sexta-feira, fevereiro 06, 2015

As Máscaras e a Vida


Hoje estive com dois amigos ligados ao mundo do cinema e acabámos por ter uma conversa extremamente interessante, ao separarmos os actores das personagens. Concordando todos que é assim que temos de fazer. Mesmo sem darmos por isso, o que gostamos mesmo é das personagens e não dos actores, em si, porque são estas que comunicam connosco nos palcos, na televisão ou na tela de cinema.

Falamos de três actores soberbos (Robim Williams, Robert de Niro e Philip Seymour Hoffman), dois infelizmente já não estão entre nós, mas podíamos fala de muitos outros, porque o Pedro e o João não podiam concordar com a ligação que alguém insistia em fazer, da vida pessoal doa actores às personagens que interpretam. 

E eu concordava com eles... 

Podiam e podem não ser as melhores pessoas, mas que importa isso se são extraordinários a vestir a pele de outras pessoas (umas melhores, outras piores que eles...), se conseguem despertar-nos emoções, que é o melhor que um filme ou uma peça de teatro podem fazer?

Acabámos por falar de outras áreas, inclusive da literatura, onde já não estivemos de acordo, mas isso poderá ser assunto para amanhã...

6 comentários:

  1. As mensagens sempre batem a porta.Os atores exalam os aromas da sua verdade em suas interpretacoes....sou fa desse
    beijo

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    1. é verdade, Margoh, eles esticam muito bem a realidade.

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    1. vivam, assim como os realizadores e encenadores, Laura. ;)

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  3. os actores tornam a nossa vida menos insípida, pelas emoções que transmitem.
    Um abraço e bom fim de semana

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    1. é verdade, fazem-nos sentir vivos, Elvira.

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