Embora estivesse um frio quase de "rachar", gostei de ver aquele mar mexido, onde dei tantos mergulhos na adolescência e começo de idade adulta, com meia-dúzia de amigos inesquecíveis.
Curiosamente, durante a viagem Almada-Caldas, senti que o microclima do Oeste nem sempre funciona de uma forma negativa. Atravessei Lisboa com chuva ligeira, mas depois de Loures comecei a ver o Sol a espreitar, que acabaria por me acompanhar durante toda a viagem.
No regresso a casa aconteceu a mesma coisa. Embora não tenha apanhado chuva, notei que quando estava a passar por Torres Vedras ainda havia vestígios de água na auto-estrada (que devia ter caído minutos antes...).
(Fotografia de Luís Eme - Foz de Arelho)
Por aqui o microclima traz-nos frio de rachar!
ResponderEliminarAbraço
Está no tempo certo, Rosa.
Eliminarabraço
Ele não sabe se nascerá, aqui no Largo, outro texto que lhe permita deixar um comentário, e ao mesmo tempo, deixar-lhe uma saudação pelo novo ano prestes a chegar. Apraz-lhe que seja esta praia que bem conhece, por motivos não muito felizes, e que o leva a lembrar um fim do ano na casa que o pai tinha em Almoçageme, fiando o silêncio, bebendo um vinhito branco que dava pelo nome de «Beira-Mar», comendo rabandas, ouvindo a ronca do Cabo da Roca, estava nevoeiro, estava sempre nevoeiro, a luz do farol a que o filho chamava «o olho».
ResponderEliminarLembrar aqueles dias, aquela paz.
Agora o tempo daquele abraço, Luís,como o pássaro do mundo sobre o exílio da sede, para citar António Ramos Rosa
Grato pela companhia, pelas palavras e pelos ensinamentos (o Cais do Olhar ensina muito mais que o olhar...), Sammy.
EliminarAbraço