Não vale a pena pensar no que é melhor ou pior. Somos o que somos. E não deixa de ser boa ideia, aceitarmos que temos de viver com essas coisas "fixas", que nunca mudam...
E não é por a escritora Rosa Montero ter metido esta frase dentro de uma das suas personagens, que banalizava as coisas: «Ela não sabia fazê-lo. Não sabia jogar esse jogo de intrigas nem conquistar pessoas com quem antipatizava.»
Eu também não sabia (nem queria...) gostar de quem não gostava de mim. Nunca consegui ser agradável para quem me é desagradável (e houve alturas que me esforcei...).
Sim, pudemos gostar de Jesus de Nazaré e achar o gesto magnânimo, de dar a outra face, uma estupidez...
(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)

Tenho alguma capacidade para não me deixar levar por antipatias, quero dizer que fico longe de quem não gosto! :))
ResponderEliminarAbraço
Eu também, Rosa. :)
EliminarNão alimento ódios, simplesmente desprezo quem não me interessa. E sim, até posso mudar de passeio...