Assumo-o. Faço parte daquela esquerda conservadora, que não dá grande espaço às modernices, muitas vezes mais por teimosia que por outra coisa.
Embora não tenha qualquer problema em reconhecer que já uso a "inteligência artificial" há algum tempo, mesmo que nem sempre me aperceba. Os motores de busca são isso mesmo, assim como os "vigilantes", que assim que nos vêem a pesquisar alguma coisa, mesmo que seja só por curiosidade, passam a invadir-nos, diariamente, o ecrã do computador com a tal publicidade. E não me vale de nada ficar chateado, porque eles são insistentes...
Não espero ter de a tratar por tu, apenas porque sim, a mesma justificação que costumo dar por não ter "facebook" ou "instagram".
Foi por isso que fiquei espantado quando ouvi alguém a dizer, que uma das coisas boas da IA, era ajudar-nos a pensar e a tomar melhores decisões no futuro.
Não se pode dizer que estava a olhar para de um "convertido". Era mais que isso. Era alguém que vendia, voluntariamente, a "alma" ao tal futuro que já anda a rondar as nossas portas, entre outras coisas, por não gostar de pensar...
(Fotografia de Luís Eme - Fonte da Pipa)
Ainda não experimentei a IA.
ResponderEliminarO Facebook está inundado de mulheres em poses todas iguais, sentadas no chão e de calças de ganga. Acho isso uma tolice, embora use calças de ganga.
Quanto ao logaritmo é uma maçada, porque não nos livramos de contínuos ataques de publicidade.
Abraço
As minhas experimentações têm sido todas involuntárias, Rosa.
EliminarMas está ali uma fábrica de tudo, até de artistas, do que quer que seja. :)
Há uns "browsers" menos maus, jeitosos para evitar a publicidade. Passei a usar o "Brave" nos computadores quando percebi que assim deixava de ter publicidade no YouTube, nos jornais, e muito menos publicidade em geral. Haverá outros tão bons ou melhores. Gosto de ter o smartphone para consultar a enciclopédia e o dicionário quando estou a ler. Aconteceu, num caso excepcional, usá-lo como acompanhamento musical a um romance no qual se falava de (boa) música, muita da qual não conhecia bem ou de todo.
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