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segunda-feira, agosto 26, 2019
sábado, julho 13, 2019
Lisboa e Nuno Saraiva
Hoje, por um mero acaso, quando ia descer pelo elevador, perto do Largo do Caldas, para a Baixa, descubro uma exposição de Nuno Saraiva (num edifício da Junta de Freguesia...), com alguns dos seus "bonecos", a maioria sobre Lisboa.
E como tem sido boa a sua parceria com a Capital, com os folhetos com a programação das Festas dos Santos Populares a parecerem quase catálogos artísticos.
O Saraiva até estava presente e tudo (talvez a inauguração tivesse acontecido algum tempo antes...), a conversar com amigos.
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
sábado, junho 23, 2018
O 23 de Junho em Almada
Hoje é um dia especial em Almada, em que se começa a festejar o nosso santo, o São João.
Além do tradicional desfile das Marchas Populares lá mais para a noite, é também dia de festa na Casa da Cerca (comemora o seu 25º aniversário), que é muito mais um o Centro de Arte Contemporânea de Almada, é um dos melhores miradouros de Almada, e não só apenas para Lisboa e para o Tejo, como se pode comprovar com esta foto...
Sem esquecer alguns bailaricos, aqui e ali, para manter a tradição...
Sem esquecer alguns bailaricos, aqui e ali, para manter a tradição...
(Fotografia de Luís Eme)
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sexta-feira, junho 01, 2018
Um Cartaz Feliz...
Descobri este cartaz por acaso e gostei logo dele.
Não sei se é o mais indicado para um festival internacional de banda desenhada, em Beja, mas que é bastante sulista, é. Talvez até se aproxime do norte de África...
E se estiverem perto, passem pela Casa da Cultura e pelos lugares onde é possível festejar as histórias feitas com quadradinhos, com palavras dentro de balões...
O mais curioso, é que este desenho também tem algo de juvenil, quase quase a festejar o Dia Mundial da Criança.
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terça-feira, maio 22, 2018
Expo 98, um Acontecimento Memorável
Se há algo que nos deve deixar orgulhosos foi a realização da Expo 98, que para muitos era uma iniciativa megalómana. Mais uma daquelas que não éramos capazes de fazer, pelo menos com o brilho de outras feiras memoráveis...
(Claro que não vou fazer publicidade aos "corruptos" do regime, que sempre que cheira a dinheiro, guardam o que podem, e não podem, nas suas calças dos bolsos fundos...).
Não sei se o mais importante foi a recuperação de uma das zonas mais poluídas e feias de Lisboa, ou o nosso amor próprio, percebermos que a palavra impossível (tão do gosto dos muitos "velhos do restelo", que continuam sem arredar pé, rente ao Tejo...), nem sempre tem utilidade.
Como comprámos o passe de três dias, fomos lá três vezes, duas delas com o meu filho, que tinha meses (nascera em Abril desse ano esperançoso...) e aparece na fotografia ao colo da mãe e ao lado do Gil.
Fomos ainda uma quarta vez, mas só à noite, a bordo de um cacilheiro, para assistirmos ao bonito espectáculo pirótécnico e musical de encerramento da Festa (penso que diário...).
E entretanto passaram 20 anos...
(Fotografia de Luís Eme)
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quarta-feira, abril 25, 2018
Almada Cantou "Abril Sempre" com os Xutos
Almada voltou a ter a música como grande atractivo da Festa da Liberdade. Começou ainda a 24 com Gisela João (mas o fado perde tanto em espectáculos de massas...), depois escutámos um coro, infantil e juvenil, que cantou a nossa Grândola, o cântico da liberdade da autoria do nosso maior poeta-cantor, o inesquecível Zeca Afonso.
Mudou-se a página do 24 para 25 com o tradicional fogo de artífico... e depois veio o grande concerto da noite, com a única verdadeira banda de rock portuguesa, os "Xutos e Pontapés".
Os largos milhares de pessoas que inundaram as praças S. João Baptista e da Liberdade (não me lembro de as ver com tanta gente...), saíram satisfeitas, porque o Tim, o Kalu, o Cabeleira e o Gui, continuam em grande (mesmo sem o carismático Zé Pedro...) e ofereceram aos almadenses um concerto inesquecível.
(Fotografia de Luís Eme)
quarta-feira, março 21, 2018
Um Dia Mais Bonito que os Outros...
