palavras, os lugares, as pessoas...

Há vários tipos de papeis. Guardanapos finos de café (maioria...), recibos de compras, papeis que serviram de publicidade a qualquer coisa, bilhetes e também folhas de blocos.

As palavras também são variadas, muitas falam de gente que já esqueci, há dados biográficos, bocados de poemas, frases apanhadas no ar...

A ilustração é de Couarraze.

sexta-feira, agosto 29, 2014

Lutar Contra as "Sociedades Anónimas"


Sei que não é possível combater o anonimato, até por ele ser em algumas circunstâncias a única forma de se chegar à verdade - situações em que há ameaça da integridade física e até da vida -,  através da denúncia anónima às autoridades.

Embora não diabolize a internet, de nenhuma forma, sei que ainda não se chegou ao ponto certo da sua regulação (que para alguns irá ser entendido como forma de censura, etc). A melhor prova disso é a forma como se utilizam as caixas de comentários, especialmente dos jornais.

Felizmente na blogosfera existe uma coisa chamada moderação de comentários, a qual a maior parte das pessoas que têm blogues aderiu, mesmo os que acham que toda a gente tem direito a manifestar a sua opinião neste espaço.

A única coisa que eu continuo a não perceber é a necessidade de as pessoas deixarem um comentário anónimo, quando nem sequer precisam de assinar com o seu verdadeiro nome, pois podem assinar como quiserem, têm toda a liberdade para criarem uma personagem.

E não continuam a ser anónimos? Não. Passam a ser alguém, mesmo que não tenha identidade real.

Até aqui tenho publicado comentários anónimos, desde que não sejam ofensivos. A partir de hoje, não publicarei mais nenhum, pelas razões que já expressei.

Se não querem usar o vosso nome, sejam criativos, criem uma outra identidade para utilizar na blogosfera. Nos meus espaços aceitam-se opiniões contrárias, o que não se aceitam são insultos.

Como Ricardo Araújo Pereira, muito bem disse na "Visão" (31 de Outubro de 2013): «A internet não pode albergar mais pessoas grotescas do que o mundo real na medida em que todo o universo de pessoas, incluindo as grotescas, habita no mundo real.»

O óleo é de Marta Kawiorska.


quinta-feira, novembro 14, 2013

Os Cães Vadios do Bairro


A avó da Rita aproveitou a minha presença para falar da sua dor mais forte: ter sido forçada a abandonar o Bairro Alto, lugar onde viveu quase cinquenta anos e onde nasceram e cresceram os seus filhos.

Confessou que nem nos piores tempos das "meninas" e dos seus "diabos protectores", se viveu com tanta insegurança nas ruas. Lamentou ainda a existência de tanto "cão vadio", capazes de mijar em todos os cantos, tornando o ar matinal irrespirável.

Mais perigoso que o cheiro daquele "urinol a céu aberto", só os vestígios de "batalhas campais", deixados nos passeios. Tanto vidro partido, acabou com as poucas crianças que se viam nas ruas...

Ela sabia que os comerciantes e empresários pagavam mais impostos que os moradores à Câmara, mas interrogava-se: «será que os autarcas não percebem que estão a "matar" o Bairro, cada vez mais despovoado, como grande parte dos lugares históricos e típicos de Lisboa?»

Foi ainda mais longe: «as cidades não podem viver apenas à noite, não podem ser habitadas apenas por "zombies".»

terça-feira, outubro 29, 2013

Fazer "Batota" com a Vida


A crise que vivemos não é apenas económica e financeira, é sobretudo social e moral. A falta de vergonha e de dignidade dos políticos está a "espelhar-se" cada vez mais na sociedade.

Claro que se fala mais do que o que se faz (há mais gente a dizer que vai começar a mentir e a roubar, que a fazer, e ainda bem...).

E esta crise revela-se em tudo, até nas pequenas coisas da vida. Claro que existem explicações. Se a vida das pessoas fosse um pouco melhor, muitas delas não sentiam necessidade de "acariciar o ego" com a invenção de personagens e de outras vidas, nas redes sociais, por exemplo.

É por isso que nem me armo em "diácomo Remédios", apenas constato com uma realidade, que talvez deixe esta gente feliz...

Só que quando se entra no "salve-se quem puder", vai quase tudo por arrasto.

