terça-feira, maio 21, 2013

As Noites Calmas


Há noites assim, calmas e solitárias.

Parece que está tudo a dormir e que a noite nos pertence, completamente...

Estava ali, sentado, à beira rio, à espera de ti e do cacilheiro que te transportava para a nossa Margem, quase sem pensar em nada, além do Tejo e da Lua.

Foi então que, sem nenhuma razão aparente, lembrei-me que na infância os dias são quase infinitos, temos tempo para fazer tudo. 

O óleo é de Christopher Pratt.

8 comentários:

  1. a suavidade das palavras e da imagem.
    e o Tejo como cenário nos teus pensamentos.
    muito belo!
    beijo

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  2. Pois é.
    nada como o tempo da infência.
    E adoro-o...

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  3. Querida infância! Saudosa adolescência!...

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  4. o Tejo torna tudo sempre mais belo, Pi. :)

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  5. eu também, Laura.

    fui um puto feliz. :)

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  6. Gostei imenso deste silêncio da noite.
    Bjs

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