O que sei é que o "programa" começa a quer ir longe demais, na aproximação desejada ao dia 24 de Abril de 1974 (e se possível, ainda mais para trás...). Nessa altura parece que só havia "comunistas" e "fascistas", hoje mantém-se a dicotomia, "esquerda", "direita", ao ponto dos extremistas do lado direito já começarem a reivindicar uma "cultura de direita" e a tentar correr com os "perigosos esquerdistas", que ocupam lugares de destaque (a Rita e o Francisco são o começo de qualquer coisa...).
Talvez queiram voltar à "cultura de salão", com um ou dois músicos do regime, dois escritores, dois pintores... e por aí diante, deixando bem claro, que se vai acabar o regabofe da "cultura para todos".
Quem aplaude sem mexer as mãos são os "moedinhas", os "leitõezinhos" e os "carneirinhos", que gostam de se fingir democratas, nem que seja para a fotografia...
(Fotografia de Luís Eme - Caldas da Rainha)
Não sei onde é que isto irá parar!
ResponderEliminarAbraço
Acredito que a direita acabe por ser engolida pela sua própria ambição de querer "virar o mundo de pernas para o ar", Rosa.
EliminarTal como alguma esquerda foi longe de mais - e está a pagar por isso - irá acontecer o mesmo que este partido que gosta de albergar ladrões, pedófilos e vigaristas.