Não sei se é o "faicebuque" que se mete  mais a jeito, se são as gentes (claro que sei que são as pessoas...), mas não deixa de ser triste a apropriação de textos e fotografias dos outros, utilizando-os como seus, com uma vaidade e uma lata que até chegam a fazer saltar as pedras da calçada.

Não sei se também andam fotografias e textos meus à solta por aí, com "novos donos". Não fico muito preocupado, já percebi que a falta de vergonha e de dignidade vieram mesmo para ficar. A única coisa que sei, é que não é por isso que deixo de escrever, de fotografar e de publicar o que me apetece nos meus blogues.

Afinal também sei outra coisa: a mentira continua a ter perna curta, apesar das crises...

quarta-feira, julho 10, 2013

O Livro Incompleto


Nunca me tinha acontecido pegar num livro e perceber logo que havia qualquer coisa que não batia certo. Assim que o abri, descobri que lhe faltavam várias folhas.

Tratava-se de um livro de poesia (ironia das ironias, "Todas as Palavras", de Manuel António Pina...). Dirigi-me à caixa com o livro e fiquei a saber que não se tratava de algo incomum, nos dias de hoje.

Havia quem se "apaixonasse" por uma imagem ou por um poema e fazia o mais fácil, provavelmente sem pensar que estava a roubar a "alma ao livro", ao mesmo tempo que o transformava num objecto a caminho da inutilidade.

Acabei por ter sorte, já que só existia mais um exemplar do livro do Pina.

Já não há apenas qualquer coisa de errado no sentido da sociedade. caminha-se mais que nunca para a destruição do que é de todos, desde as pinturas selvagens, disfarçadas de "grafites", a todo o tipo de piratarias e agora também isto...

segunda-feira, maio 27, 2013

O "Palhaço" sem Circo e sem Graça


Se os Palhaços não queriam ter a companhia de Alberto João Jardim, muito menos querem a de Cavaco Silva, nem mesmo para fazer o papel do membro da trupe que leva bofetadas e que está sempre a cair no chão, com as rasteiras que lhe pregam ou simplesmente pela sua falta de jeito de andar com sapatos de biqueira larga.

Ele faz-me pensar nas pessoas que querem ser isto e aquilo, mesmo sem terem qualquer vocação ou jeito para a função. Um actor ou um cantor, pode andar por aí uns tempos, no inicio as pessoas acham graça a falta de talento e até o transformam em "bobo da corte", coisa que eles nem se chateiam, desde que continuem a ter um palco e a ganhar umas "lecas".

Mas ser Chefe de Estado é outra coisa, é (ou devia ser...) o exemplo da nação. E nem me estou a lembrar do facto de ele mastigar de boca aberta ou estar numa tribuna do Estádio Nacional e nem sequer se dar ao respeito, não olhando nem cumprimentando os jogadores sem pátria, do Benfica (que por muito frustrados que estivessem com a derrota, tinham a obrigação de cumprimentar o presidente do país que os sustenta. Mas talvez eles não gostem de circos e pensassem que o senhor era mesmo aquilo que tem vindo nos jornais...).

- Estou a lembrar-me, sim, da "figurinha" que tem medo de sair do seu palácio e ser apupado, mesmo pelas criancinhas de qualquer escola que precisa de ser inaugurada.
- Estou a lembrar-me, sim, do "cara de pau" que entra mudo e sai calado, fiado no ditado que diz que que os calados vencem sempre, mas que acaba por deixar fugir pelo menos duas palavras: «eu avisei...»
- Estou a lembrar-me, sim, do "espertalhaço" que disse que ainda estava para nascer uma pessoa mais séria que ele, mas que aceitou receber os dividendos das acções acima dos valores de mercado, que tinha no banco dos seus amigos vigaristas e trocou uma vivendazinha por uma vivendazorra, como quem troca "cromos da bola"...

Claro que esta criatura é tudo menos Palhaço. Por muito "bolo rei" que coma, nunca lhes chegará aos calcanhares.

O óleo é de André Martins de Barros.

sábado, janeiro 12, 2013

Sinais da Poupança


Um dos sinais mais visíveis da poupança dos municípios, é a sujidade das ruas.

Em Almada ainda não se chegou ao ponto deste óleo, mas para lá caminhamos, se não se fizer nada para inverter esta marcha tão pouco dignificante, pois é raro o dia em que não encontro contentores a transbordar, rodeados de sacos, entre outros objectos deitados fora pelas pessoas.

O óleo é de Chester Arnold.