terça-feira, março 15, 2016

Proibido Andar Sobre a Relva


Hoje comprei por dois euros o livro, "Proibido Andar Sobre a Relva", de Ferro Rodrigues. Embora não esteja datado (há muitos livros mais antigos que não têm qualquer data da sua edição...), pesquisei e descobri que era de 1966.

Comprei-o sobretudo pelo título. Já em casa acabei por ter uma segunda surpresa, o livro nunca tinha sido lido, continuava "virgem", à espera que alguém lhe abrisse as suas páginas...

Não deixa de ser curioso, que um livro com praticamente cinquenta anos de vida, com as suas páginas amarelecidas, tenha passado  todo este tempo a "dormir" em qualquer estante, sem que ninguém sentisse curiosidade pelo título ou pela própria capa.

Prometo lê-lo com alguma brevidade (vai ultrapassar uma montanha de livros que esperam e desesperam por quem os folheei com entusiasmo...). Talvez já em Abril.

16 comentários:

  1. ~~~
    Não li. Espero que nos conte a sinopse...
    Ótima semana.

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  2. Luís, Abril é um bom mês para fazer (re)nascer algo... Nem que seja a leitura de um novo livro.
    Então, e do que trata o livro? É do género romance?

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    1. É um romance, Isabel, passado em Lisboa.

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  3. Não li. Depois nos dá a sua opinião.
    Um abraço

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    1. Já comecei a ler e estou a gostar, Elvira.

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  4. Olá,

    Fiquei curiosa pelas palavras que ele segredou por tanto tempo.

    Boa leitura!

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    1. O título é muito sugestivo, Piedade.

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  6. Lei-a, Luís, lei-a que vai gostar.

    O escritor, pai do político com o mesmo nome, tinha um sentido de humor único.
    Dizia ele que o humor: "É uma lágrima entre parêntesis"

    Bonito, não acha?
    Depois, conte à gente...:)

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    1. Já estou a gostar, Janita.

      Ele escreve muito bem.

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    2. Escrevia, Luís!
      E sem erros ortográficos!!
      Ao contrário de mim, que, sei lá porque carga d'água, escrevi erradamente o imperativo do verbo ler.
      Leia, pois está claro!
      Como diz o Luís: "Por escrever à pressa"

      :)

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    3. Eu agora até troco palavras sem me aperceber, Janita.

      Vez no lugar de vês ou acha em vez de haja...

      Acho que há uma "mecanização" no escrever que nos leva a cometer erros quase infantis.

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  7. Espantindigna-me quando entro numa casa e não vejo um livro (nas casas dos famosos não vejo um), mas mais me espanta ainda é a falta de curiosidade de quem possui um livro durante tantos anos e nem sequer o abre...será que apenas eu é que sou curioso?

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    1. Também me faz muita confusão, mas a maior parte dos livros tem como destino a estante, Severino.

      Mesmo nós que gostamos de ler compramos livros que nunca iremos ler, por esta ou aquela razão (especialmente pela falta de tempo...).

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