A sua fotografia deixou de ser o mero retrato, caminha cada vez mais para um campo que se alimenta da diferença, da procura do que "ainda não existe", e onde a marca pessoal começa a ser o principal motivo de inspiração.
Quando vinha para casa, pensei que esta "mutação" acontece quando nos dedicamos em demasia a uma arte, quando ela começa a tomar conta de nós. Ou seja, quando o que fazemos não deixa dúvidas a quem vê, de que é aquilo o que faz correr os artistas.
Sim, não é preciso ser-se crítico de arte para perceber que as fotografias do Modesto Viegas já são outra coisa, ao nosso olhar. Não são pinturas, mas parece que existe aqui e ali, uma "pincelada", que além de alterar as formas, lhes dá uma tonalidade especial.
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
Se é o que ele vê, ainda será foto...; o passo seguinte é 'cada um veja o que lhe dê na gana'.
ResponderEliminarO único comentário que faço, é que a ignorância é muito atrevida.
EliminarNo seu caso particular, tem oferecido muitas provas disso nos seus comentários, ao ponto de eu ficar na dúvida, se os devo publicar ou não.
Gosto imenso de fotografia, fico sempre emocionada quando vislumbro algo que já é arte.
ResponderEliminarAbraço
Encontrei muita arte nesta exposição, Rosa.
Eliminar