No domingo gordo o primeiro-ministro foi vaiado mas como tinha levado a máscara de "conciliador", aproximou-se das massas, com demasiada "pieguice", diga-se de passagem, quase a querer dançar o "corridinho", e a fingir, que afinal era a brincar...
Já o presidente da República não foi capaz de sair de casa no domingo (até viu a missa na televisão...). Depois de andar o ano inteiro "mascarado", não encontrou uma máscara que lhe agradasse, para levar ao "baile" da escola António Arroio. Ainda telefonou ao Santana Lopes para lhe emprestar a do "calimero", mas este não foi nisso. Para agravar ainda mais a situação, a "malta" da comunicação social distorce tudo o que ele diz e faz. A sorte dele é perder apenas cinco minutos diários a ler jornais...
É por estas e por outras, que tanto um como o outro, suspiram de satisfação por nesta terça-feira, já não ser Carnaval (pensam eles)...
O óleo é de Georges Corominas.