E esse lugar é uma livraria, onde fui à procura de um livro, que não encontrei.
Depois desloquei-me para a estante da poesia - faço quase sempre isso... - e peguei no primeiro livro que estava à minha frente. Abri-o quase a meio e comecei a ler um dos poemas. Agradado, li mais dois. Convencido, trouxe o livro para casa.
O mais curioso, é que apesar de gostar das palavras da poeta (Maria do Rosário Pedreira...), o título dizia-me pouco, levava-me mais para um tratado de anatomia ("O Meu Corpo Humano") que para uma viagem poética.
Ainda bem que estava enganado.
Soube-me muito bem ler todos aqueles poemas, que usavam o corpo humano, quase como um disfarce, para falar de todos nós (sim, andamos todos por ali, no "braço", nos "olhos", no "nariz" ou nos "lábios"...).
Tanta mensagem escondida por debaixo das "unhas" ou do "cabelo"... É preciso ter "cabeça" e "estômago", para escrever coisas tão profundas, bonitas e sérias, num livro de poemas que só é pequeno no tamanho...
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
Também gostei muito do livro "O meu corpo humano" de Maria do Rosário Pedreira.
ResponderEliminarUma boa semana.
Um abraço.
É um belo livro, Graça (como os teus...).
EliminarNeste caso eu iria logo pela autora.
ResponderEliminarAbraço
Como escrevi, o nome não me dizia grande coisa, Rosa.
Eliminar