A maior de todas, é a sua ausência eleitoral, a não participação na escolha democrática de governantes.
Claro que os cidadãos que compõem a tal metade que se furta ao único acto verdadeiramente democrático, e determinante, para o futuro de todos nós, estão longe de ser apenas anarquistas ou surrealistas. Uma boa parte é uma coisa pior, que nem me apetece classificar. Gostam que sejam os outros a resolver os seus problemas, bom bom é estar na "bancada" a "chamar nomes feios ao árbitro"...
Foi por isso que disse ao Luís que o crescimento de partidos como o Chega, também se deve em parte a ele. Claro que não aceitou o meu ponto de vista.
Os anarquistas e os surrealistas também estão cheios de razões que a razão desconhece...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
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