Às vezes penso que Lisboa tem cada vez mais coisas para fotografar.
Sei que é apenas mais uma daquelas patranhas que oferecemos a nós próprios, por nos darem jeito, funcionando quase como um "empurrão" para andar por aí a tirar retratos a quase tudo o que nos rodeia, seja bonito ou feio, tenha ou não história.
E como sou cada vez mais adepto do retrato instantâneo, muitas vezes só em casa é que olho, com olhos de ver, para os pormenores que existem em cada fotografia.
Por exemplo, só em casa, a olhar para esta fotografia, é que me lembrei que um dos meus primeiros amores, se chamava Júlia e sim, ainda era uma menina...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)
A mim, veio-me à memória o livro de contos de J. Rentes de Carvalho, " Os Lindos Braços da Menina Júlia da Farmácia." 😀
ResponderEliminarAbraço
Não é por acaso, que este é o "largo da memória", Rosa. :)
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