terça-feira, setembro 10, 2013

Sem Medo do Ridículo


Não eram capazes de lhe perguntar, porque razão ele era assim.

Com a sua aparente boa educação e delicadeza também não lhes dava grandes oportunidades para que existisse um "contraditório". 

Percebe-se que se sente bem a fazer o papel de "servidor". É um daqueles homens que dizem que sim a tudo, até ao hino, que nos incentiva a "marchar contra os canhões", embora em casos extremos tenha sempre o cuidado de escolher a última fila...

Ou seja, pode ter cara de imbecil, mas não é parvo nenhum.

No tempo de eleições consegue ser apoiante de todos os candidatos, da direita à esquerda. Além de arranjar bons adjectivos para os qualificar, aproveita todas as benesses que surjam, sem ter qualquer medo do ridículo.

E é de tal forma fiel às suas convicções, que no dia das eleições arranja sempre um programa qualquer, para não ter de votar...

O óleo é de Boris Grigoriev.

2 comentários:

  1. Um servidor ou um oportunista?
    Um abraço

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  2. claro que é mais um, entre tantos, Elvira.

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