Fala-se do líder do Chega, mas temos um primeiro-ministro que vive num mundo só dele, rodeado de cinderelas e de cristianos ronaldos, cada vez mais distante do "mundo dos outros"...
Mas o que eu quero mesmo é falar de jornais e de leituras.
Há bastantes anos que o "pasquim" mais vendido no burgo, raramente fazia coincidir os títulos de primeira página com as notícias publicadas no interior. Isso criava um problema - na época ainda menor - porque conseguia enganar as pessoas que tinham por hábito ler apenas os títulos de jornais e as "letras gordas".
Hoje existem mais seguidores da "fórmula" na imprensa, mas de pouco lhes vale, porque o leitor de jornais de papel, é "uma espécie em vias de extinção"...
Curiosamente, estes "leitores" das letras grandes foram os que mais facilmente deram o "pinote" para o mundo das redes sociais, que usa a mesma "técnica informativa", com uma diferença: quando mente, mente a valer, tanto nos títulos como no conteúdo.
Este fenómeno que tem pouco do entroncamento, é seguido pelo partido que também adora "desinformar" e é um caso de estudo pelo seu sucesso eleitoral, mesmo com ladrões de malas, pedófilos, agressores, violadores, etc.
Isto faz com que acabe o texto com a frase inicial: "As pessoas não querem saber..."
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
Tens razão!
ResponderEliminarEu procuro saber apesar de, ultimamente, me ficar pelos títulos e pelas gordas.
Ouço as notícias em vários canais.
Abraço
O problema é que os sinais são sempre piores, de ano para ano, Rosa...
EliminarE depois lá está:
ResponderEliminarmuita informação - pouco conhecimento