Sabia que não era um elogio. Era mais um apontar o dedo.
Nada que fosse de muito importante, pelo menos para quem já fez sessenta anos e sabe, viu e sentiu algumas coisas, que parecem estranhas para os comuns, que correm atrás de coisas, que ele vira costas...
Talvez noutra altura, ela lhe virasse costas e não dissesse: «Despertas tudo menos indiferença.»
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
No meio desse tudo haverá um elogio implícito.
ResponderEliminarAbraço nada indiferente
Há sempre, Rosa. :)
EliminarDespertar indiferença é que é triste, no resto é tudo 'lucro'... 😀
ResponderEliminarSe tu o dizes. :)
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