Hoje é um dia mais bonito que os outros, não apenas pela chegada da prima Vera, que é realmente um poço de virtudes e de beleza. Mas também por se festejarem as Árvores, que nos dão tantas coisas boas, desde os frutos, à frescura das suas sombras, aos cheiros, até ao "alojamento" de tantas aves, que até as escolhem como "maternidade". Mas é também o dia da Poesia e dos Poetas.
Sim, hoje é que se festejam as palavras bonitas, através do Dia Mundial da Poesia, e não ontem ou antes de ontem.
E é por isso que vos deixo aqui um poema dos meus...
A Folha em Branco
Quando olhas a folha em branco
Desvias o olhar e tentas esquecer
O que antes era quase encanto
E chamavas razão de viver
Queres tanto um poema
Uma história com ou sem amor
Ou até um guião de cinema,
Para que a folha ganhe cor
É por isso que espero meu Amigo,
Que quando voltares a descer a rua
Encontres um poema à tua procura
Dos que até podem ter vindo da Lua
Quero que sejas o homem da bruma
Que descobriu as palavras no passeio
E as apanhou e abraçou, uma a uma,
Voltando a sorrir sem qualquer receio.
Luís [Alves] Milheiro
(Fotografia de Luís Eme)
quarta-feira, janeiro 10, 2018
Quando a Amizade Vale "Ouro"...
Hoje fez-se história nas Caldas da Rainha, a bonita cidade onde cresci e onde volto sempre que posso, para abraçar a minha mãe e o meu irmão.
O seu clube mais emblemático, o centenário Caldas Sport Clube, venceu o Farense e "carimbou" a sua passagem para as meias-finais da Taça de Portugal, onde segundo consta vai defrontar o D. Aves.
O meu irmão depois de assistir à vitória do Caldas com a Académica, desafiou-me a marcar presença no jogo dos quartos de final, com o Farense. Eu disse logo que sim... Nem fazia ideia de há quantos anos não via um jogo de futebol no velho Campo da Mata, onde também joguei algumas partidas pelas equipas de iniciados e juvenis, no tempo do pelado...
Mas não há bela sem senão. Ou seja, acabámos por facilitar (pela tal falta de hábito de ir ao futebol, por ser um dia da semana e por estar "mau tempo no canal"...) e só pensamos adquirir os bilhetes no dia do jogo... E quando chegámos o aviso nas bilheteiras fechadas dizia tudo.
Falámos com alguns amigos para ver se havia alguma possibilidade de nos arranjarem algum bilhete... foi quando um velho amigo dos tempos de escola, que não via há uns bons trinta anos, foi em busca de outro amigo comum, ligado ao Caldas (que também não via desde o século passado...), que nos ofereceu dois convites... E fez com que valesse a pena vir de Almada até ao Oeste, para ver o Caldas...
E depois foi muito bom assistir a um excelente jogo de futebol, com as bancadas repletas de gente a vibrar, quase em sintonia com as duas equipas, que jogaram bem melhor que algumas da Primeira Liga...
Percebia-se que o Farense era uma equipa mais experiente e matreira, mas a juventude e irreverência do Caldas podia fazer miséria... E fez.
Esteve a perder um zero, dois a um, mas os seus jogadores nunca desistiram, tal como o público, e o três a dois, acabou por chegar no prolongamento, com justiça.
Desta vez não houve grandes penalidades, mas se houvesse, acredito que a vitória nos sorriria de novo...
E ficou mais uma vez provado que a amizade vale ouro e perdura no tempo...
(Fotografias de Luís Eme)
sábado, dezembro 23, 2017
sexta-feira, dezembro 22, 2017
O Natal é Sobretudo para as Crianças...
Embora todos gostemos de trocar presentes, as prendas encantam sobretudo os mais novos.
É por isso que à medida que os nossos filhos vão crescendo, esta quadra vai perdendo alguma da sua magia.
Claro que a "febre" do consumismo e a hipocrisia destes tempos (ainda mais visível...), também contribuem para isso...
(Ilustração de autor desconhecido)
sábado, junho 03, 2017
A Feira do Livro (Rainha dos Campeonatos Literários...)
A Feira do Livro está de novo aí, e segundo a publicidade, com novo recorde de editoras, livrarias e alfarrábios.
Dizem também que está mais bonita e agradável, para todos.
E claro, continua a ser a melhor altura para se falar com os livros e olhar de alto a baixo para os escritores e pedir-lhes autógrafos.
Embora nem todos participem nesta festança, pois ainda há gente do século passado que se recusa a ser "promoção" de super-mercado.
