A Xaneca, uma das melhores amigas e cúmplices do Padre Felicidade, recordou alguns episódios reveladores do carácter e da qualidade humana desta figura histórica (muito esquecida e ignorada, inclusive por quem faz história...), reforçados com um ou outro apontamento do livro.
A Ana como não teve o privilégio de conhecer o Padre Felicidade, ficou-se pela análise ao livro. Uma análise muito completa, focando os seus pontos essenciais, realçando a sua importância para quem queira conhecer com mais pormenor a vida do protagonista do "Caso de Belém", no final da década de sessenta do século passado.
Foram ambas bastante elogiosas para o autor. Entre a surpresa da Xaneca e a camaradagem da Ana, como alguém do mundo das letras, conseguiram com que as pessoas que apareceram no Centro Nacional de Cultura, ficassem a conhecer mais coisas sobre o Padre Felicidade e sobre um tempo cinzento que é bom que não volte...
(Fotografia de Ana Sofia Milheiro - Lisboa)
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