Neste caso, não importava nada que a felicidade seja fosse só uma ideia.
Talvez tivesse tudo a ver com a possibilidade de se contar uma duas ou três histórias em apenas hora e meia, mais minuto menos minuto. Não se ter de ir buscar "palha" ao palheiro para andar a encher tempo de tempo, transformando uma simples história de cordel em algo enfadonho e repetitivo, apenas porque tem de durar meses e meses...
O mais curioso foi pensar nestas questões quase técnicas e não nas coisas que dissemos, antes e depois do filme.
Também não pensei no filme, porque era daqueles para falar apenas no dia ou na semana seguinte.
Talvez estivesse a valorizar o cinema, por ter visitado uma sala especial e por já não ver um filme às escuras e em silêncio (ali não se vendem pipocas...), há mais de meia dúzia de anos...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
As saudades que tenho de ir a uma sala de cinema como descreves.
ResponderEliminarOs filmes que vejo passam na televisão ou são "pirateados" pelo meu filho, mas os tempos não estão para deslocações e nesta terra os "filmes" são outros!
Abraço
Há uma ambiência única, Rosa.
EliminarÀs vezes ficou com a sensação de que o cinema não é para velhos...