Essa qualquer coisa chama-se ser-se português (desde sempre, sem interesses ou tropeções na nacionalidade...).
Deve ser por estarmos distantes deste "bacoquismo", que temos cada vez mais dificuldade em encontrar algo de positivo no futebol praticado pela selecção. É muito poucachinho para um seleccionador estrangeiro falar português, cantar o hino nacional e ser um "grande amigo" de Cristiano Ronaldo.
Qualquer pessoa habituada a ver futebol, mesmo sem ser "catedrático do comentário desportivo", sabe que estas três virtudes não têm nada a ver com o futebol que se joga no relvado.
Há quatro anos que aturamos um treinador medíocre, que além de não ser capaz de escolher os onze melhores jogadores, ainda os coloca fora das posições onde habitualmente jogam nos seus clubes. E das substituições, nem é bom falar. Ontem até fiquei com a sensação de que a permanência em campo de um Cristiano Ronaldo ou de Bruno Fernandes, durante 90 minutos arrastados, são mais um castigo que outra coisa...
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
Para ele, o gosto pela selecção nasceu e morreu em 1966, quando os ingleses nos obrigaram a viajar de comboio, com o conluio dos nossos federativos, de Liverpool para Londres.
ResponderEliminarO espanhol seleccinador que nos assiste, é um ignorante, um troca-tintas, um bajulador, chegou com o seu sorriso matreiro, declarou gostar de cosido à portuguesa, canta o hino.
Em tempos, como selececionador da Bélgica, conseguiu dar cabo de um conjunto maravilhoso de jogadores.
Agora, aconteceu-nos que os federativos portugueses, nos impingiram o personagem, quando há muito o deviam ter colocado em modo asa delta e despachá-lo para bem longe!...
A Seleção é algo que une os portugueses, a dizer bem ou a dizer mal.
ResponderEliminarAgora estamos numa de crítica acesa, sobretudo contra o treinador, como fazes.
Desta vez só aguentei até à meia noite e, pelos vistos, não perdi grande coisa.
Arrumamos as botas com a Croácia?
On verra!
Abraço