Por nenhuma razão em especial, lembrei-me de três bons amigos, que gostavam de aquecer as conversas, ao ponto do pessoal das outras mesas ficar a olhar para nós pelo canto do olho, talvez à espera de mais qualquer coisa que palavras.
Mas isso nunca aconteceu, nem aconteceria, porque éramos bons só nos "duelos" com palavras.
Às vezes chegávamos a "ruas" sem saída. Foi num desses momentos que o Gui se lembrou de dizer que a violência e o som do mar influenciava as pessoas, que as gentes que viviam onde o Atlântico era mais batido, eram mais pacatas, olhavam mais do que falavam, ao contrário de nós.
O que ele foi dizer... Foram levantadas logo uma série de questões, que só foram interrompidas quando ele disse, no meio de um sorriso: «Não acreditem em tudo o que dizem. Acabei de inventar isto agora.»
(Fotografia de Luís Eme - Porto Covo)
Seja como for a contemplação das águas acalma os espíritos, pelo menos o meu!
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Depende dos espíritos, Rosa. :)
Eliminar(mas também acalma o meu...)
Parabéns Luís. Que seja um dia muito feliz e que o ano que hoje inicia seja pleno de felicidade.
ResponderEliminarAbraço
Foi um dia diferente, Elvira. :)
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