Foi numa dessas passeatas que fui surpreendido ao olhar para uma estante por um título "daqueles", que fazem furor na chamada "literatura de cordel". Quando li o nome do autor (com a fotografia do próprio escarrapachada na capa...), um actor ainda jovem, que aparece nas telenovelas, pensei ter ficado esclarecido.
Aquele título, "Tudo o que nunca te disse, meu amor", percebia-se à légua, que piscava o olho a jovens adolescentes ou pré-adultas (e porque não tias solteironas?). A fotografia na capa, idem idem aspas aspas. E depois a escolha de um actor jovem como escritor romântico (que até pode ter jeitinho para a escrita, mas...), indicava que havia por ali mais comércio que literatura.
Depois de virar as costas, percebi que no que tocava a livros, a minha crítica de capa continuava cheia de preconceitos. E desta vez a "triplicar"...
(Fotografia de Luís Eme - Algarve)
Honestly, those celebrity-pushed romance novels practically beg for a bit of side-eye. Hard not to judge when their face is taking up half the cover, but props to you for catching yourself in the act of triple-judging.
ResponderEliminarOlá, Melody.
Eliminarbem vinda ao "Largo" (e aos meus outros blogues).
Às vezes o pré conceito está certo! :))
ResponderEliminarAbraço
Está quase sempre, Rosa.
EliminarSó que é uma coisa feia. :)