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quinta-feira, outubro 04, 2018

Recordar o 4 de Outubro...


Hoje é um dia especial pelo menos para Almada, Loures e Montijo, que se anteciparam um dia na proclamação da República.

Isso aconteceu porque apesar dos tempos não serem pródigos em instrução e cultura, os operários da cintura industrial de Lisboa sabiam bem do que não gostavam. 

Por exemplo, Reis, Condes ou Baronesas, era coisa não lhes caía nada no goto, assim como a Igreja que gostava de coitadinhos, muito pelos seus usos e abusos...

E gostavam ainda menos de ser tratados como escravos.

A República era, entre outras coisas, a esperança da transformação do mundo em algo menos desigual...


domingo, dezembro 01, 2013

Mais um Roubo na Nossa Identidade (Calhar ao Domingo Disfarça...)


Hoje comemora-se o Dia da Independência, ou da Restauração, de 1640. É uma das datas mais importantes da nossa história, por termos mandado os "filipes" e a Espanha à fava, depois de sessenta anos de humilhações e da destruição (ou posse) de tanta coisa nossa, ao mesmo tempo que nos voltámos a sentir portugueses. 

Sei que a aliança com os ingleses também não nos trouxe nada de bom, mas o mesmo se passa com esta Europa (presidida por um "fantoche" português), que se pudesse já nos tinha retirado o "Sol do Sul"...

Ou seja, devemos sempre desconfiar de quem "finge" que nos quer ajudar.

Mas voltando a este dia primeiro de Dezembro, o facto de se comemorar ao domingo disfarça, não se sente a sua falta. Provavelmente para o ano só alguns adeptos da bandeira azul e branca é que se irão fingir indignados, mesmo os que apoiaram esta medida e pensam que o "povo" nasceu para trabalhar, não precisa de feriados, inclusive o agora vice-primeiro-ministro, que bem lá no fundo gostava era de ser a "Rainha de Portugal".

domingo, janeiro 31, 2010

Uma Revolta Decisiva

O 31 de Janeiro de 1891 foi um dia decisivo para a República.

Embora a revolta militar republicana que teve lugar no Porto não tenha tido sucesso, as pessoas com um conhecimento mais profundo da realidade portuguesa, perceberam que a monarquia tinha os dias contados. Algumas pela primeira vez...

quinta-feira, abril 02, 2009

Retrato de Família

Não tenho tido tempo para escrever por aqui, foi mais uma semana daquelas... mas não deixei de ler alguns jornais.

Não sei se leram o "Expresso" do último sábado, em que a jornalista, Sara Moura, faz o retrato do poder da Madeira, com um esclarecedor, "Tudo em Família". Está lá tudo, todas as ramificações do poder "ajardinado", com filhos, irmãos, cunhados, maridos, sobrinhos, etc.

Não fiquei espantado, até por saber que esta é a prática de uma boa percentagem das nossas autarquias locais. Já tinha falado disso aqui há pouco tempo.

Aplaudo sim a coragem da jornalista Sara Moura, que não teve medo (se calhar teve e tem, mas mesmo assim escreveu esta reportagem...) dos tentáculos do "polvo" madeirense...
O "boneco" é do Rui, dos seus bons tempos da "Visão".

sábado, janeiro 05, 2008

A Causa Real

Hoje o Rei de Espanha, D. Juan Carlos, completa setenta anos.
Não é uma data muito importante para nós, embora possa ser utilizada para levantar uma questão, no mínimo curiosa: Portugal, se fosse governado por uma Monarquia (Constituicional claro) seria um país mais desenvolvido e mais justo?
Embora seja difícil de encontrar uma resposta concreta, todos nós devemos ter a nossa opinião.
Analisando os últimos duzentos anos da coroa portuguesa, não fico com grandes dúvidas que Portugal seria na melhor das hipóteses, um país igual. Custa-me a acreditar que nos tornássemos num país mais desenvolvido e mais justo, com a provável proliferação de condes, barões e famílias brazonadas, habituadas a viver à sombra do reino, de Norte a Sul.
Vou mais longe ainda, se depois de 28 de Maio de 1926 a Monarquia voltasse ao poder, isso não seria um obstáculo para que Salazar se tornasse primeiro-ministro, com o mesmo poder que teve, próximo do absolutismo, e tivesse cortado quase todas as hipóteses de acompanharmos o desenvolvimento dos outros países europeus.
Provavelmente ainda estaria mais à vontade para o fazer, pois não teria de enfrentar eleições presidenciais, nem teria de ter inventado a vitória de Américo Tomás em 1958, que marcou o ponto de viragem na sua ascensão política, cada vez mais assente no papel repressivo da PIDE e das outras forças de autoridade.
E vocês, por acaso já pensaram na possibilidade de termos um rei ou uma rainha, no trono?