quinta-feira, outubro 13, 2022

"A Flor que Havia na Água Parada"


A descoberta do livro de poesia, "A Flor que Havia na Água Parada", da autoria de Maria Judite de Carvalho, foi uma boa surpresa.

Mas nem devia ser, a Maria Judite quando escrevia as suas crónicas do quotidiano, enchia-as de vida (boa e má...), mas também de poesia. E é mais comum do que o que parece, que os prosadores escrevam poesia, mesmo que seja apenas para a gaveta...

Graças ao prefácio de Eugénio Lisboa, fiquei a saber que foi o Urbano Tavares Rodrigues, que depois do adeus da Maria Judite de Carvalho, resolveu dar "vida" aos poemas que ela deixara numa das suas gavetas lá de casa. Mas antes de os publicar quis saber se eles poderiam de alguma maneira deixar alguma "nódoa" na sua bonita bibliografia. 

Acredito que não estão aqui todos os poemas que a Maria Judite escreveu. E ainda bem. Pois quem os seleccionou, fez um belo livro, equilibrado e cheio de poesia da boa.

(Fotografia de Luís Eme - Arealva)


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