Uma das coisas que mais me surpreendeu enquanto estava a organizar as minhas fotografias foi descobrir vários rostos desconhecidos, "apanhados" por estarem a passar no sítio certo ao segundo certo, ou então por terem uma "luz", das que conseguem dar "vida" a qualquer imagem.
Por norma quando coloco pessoas dentro das minhas fotografias, elas ou estão de costas ou de lado. Mas muitas vezes é impossível desviar a máquina dos rostos das gentes que passam (e Lisboa era um corrupio de gente antes da pandemia...).
Não deixa de ser curioso, que neste tempo em que se tenta guardar tudo o que vêm os nossos olhos dentro de um telemóvel ou de uma máquina fotográfica, é quando existe menos à vontade para retratar pessoas (talvez tenhamos mais noção de estarmos a "roubar" algo que não é nosso)...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
Nunca gostei muito de ser fotografada. Curiosamente, estive recentemente a rever fotos minhas da juventude e fiquei agradavelmente surpreendida 😊
ResponderEliminarTambém nunca fui muito fotogénico, Maria. :)
EliminarEu não gosto de fotografar pessoas mas às vezes é impossível não apanhar alguém.
ResponderEliminarDe volta depois de três dias de cama, com febre, dores no corpo todo, vómitos e inchaço nos pés e mãos. E como toda a gente me diz que o pior é a segunda dose, estou bem arranjada. Bom mas o que interessa é que hoje já estou bem.
Abraço, saúde e bom domingo
É verdade, Elvira.
EliminarSem pandemia, há sempre gente nos sitios bonitos.
As melhoras.