Mesmo com as mudanças que se têm dado na sociedade, especialmente nos centros urbanos, não é muito difícil, sentir, que nós não nascemos para viver sozinhos.
É por isso que mesmo sem se ter um marido, uma esposa ou filhos, é normal arranjarmos um animal doméstico para nos fazer companhia, com quem travamos grandes "monólogos", que fingimos ser "diálogos", para nosso conforto pessoal.
Não deixa de ser curioso, que em tantos milhares de anos de existência de humanos, ainda não tenhamos conseguido encontrar a melhor maneira de se viver em comunidade, de conseguirmos respeitar e aceitar as diferenças.
A força continua a ser quem mais ordena, em quase todos os poderes, inclusive no familiar.
É também por isso que se foge tanto e se procura refúgio na solidão...
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
É sem dúvida uma dualidade com a qual acabamos por ter que lidar. Algumas vezes diariamente, outras vezes em períodos de tempo mais espaçados. Por vezes a solidão parece a melhor escolha, no entanto, sentimos a falta de quem possa dar-nos um descanso da referida solidão, que nos permita partilhar momentos, emoções, sentimentos e todas as coisas que fazem sentido serem vividas em conjunto.
ResponderEliminarÉ um dilema, que faz com que algumas pessoas escolham o "menos mau"...
Eliminarque nunca é o bom...
E há cada vez mais pessoas em solidão. Sobretudo idosos.
ResponderEliminarUma boa semana.
Um abraço.
Mas essa é outra solidão, Graça.
EliminarQuase sempre involuntária...