Alguns dias antes da feira, telefonema para aqui telefonema para ali, deixaram o velho António cansado de tanta intromissão. Foi por isso que disse à menina que lhe arrastava a asa e prometia ir buscá-lo e trazê-lo da festa dos livros, sempre que ele fosse "livro do dia": «Há um engano qualquer, minha jovem, o escritor não é o que vende, é o que escreve. Esse tipo que anda à procura para vender livros é o livreiro.» E desligou-lhe o telefone.
(Óleo de Lesser Ury)
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domingo, abril 23, 2017
Festejar o Livro Todos os Dias (com ou sem Pessoa)
Sei que hoje não é dia para falar de livros, para quem os abre, afaga, lê, sorri, faz cara séria e viaja com eles diariamente. Normalmente os "dias mundiais" são para os não praticantes, para lembrar que existem algumas coisas a que eles normalmente não ligam. Mas mesmo assim, talvez por ser Abril, apetece-me falar de livros.
Falar daquilo que estou a escrever, não me apetece muito. Até por um desses livros estar "quase parado", ao ponto de até já me ter surgido uma ideia que combate a inicial...
É por causa dele que estou a reler "Vida e Obra de Fernando Pessoa" de João Gaspar Simões, cuja primeira edição data de 1950, e que para mim continua a ser a biografia mais completa do nosso poeta genial, embora tenha algumas coisas discutíveis, como acontece normalmente com as histórias de pessoas (e quando uma pessoa é várias, ainda torna tudo mais complicado...).
Por mais inovações que façam, penso que o livro nunca deixará de ser livro. Talvez seja cada vez mais um objecto de luxo (sei que me estou a repetir, por ser o que penso...), com alguns editores (como o Manuel S. Fonseca) a fazerem cada vez mais coisas mirabolantes, utilizando novos materiais e novas técnicas, para nos fazer sorrir com o seu engenho e imaginação...
(Fotografia de autor desconhecido)
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segunda-feira, março 27, 2017
Hoje Festeja-se o Teatro...
Quando a actriz francesa, Isabelle Hupert diz que «O teatro é muito forte» e que «resiste a tudo, à guerra, à censura, à penúria.», fala verdade.
O teatro é também um dos espectáculos mais versáteis e que pode ter menos custos. Muitas vezes basta a vontade das pessoas... e o palco pode ser a rua, uma pequena casa, uma sala de amigos... sem precisar de ser o grande auditório.
Mas falando mais a sério, o desejável é que existam realmente condições para que os grandes criadores possam ver encenadas as suas peças, que os verdadeiros actores não tenham de ter segundos empregos para sobreviverem.
Sou completamente contra todo o tipo de subsidio-dependência, mas sei que o teatro em Portugal não tem público (penso que se excluirmos a revista dos bons tempos e algumas peças comerciais, nunca foi uma actividade lucrativa...). As boas companhias devem ter apoio do Estado e das Autarquias, mas com a assinatura de protocolos, em que os seus elementos tenham de ir às escolas, tenham de participar activamente na educação e formação de novos públicos.
E também têm de deixar de encenar alguns textos estrangeiros, que além de não terem nada a ver com a nossa realidade, são medíocres, vivem de uma "fama" fabricada por críticos que se acham donos do gosto de todos nós.
(A escolha desta capa não foi nada inocente. Além do teatro ser um "Amor de Perdição", estamos no ano do nascimento de Romeu Correia, grande escritor e dramaturgo almadense)
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sábado, dezembro 24, 2016
domingo, novembro 20, 2016
O Natal Continua a Ser Antecipado...
Há vários anos que se antecipa o Natal.
Onde se nota mais esta antecipação é nas iluminações das ruas, que duram de um a dois meses, dependendo apenas da boa ou má vontade dos "alcaides das terras"...
Na publicidade nem vale a pena falar, tenho impressão que já se anuncia por aí o Natal desde Setembro.
Às vezes pergunto aos meus botões se toda esta "febre" não se torna demasiado cansativa, acabando mesmo por "matar a galinha dos ovos de ouro"...
(Fotografia de Luís Eme)
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terça-feira, novembro 01, 2016
A "Ronca" do Cacilheiro Desvia as Atenções
Se tivesse de escolher uma legenda para esta fotografia, tirada ao fim da tarde, em Cacilhas, só podia ser: «A "ronca" do Cacilheiro desviou as atenções e interrompeu o "sermão aos peixes" dado pelo padre, na habitual comemoração do "Milagre da Nossa Senhora do Bom Sucesso de Cacilhas".
