Foi por isso que soltaram os cães todos e tentaram morder nas canelas dos "críticos com coração de manteiga" (Luís Osório foi o primeiro a levar para "assar" assim como o melhor "amigo dos amigos", que enche as sua crónicas sempre com dois ou três comparsas "excepcionais", do qual Oliveira Martins é o seu melhor protótipo...).
Pouco satisfeitos deram vivas ao fim do "Jornal de Letras", com anos de atraso, porque este dava abrigo à "capelinha" da meia dúzia de poetas e ensaístas com obra publicada, que criticavam (com palavras "bonitas"), à vez, os livros uns dos outros.
Também disseram mal do "Ípsilon" e da "E". E se mais suplementos existissem de cultura, maior teria sido a lata de tinta aberta e vertida sobre a manta da crítica das culturas...
(E eu ganhei a aposta...)
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
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