domingo, março 01, 2026

Um bom exemplo do que nos podem fazer as boas influências e as boas companhias...


Estávamos a ver o "Programa cujo nome estamos legalmente impedidos de dizer" (cá por casa tornou-se um programa familiar e é visto quase sempre ao almoço de sábado) e a minha filha chamou-me a atenção que digo sempre a mesma coisa do João Miguel Tavares, que parece um "cordeirinho" na companhia do Pedro Mexia, do Ricardo Araújo Pereira e do Carlos Vaz Marques.

Normalmente não concordo com as coisas que escreve no "Público", porque faz questão de ver e escrever coisas diferentes das outras pessoas (é mais uma imitação rasca de Vasco Pulido Valente...), fazendo notar bem de quem lado é que está e os ódios de estimação que mantém (não é apenas Sócrates), assim como a complacência que tem com a direita, mesmo a populista.

Na televisão o JMT transfigura-se, torna-se um democrata, até quase que parece um "gajo porreiro" (coisa que não é, de certeza...) no convívio com os três amigos. É aqui que surge o motivo das minhas palavras. Ele é um bom exemplo do que nos podem fazer as boas influências e as boas companhias. No mínimo, fazem-nos parecer melhores pessoas.

Isso também acontece nos nossos grupos de amigos, onde surge sempre um "torcido", que obrigamos a andar na linha, dizendo-lhe, mais que uma vez, que o que ele diz não faz qualquer sentido.

(Fotografia de Luís Eme - Lisboa)


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