Estou farto das mulheres que quando chegam a cargos de poder se transformam em "homens", sem precisarem de fazer qualquer mudança de sexo. Simplesmente se limitam a continuar a seguir a cartilha masculina de sempre, a exercer o poder como se tivessem uma pila entre as pernas.
Sei que em muitos aspectos, o maior adversário das mulheres nas últimas décadas, têm sido as próprias mulheres, por não conseguirem (ou não quererem...) sair deste registo masculino.
Embora agora até tenhamos mulheres especialistas em guerra, que falam com a mesma desenvoltura dos homens sobre armas e tácticas, nas notícias que abordam a realidade como se ela fosse quase uma ficção, continuo a acreditar que as suas "guerras" são muito diferentes das dos homens...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
No sábado, na minha cabeleireira que também é uma amiga e amiga dos meus filhos, estando sozinhas, o tema foi esse.
ResponderEliminarA grande diferença entre as guerras de uns e de outras.
Os homens põem o mundo a ferro e fogo, as mulheres travam guerrinhas caseiras, muitas vezes umas contra outras, mas não vão mais longe.
Penso que, no comando dos povos, seriam mais civilizadas, mais humanistas, mais solidárias.
Abraço