A minha filha assim que entrou em casa avisou-me logo para ter cuidado, porque houve um "passeador de cães" que deixou o seu "mais que tudo" a "libertar o prisioneiro" mesmo à nossa porta (ainda apanhou a grade-tapete da entrada...).
Como a minha Sofia sabe que olho para todo o lado menos para o chão, e que sou um tipo "cheio de sorte" (houve alguém que inventou esta patranha, de que pisar "merda" dá sorte...), fez com que pensasse logo que: "isto de gostar de olhar para aquilo que se mexe nas ruas, com olhos de ver, acaba por ter uma ou outra coisa que se lhe diga..."
O mais curioso, é que nem me apetece catalogar a personagem que "educa" o seu "bebé" a preferir a pedra da calçada do passeio ao espaço verde meio abandonado que fica a menos vinte metros...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
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