sábado, setembro 05, 2026

Também não sei para onde foi a "normalidade"...


Deve ser das coisas mais difíceis de definir nesta actualidade estranha, a tal "normalidade", tanto ao alto como ao baixo nível. Todos sabemos que o que é normal para países como a Rússia ou o Israel, é diferente para  a Ucrânia, ou o Irão...

Depois podíamos descer um patamar e chegar aos chamados conservadores e aos ditos progressistas, onde uma simples saia acima do joelho ou um véu que cobre o cabelo, conseguem encher um livro de reclamações.

Pior que as saias curtas são os livros cheios de obscenidades e ideias malucas, que tanto medo provocam a quem gosta de um mundo demasiado certinho e cheio de regras, pelo menos fora de casa...

Mas o pior deve ser a valoração da mentira, que começa a ficar quase ao mesmo nível da verdade, como era entendida antes de aparecerem as redes sociais e todos aqueles que as "cavalgam", como se o seu hoje fosse o amanhã...

O mais curioso é que escrevi uma data de coisas, que passam ao lado da conversa de sábado de manhã, que questionava a "normalidade" e tinha como protagonistas um político aldrabão, que quer ter no currículo  a demissão de um ministro (e vai conseguir, mas mais tarde do que aquilo que estava a pensar...), e um antigo polícia "chico esperto", com a escola das américas dos xerifes...

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)


1 comentário:

  1. Já nada é como era, Luís!
    Já não há regra geral, pelo menos neste tempo completamente fora dos eixos!

    Abraço

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