Até as salas de projecção dos centros comerciais estão a fechar, por míngua de espectadores... Embora aqui se perceba o encerramento, porque estas salas são "lojas", onde se vendem imagens com pipocas, o seu grande objectivo é ganhar dinheiro.
Tem acontecido o mesmo tem pelo interior fora (parece que já chegou ao litoral...), onde já existem várias cidades, com alguma importância social e cultural, sem um único auditório aberto para se verem filmes.
Curiosamente, cada vez há mais fitas portuguesas (sei disso porque ainda leio jornais...). Sei que isso se explica pela facilidade com que hoje qualquer pessoa pode fazer um filme, graças à evolução tecnológica e aos seus baixos custos).
Não sei qual é o verdadeiro objectivo desta "febre" de filmes que falam português. Pode ser a visita a festivais internacionais, ou então, a projecção para os amigos...
Não deixa de ser curioso, que se tenha criado em Almada no último mês um "cine-clube" municipal, no velho Salão das Carochas (esta sala já foi muita coisa e curiosamente foi "sala de cinema" logo depois do 25 de Abril, com a projecção de filmes infanto-juvenis).
Ainda não me bem informei sobre o assunto, se tem público, embora perceba que o objectivo principal do "Cine-Carochas" é ser um espaço alternativo ao "comércio de filmes", ser uma casa aberta às fitas independentes (talvez as tais dos muitos realizadores portugueses...).
Como de costume não era para escrever nada disto, era para falar de história com cinema. Fica para amanhã...
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
Ontem, numa roda de gente amante de livros e de leitura, conclui que tinha de aderir à Netflix, para poder ver alguns desses filmes e ainda outros.
ResponderEliminarIr a Leiria ou a Torres Novas para assistir a um filme está fora de questão, desde que os netos já não se encantam com filmes infantis e eu sinto cansaço só de pensar em ir.
Abraço