(Fotografia de Luís Eme)
quarta-feira, agosto 31, 2016
A Nossa Senhora do Loreto de Alcafozes
É costume dizer-se que onde existe uma Nossa Senhora existe um milagre. Talvez Alcafozes e a Senhora do Loreto sejam a excepção que confirma a regra.
Há quem diga que a imagem da Santa foi abandonada pelas tropas napoleónicas e que posteriormente foi erguida uma Ermida no local. Sabemos apenas que depois da Senhora do Loreto ter sido declarada pelo papado em 1920 como Padroeira Universal da Aviação, alguém teve a feliz ideia de erguer um Santuário nesta aldeia da Beira Baixa.
E todos os anos, no final da festa em honra da Senhora do Loreto (que se realiza no último fim de semana de Agosto), na segunda-feira de manhã, se realiza uma procissão que conta com a participação e apoio da Força Aérea e de inúmeras companhias e tripulantes da aviação civil.
Nesta fotografia além da Nossa Senhora do Loreto é possível ver uma das aeronaves que deu vida aos famosos "Asas de Portugal" (T 37), que depois de deixar de voar e fazer acrobacias foi oferecida ao Santuário.
(Fotografia de Luís Eme)
terça-feira, agosto 30, 2016
Um Exemplo de Profissionalismo
Fui passar mais um fim de semana à Beira Baixa, desta vez porque era tempo de "Festa" em Alcafozes, onde sou, e quero ser, pouco mais que um visitante anónimo.
Se excluirmos a procissão de segunda feira de manhã em honra a Nossa Senhora do Loreto, o momento alto dos festejos acabou por ser a noite de sábado com a visita dos GNR.
Talvez tenha sido a "crise" ou a "concorrência", cada vez mais feroz, neste "mundo" cheio de cantores e cantoras, de primeira, segunda, terceira e quarta categoria, que levou o Grupo do Novo Rock a esta pequena aldeia, quase perdida, no Concelho de Idanha-a-Nova.
Por uma ou outra razão, foi óptimo assistir ao concerto deste grupo mais dado a urbanidades, que actuou como se estivesse num dos "coliseus", com uma alegria e um profissionalismo pouco vistos, pelo menos nas "terras de ninguém".
E apesar dos anos passarem, o Reininho, o Toli, o Romão e companhia, continuam em excelente forma e são um dos poucos grupos que sabem mais que três canções diferentes. Ou seja, não passam os concertos a cantarem sempre a mesma canção...
(Fotografia de Luís Eme)
sábado, agosto 06, 2016
A Ponte (não) é uma Miragem...
A ponte deixou de ser uma miragem no final de 1962, quando se iniciaram as obras do projecto público mais arrojado até então: a construção de uma ponte que unisse as duas margens do Tejo, junto à Capital (havia projectos desta travessia com quase um século...).
Mas as coisas até correrem bem, menos de quatro anos depois foi possível fazer a festa da sua inauguração, há exactamente 50 anos...
Este poema que aqui publico foi escrito para ilustrar com palavras uma exposição que fiz ("A Ponte é uma Miragem"), cheia de pontes e de Tejo, da qual também faz parte a fotografia publicada.
A Ponte é uma Miragem
a ponte é uma miragem
que ultrapassa a
exposição
pois é também uma
viagem
do olhar e dos sentidos
que buscam inspiração
e querem que a ponte
seja mais
que uma simples
passagem.
olhar que se cruza
com um Rio de “visões”
tanto a norte como a
sul
e que se deixa levar
em todas as direcções
sentidos explorados
pelo som que se
confunde com o vento
de um tabuleiro povoado
de carros
suspenso pelos cabos do
tempo
sentidos encantados
pelas cores de um Tejo
radiante
que pinta toda a paisagem
de uma forma
contagiante
e transforma a ponte na
tal miragem
Luís Milheiro
(Fotografia de Luís Eme)
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sexta-feira, agosto 05, 2016
Um Olhar da Ponte (Diferente) à Escolha...
Devo ter mais de uma centena de fotografias com a Ponte Sobre o Tejo.
Até já fiz uma exposição individual com o título "A Ponte é uma Miragem".
E como hoje não tinha nada para dizer (há dias assim...), andei à procura de uma fotografia que fugisse do habitual, que oferecesse uma perspectiva diferente.
E calhou esta...
E calhou esta...
(Fotografia de Luis Eme)
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