É um livro diferente, porque além de contar a história de uma pessoa especial da minha família, deu-me a oportunidade de "viajar no tempo" (o título não engana...) e ficar a saber mais coisas sobre o Padre Felicidade e a nossa família. Além dos vários episódios com importância histórica que desconhecia e que abordei (sem nunca me esquecer duma palavra demasiado importante, "rigor", fundamental para quem escreve sobre os outros, seja na história seja no jornalismo...), foi possível oferecer um olhar mais pessoal e escrever sobre as pessoas de quem muito raramente se fala (as personagens secundárias da vida do Padre Felicidade para o mundo exterior, como foram os seus pais ou de uma forma ainda mais "sumida", a minha avó e a minha mãe, por exemplo...).
Ainda não me dei ao trabalho de contar as crónicas de que falo de Salir Matos, a aldeia onde nasci. Sei que são mais de uma dúzia... Claro que não falei de Salir de Matos por ser a Terra da minha família materna e onde passei parte das minhas férias (até quase à adolescência...).
É por isso que além da apresentação de dia 14 de Março (16 horas), haverá outra, no dia 28 de Março (16 horas), em Salir de Matos, que está longe de ser menos importante que a que se realiza no Centro Nacional de Cultura...
(Fotografia de Luís Eme - é uma imagem especial, porque estou ao lado da Elisete - esposa do Padre Felicidade -, que ninguém diz que já tem 102 anos, e que nos proporciona momentos muito bons, como este registado na segunda-feira e que também está muito presente neste livro...)
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