O café sabe-me melhor de Inverno, com o frio, e até com a chuva.
Uns dias entro quase de rompante no café, depois de fechar o chapéu, mais encharcado que eu, chegou-me ao balcão e peço um café. Olho para os lados, vejo pessoas de todas as idades, quase todos desconhecidos.
Outros dias entro calmamente, acompanhado, ocupamos uma mesa e ficamos por ali, a saborear a comida, a conversa, pelo menos até chegar o café e a conta...
Sempre o café.
O óleo é de Boyko Kolev.
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